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ILCA BARCELLOS TRAZ ARTE E NATUREZA EM EXPOSIÇÃO INÉDITA

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“Squatters” é uma das 5 mostras independentes no projeto  Arte Contemporânea Feminina 
O termo “Squatt” significa, em inglês, o ato de ocupar espaços sem uso por pessoas que não tem moradia – os ” Squatters” (posseiros) – e, também, por aqueles que os utilizam em suas manifestações artísticas. A artista Ilca Barcellos faz exatamente isso: apropria-se do espaço da Sala Filatélica com sua instalação “SQUATTERS”. Trata-se de um conjunto de seres fictícios – esculturas em cerâmica e espuma expansiva – mimetizados e camuflados entre elementos da flora natural. Exposta previamente na Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba de 2019, nesta instalação seres naturais e ficcionais se aproximam, pela forma, pelas cores e/ou pela textura. A poética da vida e do mutável ocupa o espaço museológico, previsível e fixo.  

Para além desta instalação, a mostra apresenta também colagens digitais (nomeadas crossing-over). Recuperando o conceito do geneticista Thomas Morgan, as colagens recombinam fragmentos de desenhos realizados entre 2017 e 2020, e fotografias da exposição Squatting realizada em 2011, na qual as esculturas cerâmicas de Ilca Barcellos ocuparam o jardim do Museu Histórico de Santa Catarina. Os crossing-overs são, portanto, um conjunto de meta-trabalhos elaborados pelo entrelaçamento de obras realizadas entre 2010 e 2020.

Os trabalhos expostos revelam-se como uma intersecção de obras realizadas ao longo de uma década em faturas diversas – esculturas, instalações, desenhos e fotografias. Construídos por meio do diálogo entre arte e ciência, o natural e o artificial, o controle e o acaso, sintetizam em seu conjunto o próprio percurso artístico de Ilca Barcellos: “Iniciei na arte pelo tridimensional e pela cerâmica, aos poucos fui explorando outras faturas e linguagens: instalações, desenhos, esculturas, colagens e pinturas”. Indagada sobre quais palavras representam a exposição “squatters”, Ilca Barcellos responde: “pulsar e transgredir”!

Ilca Barcellos é natural de Pelotas/RS, mas vive e trabalha entre Florianópolis/SC e Belo Horizonte/MG. Artista visual, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Biologia Vegetal pela Université Pierre et Marie Curie, Paris VI, combina arte e ciência para expressar seu duplo percurso.
Site: www.ilcabarcellos.com
exposição ‘Arte Contemporânea Feminina’ é um projeto inédito, que apresenta 5 mostras individuais simultâneas, de 5 artistas mulheres, em 5 salas do Centro Cultural Correios (Centro, RJ), todas  com a curadoria da Tartaglia Arte de Roma, Itália, de Regina Nobrez e Riccardo Tartaglia. A mostra traz, portanto, olhares múltiplos sobre o fazer artístico. As artistas BeatrizBasso, Ilca Barcellos, Mary Dutra, Flavia Fernandes e Isabella Pedreschi estarão juntas em breve, estabelecendo um diálogo polifônico entre as salas do Centro Cultural Correios (CCC-RJ) e interagindo por meio de suas obras, instalações, sons, vozes e personalidades.
SOBRE A TARTAGLIA ARTE
A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez, o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa. Site: tartagliaarte.org
SERVIÇO:
Título da exposição: ARTE CONTEMPORÂNEA FEMININA

 Artistas – Mostras individuais
. BEATRIZ BASSO – “Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória” (Sala C – 2° andar)ILCA BARCELLOS – “Squatters”(Sala Filatélica – Térreo). MARY DUTRA – “Se foi, tempo”
(Sala Bistrô – Térreo). FLÁVIA FERNANDES – “Táctil”(Sala B – 2° andar). ISABELLA PEDRESCHI – “Reverbério”(Sala Galeria de Arte – Térreo)
CuradoriaRiccardo Tartaglia e Regina Nobrez – Tartaglia Arte
Crítico de ArteRicardo Muniz de Ruiz ( nas mostras de Mary Dutra e Isabella Pedreschi, é historiador e poeta, doutor em História Social pela UFRJ e professor de História e Sociologia).
Abertura: ADIADA POR DECRETO DEVIDO À PANDEMIA
Período:  a ser anunciado em breveLocal: Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro – Rua Visconde de Itaborai, 20 centro RJ Dias e horário: terça a sábado, das 12h às 19hEntrada francaCensura livreConcebido e organizado por Tartaglia Arte – www.tartagliaarte.org Assessoria de imprensa: Paula Ramagem Apoio: Centro Cultural Correios – RJ, Circulo Italo Brasileiro – SC, Consolato Onorario Italiano – Florianópolis/SC, Ministério das Comunicações – Governo Federal

OBS: O Centro Cultural Correios e as artistas seguem as regras de não aglomeração, com número reduzido de visitantes. Obrigatório o uso de máscaras e álcool em gel.
Site: tartagliaarte.orgRiccardo Tartaglia (21) 96588-2653Regina Nobrez (48) 98463-5707
Instagram  @tartagliaarte @riccardotartaglia @reginanobrez Instagram: @bbellaarte (Bella Pedreschi)                 @art_marydutra (Mary Dutra)                 @ilcabarcellos (Ilca Barcellos)                 @beatrizbasso.decora (Beatriz Basso)                 @flaviafernandes.art (Flávia Fernandes)

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Spark lança “Proposta”

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Faixa faz parte do Projeto Spark Trap 2021
 
Com um projeto de áudio e vídeo gravado por sua passagem no Brasil no começo do ano, com 10 faixas, Anderson Talisca, lança nesta sexta-feira “Proposta”. Com produção musical de Rafa Jah, a canção fala da proposta de um casal em fazer amor. E Talisca afirma: É uma das letras que mais gosto no projeto, é uma música bem swingada, pra dançar bastante. Além de toda malemolência que o Trap proporciona”.
Vale lembrar que, no começo do mês, o artista fez uma live em prol da APE(Associação dos Profissionais de Eventos) que conseguiu ajudar muitas famílias. Além de ter tido em 1h40 mais de 14 mil pessoas assistindo.


