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Neymar Jr. e Ítalo Ferreira

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Campeão Olímpico de Surfe, Ítalo Ferreira, visita o Instituto Neymar Jr. às vésperas de inaugurar seu Projeto Social

Fotos em alta (créditos divulgação): https://www.dropbox.com/sh/wde7kx18ksnsuuh/AABoFfTtEI7HiYCWKA4lNBxfa?dl=0

Confira o vídeo da visita: https://youtu.be/Nyc9hv9ZiIw

Nesta terça-feira (02), o Instituto Projeto Neymar Jr. recebeu a visita do Campeão Olímpico de Tóquio em 2021, o surfista brasileiro, Ítalo Ferreira. O primeiro surfista da história a ganhar uma medalha da modalidade nos jogos, conheceu o trabalho educacional e esportivo exercido pelo projeto social na Praia Grande e foi recebido com carinho e animação pelos alunos.

Durante a manhã, Ítalo passeou pelas quadras poliesportivas e pelo campo, onde aproveitou para jogar vôlei e futebol com as crianças. No prédio educacional, o destaque ficou para a aula de artes, onde os alunos prepararam uma surpresa e o presentearam com desenhos do atleta feitos em sala de aula.

Após percorrer os 8.400m² de área construída do INJR, Ítalo Ferreira contou ter ficado impressionado com o projeto. “Eu acredito que [o Instituto] está contribuindo muito para as pessoas que estão aqui e fazem parte desse projeto, para todas as crianças que estão chegando, para todos os adultos que já saíram. Esse é o resultado do projeto, é o resultado de muita dedicação, muito esforço. Todos os profissionais que estão aqui se doam 100% para esse projeto e, principalmente, o Neymar. Eu queria parabenizá-lo pelo projeto, por estar fazendo isso em retorno para a comunidade de onde ele veio, onde ele cresceu. Desejo muita sorte para todos, e que aproveitem cada momento nesse lugar especial”, comenta o surfista.

Para o medalhista olímpico, o incentivo ao esporte é parte importante do papel exercido pelo Instituto na vida dos jovens. “O esporte transformou a minha vida. Deus me deu esse talento e a gente sabe que nem todo mundo quer ser um esportista, mas quer ter uma oportunidade na vida. Esses projetos dão essa oportunidade, dão essa luz para as crianças, para os jovens, mostram um caminho melhor a ser seguido”.

Ao se familiarizar com a atuação do INJR, Ítalo busca, também, inspiração para o projeto social que está desenvolvendo e que levará seu nome. O Instituto Italo Ferreira está sendo elaborado em Baía Formosa, Rio Grande do Norte, cidade natal do atleta. Uma entidade sem fins lucrativos que tem como pilares o esporte, a formação e a sustentabilidade.

Para o atleta, o Instituto é um sonho se tornando realidade. “O meu Instituto vai inaugurar esse ano em Baía Formosa, lugar onde eu nasci e tenho um carinho enorme. Era meu sonho contribuir e dar oportunidade também para as pessoas que vivem nesse lugar e acredito que vai ser incrível. Espero que eu consiga dar grandes oportunidades e que eu possa fazer parte da vida das crianças e das pessoas que vão participar desse projeto”, conta. No mês de agosto, o Instituto Ítalo Ferreira dará início às matrículas para o início das atividades em sequência.

Ítalo relaciona a oportunidade de poder construir um projeto como seu Instituto com a sua vitória da primeira medalha de ouro olímpica de surfe na história. “Depois da minha vitória nas olimpíadas tudo mudou. Eu gosto de falar muito sobre o meu instituto e trazer essa conquista para dentro desse meu projeto, porque realmente está ajudando. E é através dessa vitória que eu consegui bons parceiros, pessoas que realmente estão ali para somar e que podem ajudar junto comigo esse projeto e mudar a vida das pessoas que vão participar. Vai ser incrível. Eu falo que eu vou fazer de tudo enquanto eu estiver vivo para dar oportunidade e ajudar ao próximo”, conta o atleta.

