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FOME NOTURNA

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FOME NOTURNA

Apesar de pouco comentada, estima-se que de 0,5% a 1,5% da população mundial apresente seus sintomas!

A Síndrome do Comer Noturno (SCN) é caracterizada pela ingestão de alimentos predominantemente à noite, acompanhada de insônia e falta de fome durante o dia. É comum entre os pacientes acordar no meio da noite para se alimentar, consciente ou inconscientemente. Entretanto, alguém que ingere a maior parte das calorias diárias antes de deitar, e não acorda durante a noite, também pode ter o transtorno.
Esse comportamento acarreta em alterações nas secreções endócrinas, como a melatonina (neuro-hormônio que regula o sono), contribuindo para manter a insônia e o humor deprimido. Além disso, “os níveis de leptina, uma proteína que suprime o apetite, ficam mais baixos, o que faz com que ela não contenha os impulsos de fome e resulta na interrupção do sono”, comenta Dra Carolina Mantelli, endocrinologista da Clínica Mantelli.
O transtorno é associado à obesidade, diabetes tipo II e à pobre qualidade de vida. Pessoas com doenças psiquiátricas, como a depressão, que usam antipsicóticos ou são adeptas de dietas muito restritivas, também podem desenvolver SCN. Contudo, não há nada descrito sobre tendência genética no aparecimento dos sintomas.

Tratamento
Não existe um tratamento específico no caso de SCN. Entretanto, alternativas multidisciplinares combinando um plano alimentar com terapia cognitivo comportamental – e em alguns casos medicação para diminuir a compulsão e tratar a insônia – podem dar bons resultados. Assim como planejar as refeições para que o paciente consuma uma dieta adequada e monitorando o seu balanço energético.

Para se prevenir
Comer adequadamente durante as refeições diurnas, fazer atividades físicas regularmente e ter hábitos saudáveis são costumes fundamentais. Mas ainda é necessário tomar cuidado na hora de fazer dietas, principalmente as restritivas. Procure um endocrinologista para fazer o acompanhamento da alimentação e do emagrecimento de forma correta e sem riscos.

HISTÓRICO
O primeiro caso de Síndrome do Comer Noturno foi descrito em 1955 pelo psiquiatra americano Albert Stunkard, um dos maiores estudiosos em distúrbios dessa área. Porém, a síndrome ainda não é reconhecida como um tipo de transtorno alimentar.
Isso é sinal de ansiedade, doença ou gula mesmo? Atacar a geladeira à noite é sinal de ansiedade. É o medo da noite, é a compulsão, muitas pessoas o fazem praticamente dormindo, são os comedores noturnos. Dormindo também atenuam a culpa de terem comido em demasia. E as pessoas que moram sozinhas ou costumam esperar o marido/ a mulher chegar à casa são mais suscetíveis às tentações. O fato de que pessoas que moram sozinhas ou que esperam outra chegar em casa por se sentirem sós sejam mais afetadas, reforça o que já dissemos anteriormente.
O medo da noite, e a ansiedade de aguardar o cônjuge ou a solidão suscetibilizam muita gente. Não existe seleção para o ataque, qualquer coisa é atacada à noite, do feijão e arroz gelados até o pudim da sobremesa das crianças, daí que, colocar uns potinhos de gelatina dietética minimiza o problema, enquanto se espera superar a principal questão que é levantar à noite para comer. Comer demais compromete a saúde a qualquer hora do dia, e principalmente na hora em que o metabolismo está lento, não há controle da ingesta, o alimento é engolido sem ser mastigado e a pessoa volta a deitar logo a seguir.
Engorda, digere-se mal e desenvolve-se hérnia de hiato. Como vencer a compulsão noturna? Como a pessoa pode se distrair em vez de comer? Costumo estimular os clientes que vem a mim com este hábito, de trancar e esconder a chave da cozinha. A coisa acontece de modo subliminar. Se a pessoa precisa parar, acordar, concatenar as ideias, muitas vezes desiste do assalto. Vários clientes já me confessaram que o despertar por completo reduziu bastante o desejo de comer. A ansiedade decorrente de um dia estressante ou de horas no trânsito até chegar em casa pode provocar um ataque de gulodice? A ansiedade por qualquer que seja o mecanismo predispõe e precipita o fato. Geralmente a situação não é tão simples de ser equacionada, como um dia estressante ou um trânsito agressivo. Existe muito mais por trás da situação e estas gotinhas d’água fazem precipitar ou perpetuar os ataques de gulodice. Um café da manhã e um almoço bem nutritivo são uma espécie de solução? É claro, sempre que se fazem refeições nutritivas durante o dia não existe mais a desculpa para “atacar a geladeira à noite”.
Um hábito importante que preconizo há mais de trinta anos para meus pacientes é a mastigação cuidadosa e investir em tempo e qualidade de suas refeições.
A síndrome do comer noturno é considerada um transtorno alimentar, portanto, uma doença que podemos dizer que é um misto de transtorno do sono e do humor. A síndrome implica em alterações da neuroquímica cerebral e no equilíbrio dos ciclos dos hormônios: melatonina (que regula o sono), cortisol (hormônio relacionado a stress crônico) leptina (hormônio do tecido adiposo) entre outros.

