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Espetáculo infantil aborda a importância do combate à dengue

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Aconteceu no último mês de outubro, de forma virtual, a apresentação teatral do espetáculo infantil “Dengue: O Fim da Picada”, que pode ser acessado por meio do canal Lumax Produções, realizadora da atividade, no Youtube.

O espetáculo que contou com texto e direção de Meire Moraes, teve a produção de Max Maciel. A produção geral ficou a cargo da Lumax Produções. A ação visa abordar a importância do combate à dengue reforçando a eliminação de criadouros e cuidados que precisam ser tomados com as diversas doenças que o mosquito “Aedes Aegypti” transmite.

O projeto que teve o apoio da Prefeitura de Guarulhos, através da secretaria de Educação, é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, com patrocínio da Urbano Alimentos, através do programa de incentivo cultural Proac ICMS.

DENGUE: O FIM DA PICADA

Três fêmeas do mosquito Aedes aegypti, Denguilse, Denguiane e Zen Renata, com personalidades distintas, se preparam para dar uma festa à fantasia. Elas vão comemorar o descuido dos “humanos” que sempre acabam deixando lugares propícios para que coloquem seus ovos.

Mas, Zen Renata, a irmã do meio, que se tornou vegetariana ao descobrir que suas picadas podem ser mortais ao ser humano, escondida das irmãs, pede ajuda às pessoas da plateia para tampar a caixa d’água, limpar o potinho do cachorro, esvaziar pneus e deixá-los em locais cobertos.

Zen Renata mostra como devemos jogar o lixo e deixar garrafas, ou objetos que possam encher de água, tampados ou virados para baixo. Na festa elas se deparam com um fato, o extermínio de sua espécie… um misterioso agente de saúde aparece na festa acabando com os focos de proliferação.

Espetáculo Gratuito – Dengue – O fim da Picada

Canal Youtube:

https://www.youtube.com/user/lumaxproducoes

SOBRE A URBANO ALIMENTOS

Fundada em 1960 por Urbano Franzner, a Urbano Agroindustrial está entre as maiores e mais importantes empresas de alimentos do país, atuando no beneficiamento de arroz, feijão, farinha e macarrão de arroz. Em 120 mil m² de área construída, são mais de 1.200 colaboradores diretos. Com tecnologia de última geração, suas unidades podem produzir mais de 50 mil toneladas de alimentos por mês e armazenar mais de 320 mil toneladas de arroz em casca e de feijão.

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‘Femvertising’: acerte a mão no marketing para mulheres

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Por Erica Gomes

Muito se fala sobre direito das mulheres e nunca a pauta feminina foi tão evidente. O assunto não é novidade, mas o mercado está longe de nos enxergar. Basta olhar as campanhas dedicadas ao público feminino. Falta de conhecimento sobre nossas dores reais e “estereotipização” são alguns dos erros cometidos que nos fazem, além de não consumir, sermos embaixadoras negativas de algumas marcas.

Nós, mulheres, desejamos ser representadas para consumir produtos que estejam de acordo com nossos valores pessoais. E outro erro dos desenvolvedores de campanha está em apoiar suas ações no mito de que todas as mulheres são iguais. Não, não somos.

É inegável que a indústria da publicidade vem acompanhando o crescimento do movimento feminista – entenda-se feminismo, e não sexismo. É possível observar que, nos últimos 25 anos, o marketing vem se apropriando, e contemplando, o conceito de “femvertising” – palavra formada pela junção de dois termos em inglês: “feminist” (feminista) e “advertising” (propaganda). A ideia da expressão é descrever o aproveitamento da retórica do movimento que defende a igualdade de direitos entre homens e mulheres para vender produtos ou serviços.

Pesquisa divulgada pela Nielsen revela que somente nos últimos cinco anos o percentual de riqueza produzido por mulheres cresceu em 25% ao redor do mundo. As estimativas apontam, ainda, que aproximadamente 1 bilhão de mulheres devem entrar no mercado de trabalho nos próximos cinco anos. Para completar a importância dos dados, a agência J. Walter Thompson mostrou, em sua última pesquisa, que em 61% dos lares brasileiros, a mulher é a grande responsável pela decisão de compra, desde artigos pessoais a compras domésticas.

Somente no Brasil, 30 milhões de mulheres cuidam de seus lares e filhos sozinhas. E mesmo assim, a publicidade falha, às vezes, indesculpavelmente, na tarefa de entender as aspirações e desejos das mulheres. Por isso, quando decidir desenvolver qualquer estratégia de marketing para mulheres, é preciso fundamentar muito bem.

