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Dani Coimbra canta no #ZiriguidumEmCasa pelos 70 anos de carreira de Dóris Monteiro

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Cantora carioca “resgata” músicas e épocas importantes da MPB em novo trabalho

cantora carioca Dani Coimbra, uma das mais importantes vozes da MPB nos dias de hoje, canta “Meu Guarda Chuva”, para homenagear Doris Monteiro, na 20ª edição do Festival ZiriguidumEmCasa, no próximo dia 27/03, às 20h, pelo Youtube, ao lado de nomes como com Carol Saboya, Claudette Soares, Claudio Lins,João Cavalcanti, Joyce Moreno, Marcos Sacramento, Marcos Valle, Moyseis Marques, Oswaldo Gusmão, Patrícia Alví, Pilar, Quarteto Linha, Ricardo Silveira, Roberta Sá, Roberto Bahal, Rodrigo Faour, Sargaço Nightclub e Sônia Delfino.

A música sempre esteve presente na vida de Dani Coimbra, através dos LPs que seus pais ouviam de grandes cantores da MPB. Muitos deles de extrema importância para a profusão de ritmos que inspiraram e marcaram tantas épocas. Mas as mudanças sócio-culturais deixaram alguns desses trabalhos esquecidos. Pensando nisso, Dani Coimbra resolveu “resgatar” essa riqueza da MPB e cantores/músicas que são responsáveis por muito do que se canta hoje. O primeiro single do projeto chega em breve em todas as plataformas digitais.
Por coincidência, o Festival ZiriguidumEmCasa a convidou para a 20ª Edição em homenagem aos 70 anos de carreira de Dóris Monteiro, descrita por críticos musicais como a cantora que tem a “bossa de quem já nasceu sabendo” e símbolo da “modernidade já atemporal” no universo da música brasileira.

Pioneiro na organização de festivais de lives durante o isolamento social, #ZiriguidumEmCasa foi uma iniciativa de Claudio Lins com o jornalista Beto Feitosa e começou na primeira semana de pandemia, quando os teatros foram fechados. O Festival seguiu com a adesão de Ana Paula Romeiro e Maria Braga na produção.

#ZiriguidumEmCasa também foi pioneiro na preocupação de buscar uma remuneração para os artistas, abrindo uma conta para colaborações espontâneas do público durante as lives. Nessa edição, por sugestão da própria Dóris, metade da verba arrecadada será destinada para o Retiro dos Artistas. As doações voluntárias podem ser feitas através do QR Code que vai estar no vídeo durante a exibição dos artistas ou pelo link https://pag.ae/7WZY1-N9t.

O Festival já apresentou nomes como Leila Pinheiro, Baby do Brasil, Emanuelle Araújo, Biquíni Cavadão, Marcos Valle, George Israel, Benito di Paula, Pedro Luís, Roberta Campos, Roberta Sá, Zé Renato, Pedro Luis e Isabella Taviani. Artistas como Ivan Lins, Joyce Moreno, Lucinha Lins e Jane Duboc estrearam no formato live no festival que também se esforça em descobrir e valorizar novos nomes.

#ZiriguidumEmCasa está entre os finalistas em duas categorias do Prêmio Profissionais da Música: Festival de Música Independente e Festival de Música Online.

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SOBRE DÓRIS MONTEIRO

Dóris começou a cantar ainda adolescente em programas de rádio e lançou seu primeiro disco em 1951. O sucesso levou Dóris para o cinema e TV e, em 1965, ela ganhou a disputa da faixa de Rainha do Rádio.

Mas sua voz suave já era predestinada para as bossas que ganhariam o país anos depois. Sempre atenta, Dóris gravou compositores ainda iniciantes como Tom Jobim, Dolores Duran e Sidney Miller. Nos anos 1960, “com a técnica vocal mais amadurecida, Doris mergulhou de vez em um repertório moderno, cheio de charme e suingue”, define o jornalista, produtor, historiador e crítico musical Rodrigo Faour.

Sem se prender a rótulos e sempre com um canto moderno e suingado, a década de 70 aproxima Dóris da turma do samba-rock e da pilantragem, com discos de grande sucesso. Além das gravações solo, nessa década Dóris também gravou uma série de quatro álbuns ao lado do cantor Miltinho. Essa fase é hoje cultuada por pesquisadores e colecionadores no Brasil e no exterior – que nas últimas décadas descobriram pérolas de sua discografia.

Dóris segue na ativa fazendo shows e gravando. Seu lançamento mais recente é um álbum gravado ao vivo ao lado das amigas Claudette Soares e Eliana Pittman: “As divas do sambalanço”, lançado em 2020.

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20º Festival #ZiriguidumEmCasa – Dóris Monteiro

com Carol Saboya, Claudette Soares, Claudio Lins, Dani Coimbra, João Cavalcanti, Joyce Moreno, Marcos Sacramento, Marcos Valle, Moyseis Marques, Oswaldo Gusmão, Patrícia Alví, Pilar, Quarteto Linha, Ricardo Silveira, Roberta Sá, Roberto Bahal, Rodrigo Faour, Sargaço Nightclub e Sônia Delfino.

Sábado, 27/03 às 20h
No canal de Ziriguidum no Youtube: http://tinyurl.com/

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Spark lança “Proposta”

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Faixa faz parte do Projeto Spark Trap 2021
 
Com um projeto de áudio e vídeo gravado por sua passagem no Brasil no começo do ano, com 10 faixas, Anderson Talisca, lança nesta sexta-feira “Proposta”. Com produção musical de Rafa Jah, a canção fala da proposta de um casal em fazer amor. E Talisca afirma: É uma das letras que mais gosto no projeto, é uma música bem swingada, pra dançar bastante. Além de toda malemolência que o Trap proporciona”.
Vale lembrar que, no começo do mês, o artista fez uma live em prol da APE(Associação dos Profissionais de Eventos) que conseguiu ajudar muitas famílias. Além de ter tido em 1h40 mais de 14 mil pessoas assistindo.