A síndrome do comer noturno afeta 1,5 % das pessoas, sendo que 10% estão com sobrepeso e 27% são obesos mórbidos. Clinicamente, os pacientes tipicamente comem mais do que 50% das calorias totais diária entre 20h e 6 horas. Geralmente ingerem alimentos ricos em carboidratos e gordura, praticamente sem mastigar. Ás vezes ocorre uma espécie de “sonambulismo” e não lembram que comeram. Podem pegar no sono e acordar um ou mais vezes durante a noite, só conseguindo voltar a dormir se comer.

Muitos referem perda de controle (“ficam cegos”) e depois sentem culpa. Como a ingestão alimentar é muito grande a noite, pela manhã é fácil controlar o apetite e seguir a dieta pobre em calorias, que pode gerar fraqueza, mudança de humor e ansiedade ao longo do dia.

Entre os sintomas mais comuns estão: insônia, fome noturna, fraqueza, labilidade emocional, baixa autoestima, ansiedade, depressão.
Infelizmente não há um tratamento especifico. O tratamento deve ser multidisciplinar com psiquiatras, endocrinologistas, nutricionistas e psicólogos e há medicamentos, como os antidepressivos, que podem ajudar muito.

Algumas dicas são:
1. Comer adequadamente as refeições diurnas, para não “juntar fome com vontade de comer”
2. Atividade física, que pode ajudar a regular os níveis de endorfina.
3. Os familiares não devem culpar ou julgar o paciente, mas sim ajudar na conscientização do problema.
4. Optar por ter à mão, opção leves, como palitos de cenoura ou salsão ou gelatina diet, para o “ataque noturno”
5. Exercícios respiratórios (assim como a pratica de meditação e yoga) podem ajudar no controle do cortisol.
6. Procurar psicoterapia
7. Atividades manuais ou massagens podem ajudar no relaxamento e controle da insônia
Muitas pessoas já fizeram ou fazem uma “boquinha” noturna. Esse mau hábito pode ser, na verdade, sintoma de um transtorno pouco conhecido: a Síndrome do Comer Noturno (SCN). A síndrome está associada a fatores culturais e predisposições físicas, podendo ser desencadeada pela obesidade, quadros de depressão e estresse.
A Síndrome do Comer Noturno (SCN) é um transtorno alimentar que tem suas origens em outros quadros clínicos. Diferentemente de outros transtornos, como a Anorexia Nervosa e a Bulimia, estas consideradas mais graves por especialistas, a SCN não coloca em risco a vida. Tanto que não chega a configurar um diagnóstico, nem preencher manuais médicos sobre distúrbios alimentares.

Síndrome ou transtorno?

Uma maneira de diferenciar a síndrome de outros transtornos é colocá-la na condição de sintoma, não de doença. “Na maioria dos casos, os pacientes apresentam quadros depressivos, de angústia, estresse e obesidade”, revela Dra.Carolina.
Portanto, a visita frequente à geladeira pode ser consequência de uma rotina estressante, cansativa, com reflexos negativos no ritmo circadiano, conhecido por “relógio biológico”.
Ele é responsável por acionar o sono, o despertar, a fome e demais sensações no organismo. “O portador da Síndrome do Comer Noturno”altera a secreção de Cortisol no corpo, o hormônio do estresse.
Além disso, há uma diminuição da melatonina, que está diretamente associada ao ritmo circadiano, o que desregula todos os horários daquela pessoa.