É visível e notório que o mundo está ganhando novos contornos sobre os hábitos de comportamento, e o marketing digital tem papel fundamental nesse processo acelerado de mudança, graças à democratização da internet que literalmente está à mão de todos. Afinal, atualmente, quase tudo é em formato virtual e digital graças às transformações tecnológicas e à pandemia de COVID-19, que impossibilitou o contato presencial.

Antes mesmo da pandemia, os dados sobre o acesso à internet já vinham em crescimento com destaque para a participação feminina. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostra que a cada 10 brasileiros, 8 possuem um smartphone com acesso à internet. O levantamento ainda revela que a utilização da internet em qualquer local cresceu de 74,7% para 78,3% no geral. Em homens, aumentou de 73,6% para 77,1%, enquanto que as mulheres registraram uma crescente de cerca de quatro pontos percentuais – de 75,7% para 79,3%.

Entretanto, mesmo com crescente participação das mulheres na sociedade, a importância delas no mercado e o cada vez maior engajamento social pela igualdade de gêneros, até as marcas mais conscientes sobre o tema feminino, como a icônica Dove com a campanha “pela beleza real”, lançada em 1994, considerada o “marco zero” do femvertising, já erraram feio.

A Dove sofreu duras críticas por um anúncio de sabonete líquido no qual uma mulher negra parece “se metamorfosear” em uma mulher branca. A marca acabou se desculpando ao reconhecer que não soube se expressar quando, na verdade, o produto seria apropriado para todo o tipo de mulher. O deslize, no entanto, deixou claro que a ação não foi planejada e pensada tendo em conta as dores do público.

Quem não se lembra, ainda, da trágica campanha da Skol no Carnaval de 2015 encorajando os foliões a “esquecer o ‘não’ em casa” durante a festa? A propaganda “viralizou” contra a marca com a modificação do tema para “Esqueci o não em casa… E trouxe o nunca”. Milhares de cartazes em que a jornalista Mila Alves e a publicitária Pri Ferreira apareciam mostrando o dedo médio estendido foram espalhados.

No ano passado, o Burguer King também se envolveu em uma polêmica com a campanha “lugar de mulher é na cozinha”, no Reino Unido. Eles queriam dizer que o lugar podia ser na cozinha se fosse da vontade dela, em uma ação para expressar a falta de chefs mulheres. Você já pode imaginar a repercussão negativa que teve, não é mesmo? Uma enxurrada de críticas sobre a ideia forçou a agência deles a lançar uma linha de produtos, com todos os lucros revertidos para uma ONG que trabalha com ações relevantes para o tema feminino.

Outra marca cuja estratégia de “femvertising” também deu errado foi a Audi. Em 2021, a empresa pagou por 60 segundos no intervalo do Superbowl – a final do campeonato de futebol americano dos EUA para mostrar como estava comprometida com iniciativas de igualdade salarial entre homens e mulheres. Só para constar: os intervalos do Superbowl são atualmente o espaço publicitário mais caro de todo o mundo, e, apesar das boas intenções, os ativistas foram rápidos em apontar a suposta hipocrisia no anúncio.

É que, na época, a montadora não tinha nenhuma mulher entre os seis integrantes de seu Conselho, e só 16% dos diretores da empresa eram mulheres. O percentual ficava abaixo até mesmo dos 20% de mulheres que estavam em postos de comando nas 500 maiores empresas dos EUA listadas pela revista Fortune. Já a rival BMW tinha 30% de mulheres diretoras.

Apesar das gafes, muitas marcas têm sido exitosas em promover ações realmente impactantes e, com isso, tocar nossos corações promovendo mais do que vendas, mas engajamento. Por isso, principalmente quando se trata de estar na web onde a opinião está liberada, você precisa estar preparado para conversar com seu mercado e não expor seu produto ou serviço ao risco. E mais: pode apostar que, onde estiver seu anúncio, as críticas, sejam elas boas ou ruins, serão expressadas nas redes sociais. Aliás, este é o principal espaço para consolidar sua marca com o seu público. Por isso, nunca menospreze o poder das redes.

Para começar, deixe de lado clichês e tudo o mais que fazia sentido para você até o ano passado. Recomece do zero com empatia e paixão pelo seu produto ou serviço. Estude seu mercado, estude o comportamento feminino e seu público central levando em conta a sua persona. Durante o processo, converse com suas avós, tias, mães, amigas, colegas de trabalho, mas também fale com suas filhas, sobrinhas, enteadas, afilhadas, filhas das suas amigas. É preciso compreender o abismo que existe entre essas gerações, dores e anseios de cada uma delas. Depois, coloque isso na sua mente e no seu coração, aplique todo seu ferramental teórico e implemente sua estratégia.