Neymar Jr. e Ítalo Ferreira são exemplos do importante papel que os atletas podem exercer na sociedade através do esporte e da educação, transformando a vida de crianças, adolescentes e suas famílias. Para os alunos do Instituto Projeto Neymar Jr., o surfista deixa o recado: “Parabéns! Aproveitem cada minuto nesse lugar especial. Deus abençoe vocês, um forte abraço”.

Sobre Italo Ferreira

Italo Ferreira (Baía Formosa-RN, 6 de maio de 1994) é um surfista profissional brasileiro que está no World Tour desde 2015. Em 2019, sagrou-se campeão do maior circuito do surf mundial. Venceu a grande final da última etapa, em Pipeline, no Hawaii, contra o bicampeão Gabriel Medina, tornando-se o terceiro brasileiro a conquistar o título. Também é o primeiro surfista a obter, numa mesma temporada, os títulos da World Surf League e International Surfing Association na categoria masculina. Em 2021, Italo se tornou o primeiro medalhista de ouro da histórica do surf nos Jogos Olímpicos, vencendo a competição disputada nas ondas de Shidashita, em Chiba, Japão, com uma brilhante campanha desde a estreia.

Sobre o Instituto Ítalo Ferreira

O Instituto Ítalo Ferreira é uma entidade sem fins lucrativos, localizada na cidade de Baía Formosa (RN), que como objetivo principal o fomento ao esporte (surf como pilar), a sustentabilidade e prática de atividades extracurriculares ligadas à educação ambiental, direcionadas às crianças, jovens e adolescentes em estado de vulnerabilidade.

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Circuito Universitário de Skate invade o CEU Butantã

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As seis categorias foram disputadas neste final de semana em São Paulo e agora os skatistas se preparam para a 2ª etapa, em outubro

Com o intuito de incentivar os skatistas a seguirem seus estudos, a 13ª edição do Circuito Universitário de Skate reuniu mais de 60 skatistas para a primeira fase do desafio, que aconteceu no CEU Butantã, em São Paulo nos dias 24 e 25 de setembro, e iniciou a disputa por uma bolsa de estudo para graduação ou pós-graduação da Faculdade UniSantanna.

Organizado pela Associação de Skate Universitário (ASU), com realização da Secretaria de Esportes e Lazer da Prefeitura de São Paulo, o campeonato contou com três categorias divididas entre as modalidades Street e a Park – Master, Feminina e Masculina.

“Começamos em grande estilo essa 13ª edição do Circuito Universitário de Skate, com representantes em todas as modalidade e categorias, além de muitos nomes novos que participaram do evento pela primeira vez, indicando uma boa renovação de skatistas” afirma Marco Ferragina, vice-presidente da Associação de Skate Universitário.

© MarceloMug

O local do evento também foi bastante elogiado. “Depois de 07 anos retornamos ao CEU Butantã e fomos muito bem recebidos pela comunidade local. O Skate universitário agradece a receptividade” afirma Fernando Juruna, locutor oficial do Circuito Universitário de Skate desde 2009.

Campeões da rodada

Na modalidade Street, os vencedores de cada categoria foram: Joabe Moisés Nascimento – Unicsul (Masculino), Carina de Almeida – Centro Universitário Central Paulista (Feminino) e Fabio Martins de Carvalho – Metodista (Master). Já na modalidade Park, que acontece em um banks, os vencedores são: Marcelo Bueno Prado – Anhembi Morumbi (Masculino), Maria Eduarda Nocera – Centro Universitário Fundação Santo André (Feminino) e Marcelo Pontes – Unítalo (Master).

Um dos diferenciais, a categoria Master – para skatistas universitários a partir de 35 anos – foi destaque entre o número de inscritos. “Foi um grande acerto a abertura da categoria Master desde a última edição, tivemos mais uma vez um número expressivo de skatistas participantes de várias regiões do país”, afirma Marcos Camazano, dirigente da ASU e diretor-técnico do evento.