“Estou muito feliz com tudo que vem acontecendo no projeto. A live foi um sucesso e as músicas têm tido uma excelente aceitação do público. Em breve teremos ainda mais novidades”, completa Anderson Talisca.

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Dr. Bactéria Dicas

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Dr. Bactéria ensina como prevenir as doenças de Outono

No outono, iniciam os meses mais frios do ano. Nestes períodos existem características que justamente vão dar origem as chamadas “Doenças do Outono”.  Apesar do isolamento social ( que nem sempre é respeitado), menor ventilação de locais (transportes públicos, casas, escritórios, etc), maior taxa de poluição ambiental, baixa umidade relativa do ar, temperaturas mais baixas, menos exercícios físicos. 



“Níveis acima de 70% de umidade vão facilitar a produção de alimentos para ácaros (a poeira doméstica tem cerca de 80% de pele humana, esta umidade alta vai possibilitar uma farta alimentação para os ácaros e sua multiplicação). Como consequência, temos uma grande produção de bolotas de fezes que, vão dar origem a asma e rinite. Evitar umidificadores ambientais, toalhas molhadas nos quartos, bacias com água. Ar condicionado é muito bem vindo, pois retira umidade do ambiente”, explica Dr. Bactéria – o biomédico Roberto Martins Figueiredo.

Entre as outras dicas do Dr. Bactéria, por exemplo, para eliminar focos de bolores, a água sanitária tem um excelente efeito contra  bolores. Já os casacos de lã, edredons guardados deveriam ter sido lavados, muito bem secos e mantidos em sacos de TNT – tecido não tecido – se não foram mantidos desta forma devem ser lavados antes do uso.


Mais sugestões:

– Evitar bichinhos de pelúcia, livros antigos ou qualquer coisa que poderia guardar poeira nos quartos;

– Ar condicionado – embora seja indicado, não se esquecem de lavar os filtros quinzenalmente ( 15 em 15 dias), pelo menos, e abrir as janelas a maior parte do tempo possível;

– Exercícios físicos adequados e orientados tendem a aumentar a resistência e imunidade das pessoas. Não deixe de praticar.

–  Vacinação contra gripe – sobretudo para grupos de risco.

“São procedimentos não trabalhosos, mas que devem ser condicionados dentro de uma rotina diária para melhorar a qualidade de vida de toda família”, finaliza o biomédico Roberto.

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Mulheres assumem cabelos brancos na quarentena e a dermatologista Carla Bortoloto explica sobre os cuidados com esses fios

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O isolamento social, devido à pandemia, trouxe uma nova atitude às mulheres que nunca aceitavam seus cabelinhos brancos que insistem em nascer todos os meses: assumir estes fios sem coloração alguma!

Neste novo momento, as madeixas brancas e a fase de transição vieram sem culpa, trazendo o sentimento de que estão seguras e bonitas.

A causa do surgimento dos cabelos brancos em pessoas mais jovens é quase sempre genética. “Deve-se buscar alguma alteração metabólica no sentido nutricional. A baixa ingestão de cobre pode levar a um embranquecimento precoce dos cabelos, mas isso é raro. Alimentos que contêm cobre são os frutos do mar e o chocolate amargo”, explica Carla Bortoloto, médica especializada em Dermatologia clínica e cirúrgica, tricologista, professora da Pós-Graduação em Dermatologia das Faculdades BWS, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico Cirúrgica (SBDCC) e da American Academy of Dermatology (AAD) explicar algumas dúvidas sobre cabelos brancos.

O cabelo branco aparece porque ocorre um fenômeno anatômico chamado apoptose, que é uma morte celular programada do melanócito (célula que produz a melanina, pigmento que dá a cor aos pelos e à pele).

O estresse, ao contrário do que se pensa, não apenas desencadeia o processo, mas também faz com que os cabelos caiam mais depressa. Como os cabelos brancos são mais espessos, eles demoram mais a cair, dando a impressão de que os cabelos ficaram mais brancos.

O sol piora a qualidade da proteína da qual é feito o cabelo. “Os brancos não têm a proteção da melanina, portanto sofrem mais ainda a agressão. Têm que ser protegidos com filtro solar e na piscina o cuidado é com o cloro e com o cobre na água que podem mudar um pouco a cor dos brancos (deixá-los mais amarelados). Portanto o ideal é usar uma proteção com silicone nas piscinas”, afirma Carla Bortoloto.

As diferenças raciais influenciam no surgimento dos cabelos brancos, mas dependem dos genes. Nos brancos a canície se dá entre 35 e 45 anos. Nos amarelos entre 45 e 55 e nos negros só depois dos 55 anos.

Para quem prefere não pintar, a indicação com os cuidados é utilizar sempre xampus especiais para cabelos brancos (que protegem contra o amarelamento e os mantêm mais brancos) e fazer uso de boas hidratações capilares. “Outro motivo do aspecto amarelado geralmente é devido à sujidade acumulada”, finaliza Carla Bortoloto.

Sobre a Dra.Carla Bortoloto

Médica especializada em Dermatologia clínica e cirúrgica, tricologista, professora da Pós-Graduação em Dermatologia das Faculdades BWS, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico Cirúrgica (SBDCC) e da American Academy of Dermatology (AAD)

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