E monitore tudo o tempo todo. Se errar, seja rápido para reconhecer, consertar e recomeçar.

 

Erica Gomes é Partner da LC4 Comunicação, Marketing e Estratégia – empresa que compõe o ecossistema de negócios Startwp. Pós-graduada no MBA em Gestão de Pessoas e Liderança pela Fundação Getulio Vargas, bacharel em Jornalismo pela ESAMC-SP e técnica em TI pelo CEMEP-SP.

Possui cursos de extensão em Marketing Digital, Métricas de Comunicação e Marketing, copywriting, especialista em Marketing de Conteúdo, além de especialista em Produção de Conteúdo para a Web. Tem ampla atuação na área de comunicação e marketing, com cerca de 10 anos de experiência.

 

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IVG amplia mentoria gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade

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Instituto Vasselo Goldoni abre inscrições em janeiro para seu programa de mentoria, agora na versão 5.5.5, de forma gratuita

O Instituto Vasselo Goldoni (IVG), instituição que promove programas de ação social com a missão de incentivar e difundir a equidade de gênero, a sororidade, a reintegração e o respeito à diversidade, está lançando uma nova versão de sua mentoria colaborativa gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Edna Vasselo Goldoni, fundadora do IVG, explica que o programa foi ampliado para atender mais cem mulheres por edição. “Por este motivo estamos chamando de Mentoria 5.5.5, pois serão cinco edições, com cinco horas de mentoria e 500 mulheres atendidas”, enumera. “Isso significa que serão 2,5 mil participantes por ano”, completa.

As inscrições serão abertas em janeiro e poderão ser feitas pelo site www.institutoivg.com.br.

A mentoria colaborativa do IVG é sustentada por quatro pilares:

  • Inspirar – criar conexão com pessoas que compartilharão seus conhecimentos;
  • Potencializar – prover acolhimento, definir plano de ação e estabelecer metas claras e definidas;
  • Fortalecer – fortalecer e valorizar suas competências e iniciativas para colocar planos em prática e;
  • Transformar – Traduzir em realidade a necessidade de mudança e crescimento para atingir objetivos.

Cada mulher que entra no programa tem cinco horas de mentoria, além de acesso a várias lives sobre elaboração de currículo, montagem de perfil no LinkedIn, uma série de atividades que culminam em um plano de ação para mudança de vida. “Nós já salvamos vidas, ajudamos mulheres a mudar de emprego, empreender, a serem promovidas no trabalho, é uma ação social que visa a transformação social pela força da mulher”, enfatiza Edna.

A mentoria colaborativa conta com uma forte estrutura de conhecimento, por meio da Academia IVG, que mantém parceria com a Unibrad – Universidade Corporativa do Bradesco, mais de setenta cursos da Universidade de Harvard, Fundação Getúlio Vargas, Sebrae, curso de liderança feminina, aulas de oratória do Instituto Passadori, e Edna adianta que para 2022 as parcerias serão ampliadas para oferecer mais conteúdo às participantes. Parte desse conteúdo pode ser acessado, inclusive, por quem não é participante do programa, no site Academia IVG | Compartilhar o conhecimento é essencial (institutoivg.com.br).

A fundadora do Instituto Vasselo Goldoni ressalta que toda essa estrutura é oferecida gratuitamente para as participantes. “Costumo dizer que essa corrente não é do bem, é do amor. Porque quem está conosco está doando o seu tempo, seu conhecimento, contribuindo de forma efetiva. Tem uma frase que eu uso muito, que o amor é a única força invencível e dinâmica que nos leva a doar de nós e irmos ao nosso próximo”, finaliza Edna.

 

Serviço

Programa de mentoria colaborativa 5.5.5 do IVG

Inscrições a partir de 10 de janeiro de 2022 no site IVG – Instituto Vasselo Goldoni (institutoivg.com.br)

*Edna Vasselo Goldoni é fundadora e presidente do Instituto Vasselo Goldoni, CEO da Vasselo Goldoni Desenvolvimento, HR Influencer 2021 – 1º lugar no Brasil; membro honorário e vitalício da All Ladies League Global Network (Soul Sister), única mulher indicada ao Prêmio TOP OF MIND Profissional de Vendas, sendo finalista em três Edições; representou o Brasil no Congresso Mundial da ONU Mulheres em 2016.