No ranking de resultados por universidades, a Unip ficou em primeiro lugar, seguida por Anhembi Morumbi, Sumaré em terceiro, Metodista em quarto e USP em quinto. No total alunos de 15 universidades diferentes participaram da competição. O ranking geral está disponível no seguinte link: https://liveheats.com.br/events/48524

A realização da 13ª edição contou com o apoio do vereador George Hato, que comemorou a missão do Circuito Universitário de Skate: “O apoio do nosso gabinete ao projeto do Circuito Universitário de Skate celebra a inovadora ponte que a iniciativa cria entre esporte e educação. Estou muito satisfeito em apoiar um projeto como esse, que oferece bolsas de estudo e oportunidades inéditas de desenvolvimento esportivo e educacional”, comemorou.

Etapa II: 22 e 23 de outubro

Agora, os skatistas se preparam para o próximo encontro do desafio. A 2ª etapa acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro no Centro de Esportes Radicais do Bom Retiro, em São Paulo. A inscrição é gratuita e pode ser feito na semana anterior à etapa pela plataforma LiveHeats, mas os participantes precisam estar cursando ou já terem se formado em uma instituição de ensino superior do estado reconhecida pelo MEC.

Além da UniSantanna, esta edição ainda recebe o apoio da Diet Skateboards, da Brabois Skateshop, da Federação Universitária Paulista de Esportes – FUPE e da Prefeitura de São Paulo.

Fotos: ©MarceloMug
https://www.dropbox.com/sh/6sfuwi35ec2gj1a/AACknNEtPJhSjUbQIoQhpRPea?dl=0

 

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Mais de 60 atletas participaram dos Jogos Brasileiros para Transplantados em Curitiba

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Competição aconteceu no início de setembro e resultados oficiais foram divulgados nesta semana.

Uma celebração para uma segunda chance de viver. Esse foi o resumo da 2ª edição dos Jogos Brasileiros para Transplantados, que aconteceu de 01 a 04 de setembro em Curitiba. O evento contou com 68 atletas transplantados inscritos de todo o País e da América Latina para competir em sete modalidades: atletismo, corrida de rua ou caminhada, ciclismo, natação, tênis, tênis de mesa e triatlo virtual. Os resultados oficiais foram divulgados nesta semana e podem ser conferidos no site da competição – www.jbtxcuritiba.com.br.

“Nosso principal objetivo foi cumprido. Além de reunir essas pessoas e ressaltar a importância da atividade física, queremos chamar a atenção e aumentar a percepção do público geral sobre a importância da doação de órgãos”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Transplantados (ABTx), Edson Arakaki. A Associação realizou o evento junto da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude de Curitiba (Smelj).

Prova de ciclismo reuniu diversos atletas transplantados.
Divulgação

Liège Gautério, de 49 anos, fez um transplante de pulmão há 10 anos e esteve no podium como vice-campeã da corrida de 5 km. Ela destaca que o evento foi um “momento especial de confraternização e de celebração da vida através do esporte”.

Tênis foi outra modalidade disputada no JBTX.
Divulgação

Carlos Rezende, o Professor Carlão, competiu no ciclismo e na corrida de 5 km, e ainda protagonizou junto de seu doador, o Luiz Eduardo Pereira, o Dudu, Desafio 200 Sangue Bom. Os dois, que tiveram suas vidas conectadas quando Carlão, diagnosticado com uma doença sanguínea passou pelo transplante de medula, doada por Dudu, percorreram 200 km pedalando entre as cidades de Rio Azul-PR até a capital do Estado, Curitiba. O desafio iniciou no dia 31 de agosto e a chegada foi no dia 01 de setembro, exatamente na Abertura dos Jogos Brasileiros para Transplantados (JBTx).

“Estou Atleta Transplantado graças a um gesto de amor chamado doação de medula óssea. Com o esporte, celebramos a vida e o amor ao próximo”, resumiu o atleta.

A 2ª edição dos Jogos foi finalizada com a corrida de rua.
Divulgação

Sobre o JBTX

A primeira edição dos Jogos aconteceu em 2019 e reuniu cerca de 60 atletas transplantados, de 7 a 73 anos de todas as regiões do País. A competição também tem uma edição latino-americana e outra mundial e Curitiba foi a pioneira em um campeonato nacional.  Em razão da pandemia os Jogos ficaram dois anos suspensos e agora, em 2022, voltaram a acontecer na capital paranaense.

