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Dia do veganismo: com crescimento do setor no país
Publicado
4 anos atrásem
Por
Ocimar Freitas
Dia do veganismo: com crescimento do setor no país, marcas de cosméticos apostam no segmento e investem em ingredientes tipicamente brasil
De acordo com uma pesquisa feita pela Veganuary em parceria com a Mintel Consulting, no Brasil, a oferta total de produtos veganos cresceu 2% nos últimos quatro anos
O Dia Mundial Vegano é um evento anual celebrado por veganos de todo o mundo no dia 01 de novembro. Nunca se falou tanto em veganismo como nos últimos anos. Tanto que, de acordo com uma pesquisa feita pela Veganuary em parceria com a Mintel Consulting, no Brasil, a oferta total de produtos veganos cresceu 2% nos últimos quatro anos. Um dos segmentos que mais tem abraçado essa causa é o setor de cosméticos. Os cremes e hidratantes sem ingredientes de origem animal e que também não são testados em animais estão conquistando cada vez mais espaço nas prateleiras de lojas especializadas, graças a crescente tendência de um consumo mais consciente.
“Até então, quando o assunto era veganismo, as pessoas logo pensavam que estava relacionado apenas aos alimentos, mas, com o passar do tempo, isso foi mudando e hoje esse mercado se estendeu e ganhou bastante espaço no setor de cosméticos”, afirmaStephanie Seitz, diretora da INTT Cosméticos. A marca, criada em 2007, é especializada em cosméticos sensuais e possui um catálogo amplo que inclui mousses beijáveis de sabores como churros, lubrificantes à base de cannabis e gel dessensibilizante anal com partículas de ouro.

“Nosso objetivo sempre foi oferecer produtos diferenciados e que ao mesmo tempo fossem produzidos com ingredientes que não agridam o meio ambiente”, explica Stephanie. Os cosméticos da INTT são cruelty-free, ou seja, não são testados em animais, e também são livres de petrolato, derivado de petróleo cru que pode ser extremamente tóxico e que gera grande impacto negativo ao meio ambiente.
De olho nas tendências do mercado, a marca também decidiu apostar no último ano em um movimento que tem ganhado bastante popularidade: o sexual wellness. Conhecido por ser um movimento que visa tirar o estigma de que o prazer sexual é algo limitado e vulgar e que é capaz de transformar a saúde e a vida das pessoas, a linha lançada pela INTT ganhou um novo apelo estético, em que as embalagens ficaram mais minimalistas, com cores claras e que não lembram nem de longe produtos do setor erótico.
“A ideia é que os consumidores não sintam vergonha ou fiquem constrangidos de deixar a caixa do produto em um local visível”, diz a diretora. Os ingredientes selecionados para produzir a linha wellness inclui jambu, que possui efeito vibratório graças a uma substância chamada espilantol; barbatimão, uma planta do cerrado brasileiro muito utilizada pelos indígenas para fins terapêuticos e óleo de coco. Com esses produtos, a INTT quer conquistar novos espaços além das tradicionais lojas de produtos eróticos, como as gôndolas das farmácias e similares.
“Hoje os consumidores buscam marcas mais conscientes e que levam ingredientes mais naturais em suas composições”, ressalta Stephanie. Apesar da pandemia ter afetado alguns setores da economia, o setor erótico conseguiu um desempenho positivo tanto no ano passado como neste ano. A expectativa da INTT é encerrar o ano com crescimento de 30% em comparação ao ano de 2020.
Sobre a INTT Cosméticos
Marca inovadora, a INTT Cosméticos é conceituada no mercado erótico e sensual, tanto pela qualidade de seus produtos quanto pela beleza de suas embalagens. A empresa é especializada em bem-estar e cosméticos sensuais. Trabalha incansavelmente na busca de levar produtos de qualidade aos consumidores no Brasil e no mundo. Saiba mais em: www.lojaintt.com.br.
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Proteção e Corpo: Quando o Peso Conta Uma História
Publicado
7 dias atrásem
24 de novembro de 2025Por
Ocimar Freitas
Muitas vezes, o ganho de peso é visto apenas como um número na balança — mas ele pode significar muito mais do que isso. Como explica a endocrinologista Dra. Carolina Mantelli, “às vezes, o ganho de peso é mais do que apenas números na balança. Pode ser uma forma de proteção que o nosso corpo encontra para lidar com traumas e medos.”
Essa perspectiva amplia a compreensão sobre o corpo, tirando o olhar do julgamento e direcionando para o acolhimento. O corpo fala, reage e cria mecanismos para sobreviver emocionalmente. E, em muitos casos, o acúmulo de peso pode ser uma resposta a experiências difíceis, inseguranças, exaustão emocional ou até processos inconscientes de autopreservação.