 Sobre Instituto Vasselo Goldoni

O IVG é um Instituto que promove Programas de Ação Social sem fins lucrativos, fundado em 7 de novembro de 2017 e tem como missão incentivar e difundir a equidade de gênero, a sororidade, a reintegração e o respeito à diversidade, cultivando e desenvolvendo em suas ações, os valores da autoconfiança, da resiliência e da superação para motivar mulheres e homens a serem protagonistas de histórias inspiradas nos mais nobres e elevados ideais e, juntos, construírem uma sociedade em que prevaleçam a justiça, a paz e o progresso para todos.

 

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Rodrigo José lança disco e DVD em live

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Em versão acústica, você verá um Rodrigo José mais leve do que nunca!
O cantor e compositor Rodrigo José, um legítimo representante do chamado “brega-chique”, apresenta no dia 29 de novembro às 21h00, o lançamento do eu novo disco e DVD “Rodrigo José – Acústico”. A apresentação será transmitida exclusivamente em live no Facebook @rodrigojoseoficial.
Com arranjos acústicos, o cantor apresenta um formato, segundo ele, mais despojado e universal. A ideia é retratar a essência do seu estilo já característico de “big bands” e arranjos apurados em algo mais básico e simples. O trabalho é composto de canções autorais e releituras de grandes sucessos da música “verdadeiramente” popular brasileira, como defende o cantor.
Ao lado dos músicos: Rafael Francischangelis, no contrabaixo; Giovanni Bonfim, voz e violão; Maurício Gaspar no cajon; e Bruno Piapara, violão; Rodrigo José apresenta um trabalho mais leve do que nunca, como se estivesse na casa de amigos ou numa mesa de bar cantando ao som de violões.
“Certo dia em uma brincadeira num bar, ao som do violão, eu percebi que aquilo dava um caldo. A sonoridade do violão deixa as músicas mais universais. Facilita e simplifica tanto pra quem ouve, como para quem arrisca tocar um instrumento. Possibilita as pessoas tocarem nossas músicas em casa, no buteco ou na escola”, comentou.
Como sempre os “temas de amor” puxam a seleção das músicas. Rodrigo José traz releituras de músicas como: “Sonhei com você”, de Milionário e José Rico; “Garçom”, de Reginaldo Rossi, e até “Always On My Mind”, de Elvis Presley, como também de músicas autorais já conhecidas do público como: “Rosana”, “Filmes de Amor” e “Eu te amo”, que faz parte da trilha sonora da série “Eu, a vó e a boi” de Miguel Falabela na Globo. A gravação traz também a novíssima “Motorista de Aplicativo” que conta uma história inusitada vivida por um amigo do cantor.

O local de gravação da live será fechado,  contando com a presença de apenas alguns convidados, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. A produção tem patrocínio da Papirus, Supermercados São Vicente e MagSac, a realização é do PROAC – Programa de Ação Cultural, da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Sobre Rodrigo Jose:

Durante muitos anos, as músicas mais populares eram encaradas como bregas ou cafonas, e desprezadas pelos formadores de opinião. A partir dos anos 1980, no entanto, isso começou a mudar, com essas canções com mensagens diretas e próximas do dia-a-dia de todos ganhando mais respeito e, também, maior qualidade técnica ao serem gravadas.

O cantor e compositor Rodrigo José é um fruto dessa evolução, considerado o novo rei do “brega-chique”, ou “chic 10”, expressão essa popularizada por ele e que dá nome à banda de apoio que o acompanha em sua trajetória musical.

Nos últimos anos, Rodrigo viu sua fama se expandir muito, graças a uma inusitada e inteligente releitura de clássicos da música brega como “Sorria, Sorria” (Evaldo Braga) e “Tenho” (Sidney Magal) com arranjos fortemente influenciados pelo soul, blues e rock da década de 1970.

Com um vozeirão e forte presença cênica, ele lançou dois álbuns e um DVD gravado ao vivo cuja ótima repercussão o levou a participar com destaque de programas de TV de alta popularidade como Domingão do Faustão, Altas Horas, Encontro com Fátima Bernardes, The Noite, Raul Gil, Domingo Espetacular e vários outros. O artista ainda protagonizou matérias de importantes revistas, jornais e portais de internet.

Além disso, a canção “Eu Te Amo” foi incluída na trilha sonora do filme “Jeitosinha” (2017), de Sérgio Lacerda e Johil Carvalho. De quebra, nada menos do que 12 gravações suas entraram na trilha da série global “Eu, A Vó e o Boi” (2019), de Miguel Falabella.

Serviço:
Live Rodrigo José Acústico
Dia 29/11 às 21h00

Exclusivo no Facebook @rodrigojoseoficial

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