Medalhas para os participantes.
Divulgação

Dentre os principais benefícios da atividade física estão o combate ao excesso de peso; a melhora na autoestima; diminuição da depressão, estresse e cansaço; aumento da disposição; fortalecimento do sistema imune; melhora da força e resistência muscular; fortalecimento dos ossos e das articulações; diminuição do risco de doenças cardiovasculares.

A 2ª edição dos Jogos Brasileiros para Transplantados contou com o apoio das entidades – Abrale – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, ABTO – Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, Instituto #deixevivo, Instituto Gabriel, Instituto Sangue Bom, Instituto Sou Doador, Liga Atletas TX, Se Mexe Tx.

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O racismo contra o jogador Vinicius Júnior

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Presidente da ADDP (Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor), Francisco Gomes Júnior comenta sobre as medidas cabíveis no caso ocorrido na Espanha

Boa parte do mundo ficou chocada com os últimos acontecimentos na Espanha envolvendo o jogador brasileiro Vinicius Júnior do Real Madrid. Inicialmente, no programa de TV El Chiringuito, o agente de jogadores Pedro Bravo disse que Vinicius Jr. “precisava deixar de fazer macaquice”. Com a imensa repercussão negativa de sua fala nas redes sociais pelo mundo, o mesmo explicou que o termo utilizado não era racista.

O discurso teve repercussão e no clássico entre Real Madrid e Atlético de Madri uma parte da torcida do Atlético xingou Vinicius Jr. fora do estádio e durante a partida, novamente com frases racistas. O episódio trouxe à tona, mais uma vez, a reflexão sobre o racismo no futebol europeu que parece se fortalecer cada vez mais.

De acordo com o advogado constitucionalista Francisco Gomes Júnior, o que aconteceu com Vinicius Junior foi ‘um show de horrores com racismo e xenofobia’. “A fala inicial, além da ofensa racial, ainda dizia “vá bailar na sua terra e não aqui”. Não houve em nenhum momento um pedido direto de desculpas, mas foram utilizados subterfúgios para justificar a frase dita. E, está evidente a discriminação contra Vinicius Junior e outros jogadores de outros países. A intolerância começa a dominar torcidas europeias, como a do Atlético de Madrid”.

Existem fatos que corroboram tal opinião. Na temporada passada da Liga dos Campeões da Europa, parte da torcida do Atlético de Madrid fez saudações nazistas no jogo de ida das quartas de final do torneio. Foi aplicada uma punição e o Atlético perdeu 5 mil ingressos para o jogo de volta em Madri. Anteriormente, o jogador senegalês Papa Diop também foi xingado de “macaco” pela torcida do mesmo Atlético, quando jogava pelo Levante. E todos se recordam quando jogaram uma banana em direção a Daniel Alves, que a comeu e declarou, na época, “que estava na Espanha há 11 anos e há 11 anos é dessa maneira”.

“Não se pode dizer que é um caso isolado na Espanha, parece recorrente. E até agora nenhuma punição efetiva foi imposta, como a perda de pontos no campeonato ou mesmo o rebaixamento do clube envolvido em tais práticas. Se há um aparente racismo estrutural com visão colonizadora contra imigrantes e pretos em especial, algo mais drástico deve ser feito. Não se trata um câncer com um comprimido para dor de cabeça”, complementa o especialista.

Após a imensa repercussão global, o Atlético foi denunciado junto a La Liga, organizadora do campeonato espanhol, pelas ofensas racistas contra Vinicius Júnior. A dúvida é se haverá efetiva punição ou mais uma vez a aplicação de uma multa ou perda de ingressos.

Francisco Gomes Júnior
Divulgação

Francisco Gomes Júnior – Sócio da OGF Advogados. Presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). Autor do livro Justiça Sem Limites. Instagram: https://www.instagram.com/franciscogomesadv/

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