Diferenças entre os transtornos alimentares
É importante diferenciar a SCN dos transtornos mais conhecidos. Nos casos da Anorexia Nervosa, Bulimia e o Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica, existem comportamentos que colocam a vida da pessoa em risco.
Nestas situações, o indivíduo come sem controle, mas recorre depois a métodos laxativos, como a indução ao vômito. Na linguagem médica, tal comportamento é conhecido como binger eaten, uma espécie de orgia alimentar.
Na Anorexia a pessoa se vê de forma distorcida: mesmo extremamente magra, ao se olhar no espelho, ela vê uma pessoa gorda e cheia de defeitos. Assim, simplesmente para de comer. Com o passar do tempo seu corpo não tem capacidade de digerir a comida e pode chegar até ao quadro de morte por inanição.
Já na Bulimia, a pessoa sofre de uma compulsão que não consegue controlar. Come demasiadamente e depois sente um arrependimento tão grande que induz o vômito logo em seguida.
A SCN se assemelha à Anorexia, porém apresenta uma diferença crucial: a pessoa praticamente não se alimenta durante o dia e compensa comendo exageradamente à noite. E, diferentemente do que ocorre na Bulimia, não sente culpa. A pessoa que sofre de SCN come por fome e não por compulsão. Como passou o dia todo sem comer, o organismo precisa se alimentar. Então não percebe que está fazendo algo errado.

Vida profissional em perigo
Quem sofre deste mal não padece apenas com a comilança noturna. Durante o dia, os reflexos no corpo são perceptíveis. No ambiente profissional, a pessoa que não dormiu bem tem seu rendimento ameaçado.
Se uma pessoa come compulsivamente durante a noite, o nível de ansiedade é alto. Por isso, os indicativos que ela apresentará no dia seguinte, como falta de atenção, sonolência ou agitação, falta de concatenação de ideias e energia, vão influenciar negativamente no trabalho.
Uma alternativa viável para minimizar os desgastes físicos e mentais para a pessoa que apresenta um quadro de compulsão é passar por um programa terapêutico que envolverá profissionais de diversas áreas: médico endocrinologista, psiquiatra, psicólogo, nutricionista. Ela deverá trabalhar tanto o distúrbio alimentar, quanto o distúrbio do sono.
A endocrinologista Dra. Carolina, que tem em média 10% de seus pacientes diagnosticados com a SCN, reforça a importância de dormir bem. “Uma das maneiras de se reverter esse quadro é rever todos os hábitos alimentares e principalmente a qualidade do sono, que deve ser recompensador e relaxante, para que o sistema descanse durante a noite e amanheça revigorado”, explica.
Ainda de acordo com a endocrinologista, o uso de medicamentos normalmente é a primeira linha de tratamento na visão da maioria dos médicos. Entretanto, “o profissional que tem uma visão plural do transtorno reconhece que o tratamento farmacológico necessita do suporte na alimentação e na reorganização do ritmo circadiano do paciente”, afirma.
“É importante que sejam determinados horários fixos para dormir, assim como uma alimentação balanceada e uma hora de atividades físicas diárias”, completa a endocrinologista.

Algumas vitaminas e minerais ajudam a controlar a ansiedade e a elevar a serotonina. Como o triptofano – um aminoácido precursor de serotonina. A taurina e a glutamina – que aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar a ansiedade. Além dos chás que contém substâncias sedativas suaves. Os mais conhecidos são a passiflora, a melissa, a camomila e a valeriana, alfazema e erva doce. O maracujá também possui propriedades calmantes, tanto a fruta como suas folhas.

* Antes de mais nada, uma das principais dicas é manter uma rotina de alimentação, não passar mais de 3hrs sem se alimentar, assim você evita fome intensa e consequentemente, comer de forma compulsiva e descontrolada.
* Não compre alimentos ricos em gordura e carboidratos refinados, como biscoitos, salgadinhos, etc.
* Se a ansiedade ou a fome apertar, opte por frutas, legumes e oleaginosas. Que são pobre em calorias e proporcionam sensação de saciedade.
* Evite café e açúcar, eles só pioram o quadro.
* No lugar de correr para um prato de lasanha, estrogonofe, macarronada. Você pode comer uma sopa com legumes, carne e batata, assim terá o volume e a temperatura que “saciam” a ansiedade de uma forma menos calórica e mais saudável.