“Estou muito feliz com tudo que vem acontecendo no projeto. A live foi um sucesso e as músicas têm tido uma excelente aceitação do público. Em breve teremos ainda mais novidades”, completa Anderson Talisca.

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Dr. Bactéria Dicas

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Dr. Bactéria ensina como prevenir as doenças de Outono

No outono, iniciam os meses mais frios do ano. Nestes períodos existem características que justamente vão dar origem as chamadas “Doenças do Outono”.  Apesar do isolamento social ( que nem sempre é respeitado), menor ventilação de locais (transportes públicos, casas, escritórios, etc), maior taxa de poluição ambiental, baixa umidade relativa do ar, temperaturas mais baixas, menos exercícios físicos. 



“Níveis acima de 70% de umidade vão facilitar a produção de alimentos para ácaros (a poeira doméstica tem cerca de 80% de pele humana, esta umidade alta vai possibilitar uma farta alimentação para os ácaros e sua multiplicação). Como consequência, temos uma grande produção de bolotas de fezes que, vão dar origem a asma e rinite. Evitar umidificadores ambientais, toalhas molhadas nos quartos, bacias com água. Ar condicionado é muito bem vindo, pois retira umidade do ambiente”, explica Dr. Bactéria – o biomédico Roberto Martins Figueiredo.

Entre as outras dicas do Dr. Bactéria, por exemplo, para eliminar focos de bolores, a água sanitária tem um excelente efeito contra  bolores. Já os casacos de lã, edredons guardados deveriam ter sido lavados, muito bem secos e mantidos em sacos de TNT – tecido não tecido – se não foram mantidos desta forma devem ser lavados antes do uso.


Mais sugestões:

– Evitar bichinhos de pelúcia, livros antigos ou qualquer coisa que poderia guardar poeira nos quartos;

– Ar condicionado – embora seja indicado, não se esquecem de lavar os filtros quinzenalmente ( 15 em 15 dias), pelo menos, e abrir as janelas a maior parte do tempo possível;

– Exercícios físicos adequados e orientados tendem a aumentar a resistência e imunidade das pessoas. Não deixe de praticar.

–  Vacinação contra gripe – sobretudo para grupos de risco.

“São procedimentos não trabalhosos, mas que devem ser condicionados dentro de uma rotina diária para melhorar a qualidade de vida de toda família”, finaliza o biomédico Roberto.

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Mulheres assumem cabelos brancos na quarentena e a dermatologista Carla Bortoloto explica sobre os cuidados com esses fios

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O isolamento social, devido à pandemia, trouxe uma nova atitude às mulheres que nunca aceitavam seus cabelinhos brancos que insistem em nascer todos os meses: assumir estes fios sem coloração alguma!

Neste novo momento, as madeixas brancas e a fase de transição vieram sem culpa, trazendo o sentimento de que estão seguras e bonitas.

A causa do surgimento dos cabelos brancos em pessoas mais jovens é quase sempre genética. “Deve-se buscar alguma alteração metabólica no sentido nutricional. A baixa ingestão de cobre pode levar a um embranquecimento precoce dos cabelos, mas isso é raro. Alimentos que contêm cobre são os frutos do mar e o chocolate amargo”, explica Carla Bortoloto, médica especializada em Dermatologia clínica e cirúrgica, tricologista, professora da Pós-Graduação em Dermatologia das Faculdades BWS, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico Cirúrgica (SBDCC) e da American Academy of Dermatology (AAD) explicar algumas dúvidas sobre cabelos brancos.

O cabelo branco aparece porque ocorre um fenômeno anatômico chamado apoptose, que é uma morte celular programada do melanócito (célula que produz a melanina, pigmento que dá a cor aos pelos e à pele).

O estresse, ao contrário do que se pensa, não apenas desencadeia o processo, mas também faz com que os cabelos caiam mais depressa. Como os cabelos brancos são mais espessos, eles demoram mais a cair, dando a impressão de que os cabelos ficaram mais brancos.

O sol piora a qualidade da proteína da qual é feito o cabelo. “Os brancos não têm a proteção da melanina, portanto sofrem mais ainda a agressão. Têm que ser protegidos com filtro solar e na piscina o cuidado é com o cloro e com o cobre na água que podem mudar um pouco a cor dos brancos (deixá-los mais amarelados). Portanto o ideal é usar uma proteção com silicone nas piscinas”, afirma Carla Bortoloto.

As diferenças raciais influenciam no surgimento dos cabelos brancos, mas dependem dos genes. Nos brancos a canície se dá entre 35 e 45 anos. Nos amarelos entre 45 e 55 e nos negros só depois dos 55 anos.

Para quem prefere não pintar, a indicação com os cuidados é utilizar sempre xampus especiais para cabelos brancos (que protegem contra o amarelamento e os mantêm mais brancos) e fazer uso de boas hidratações capilares. “Outro motivo do aspecto amarelado geralmente é devido à sujidade acumulada”, finaliza Carla Bortoloto.

Sobre a Dra.Carla Bortoloto

Médica especializada em Dermatologia clínica e cirúrgica, tricologista, professora da Pós-Graduação em Dermatologia das Faculdades BWS, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico Cirúrgica (SBDCC) e da American Academy of Dermatology (AAD)

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