Segundo a Dra. Carolina, “aprender a ouvir nosso corpo e compreender suas necessidades é essencial para a jornada de autocuidado e acolhimento.” Quando começamos a olhar para o peso não como falha, mas como linguagem, abrimos espaço para entender o que realmente precisa de atenção.
Por isso, quando uma pessoa tenta emagrecer e não consegue, não significa falta de esforço, disciplina ou vontade. Há vezes em que o corpo está tentando proteger você de algo que ainda não foi trabalhado. Como ela mesma ressalta: “Se você está tentando emagrecer e não está conseguindo, pode ser que algo mais profundo esteja travando esse processo. E eu posso te ajudar a descobrir essa trava.”
Em outras palavras: antes de mudar o corpo, é preciso escutar o que ele está tentando dizer.

Esse é o caminho da saúde de verdade — aquela que olha o indivíduo por inteiro.
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“Quando o corpo pede pausa” Entendendo a fadiga que não passa
Publicado
2 semanas atrásem
17 de novembro de 2025Por
Ocimar Freitas
Dra. Carolina Mantelli explica por que o cansaço constante nem sempre é normal
Sentir-se cansada(o) de vez em quando faz parte da vida. Mas quando a exaustão se torna profunda, constante e não melhora nem com descanso, o corpo está enviando um alerta claro. Como destaca a Dra. Carolina Mantelli, “fadiga excessiva não é frescura — é um sintoma que merece atenção.”
Essa sensação de esgotamento pode ter origem hormonal, nutricional ou metabólica. E, muitas vezes, o problema não está apenas nos hábitos, mas em desequilíbrios internos que passam despercebidos. Segundo a especialista, “o cansaço que limita a sua rotina dificilmente é ‘normal’; ele tem uma causa, e ela precisa ser investigada.”
Quando o hormônio desequilibrado vira cansaço acumulado
Entre as causas mais comuns, o hipotireoidismo é uma das principais. Quando a tireoide funciona lentamente, todo o metabolismo desacelera. A Dra. Carolina explica: “uma tireoide lenta rouba energia, altera o peso, afeta o humor e até o intestino.”
Outro fator importante é o cortisol, o hormônio do estresse. Ele pode estar elevado — nas fases de sobrecarga — ou baixo, quando há exaustão adrenal. Nos dois casos, o resultado é o mesmo: um corpo sem força. A queda da testosterona, inclusive em mulheres, também merece atenção. “Testosterona baixa não é só libido baixa; é perda de energia, de força e de ânimo para a vida”, reforça a endocrinologista.
Nas mulheres, o desequilíbrio entre progesterona e estrogênio, como ocorre na pré-menopausa, menopausa ou SOP, impacta diretamente sono, humor e disposição diária.
Quando os exames revelam mais do que o espelho
Além dos hormônios, o cansaço persistente pode vir de déficits nutricionais. Baixa ferritina, deficiência de ferro, pouca vitamina B12 ou vitamina D, níveis reduzidos de magnésio, hipoglicemia ou até resistência insulínica são gatilhos frequentes de fadiga contínua.
Como alerta a Dra. Carolina Mantelli: “não basta olhar apenas para a glicemia normal; o corpo dá sinais muito antes de um exame tradicional acusar problema.”

E agora? O que fazer quando o cansaço já virou rotina?
Se a sensação de esgotamento faz parte do seu dia a dia, é hora de investigar com profundidade.
A orientação da especialista é clara:
* “Não aceite viver cansada(o). Procure avaliação médica completa.”
* Realize exames hormonais e laboratoriais adequados
* Analise sono, alimentação, estresse e rotina
* Trate a causa — não apenas os sintomas
O corpo fala — e a fadiga é um pedido de ajuda
No fim das contas, a fadiga crônica é um recado direto do organismo. Pode ser físico, emocional, hormonal ou a soma de tudo isso. Cuidar de si é mais do que autocuidado; é um ato de consciência.
Como resume a Dra. Carolina Mantelli: “quando você escuta seu corpo, você devolve a ele a energia de viver bem.”
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