As melhores escolhas alimentares são:
* Frutas cítricas: estudos mostram que a vitamina C presente nestas frutas auxiliam na redução do cortisol (hormônio do estresse). Esta vitamina participa ainda, do bom funcionamento do sistema nervoso e proporciona sensação de bem estar.
* Carboidratos integrais: eles elevam a quantidade de açúcar no sangue e assim proporcionam mais energia, disposição e bem estar.
* Banana: estra fruta carrega um alto teor de triptofano, o aminoácido responsável pela liberação de serotonina (hormônio que proporciona bem estar).
* Carnes e peixes: também são fontes de triptofano, além da taurina. Aminoácido que age na disponibilidade do neurotransmissor GABA, responsável por controlar a ansiedade.
* Chocolate amargo: rico em antioxidantes – flavonoides – que favorecem a produção de serotonina.
* Espinafre: rico em ácido fólico, um antidepressivo natural que também favorece a produção de serotonina.
* Nozes, castanhas e abacate também devem ser incluídos na alimentação de quem deseja reduzir a ansiedade.

Não esqueça que tudo isso deve estar associado a pratica de atividade física, o exercício também libera serotonina propiciando bem estar e diminuindo a compulsão por comida.

Outras dicas que podem ajudar:
* Alimente-se corretamente com fontes de triptofano;
* Faça um alongamento durante o banho matinal, para facilitar a entrada do ar nos pulmões e assim,proporcionar a oxigenação do sangue;

DRA. CAROLINA MANTELLI é médica, endocrinologista e metabologista e tem a missão de amenizar a dor física e da alma através do auto resgate.
Criadora do método “Calça Meta”, metodologia criada com o intuito de libertar seus pacientes de amarras de todos os traumas que envolvem o emagrecimento.
@dramantelli

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Izabela Toledo lança o livro ‘Segredos para Mexer o Doce’, utilizando metáforas culinárias para falar das experiências diárias da vida

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Izabela Toledo lança o livro ‘Segredos para Mexer o Doce’, no dia 1º de dezembro, na Casa 11 Sebo e Livraria, convidando o leitor a enxergar a vida como um doce em constante preparo. A obra é estruturada como uma jornada mensal de reflexões, emoções e recomeços, cada capítulo representando um mês do ano — e uma oportunidade de transformar a rotina em significado.

Com uma linguagem afetiva e profunda, a autora utiliza metáforas culinárias para falar de temas como felicidade, autocuidado, propósito, gratidão, vulnerabilidade e amor. “Mexer o doce” se torna um símbolo do movimento interno necessário para não deixar a alma endurecer diante dos desafios da vida.


Mais do que um livro, é um guia emocional e espiritual para quem busca viver com mais presença, fé e sensibilidade. Um lembrete poderoso de que o segredo da vida não está na receita, mas no jeito de mexer — com constância, coragem e amor.

Ideal para quem quer recomeçar, suavizar o peso dos dias ou simplesmente lembrar que a vida pode — e deve — ter sabor. Pode ser encontrado impresso e online. A Casa 11 Sebo e Livraria fica na R. das Laranjeiras, 371 – Loja 11 – Laranjeiras, e o lançamento será das 18h às 20h.

‘Segredos para Mexer o Doce’ por Izabela Toledo

Alguns livros curam o corpo.

Outros, curam a alma.

Farmacêutica por formação e empresária por herança familiar, Izabela Toledo descobriu que há dores que não se tratam com remédio — mas com palavras, com fé e com propósito.

Em Segredos de Mexer o Doce, Izabela compartilha a receita mais simples e poderosa da vida:
a de transformar dor em movimento, cansaço em fé e rotina em recomeço.

O lançamento acontece em uma livraria que traduz o mesmo ideal:
por menos remédio e mais livros, por mais cultura e doçura no mundo.

Este não será apenas o lançamento de um livro.
Será o início de um movimento — um convite para acreditar, recomeçar e espalhar esperança.

“Porque curar o corpo é ciência.

Curar a alma é cultura.

E mexer o doce é continuar vivendo com fé e doçura.”

Sobre a autora

Farmacêutica de formação, empresária por herança familiar e mentora por vocação. Há mais de 20 anos, não só entende de gestão e estratégia, como também domina a arte de liderar com alma.
Está no comando de um laboratório de análises clínicas que a família construiu há mais de quatro décadas em Goiás, mas não para por aí. Criou a metodologia PEE (Posicionamento com Eventos que Encantam), uma fórmula mágica para quem quer transformar negócios comuns em experiências inesquecíveis..
Além disso, inventou a marca Mexer o Doce, que é muito mais que pôr a mão na massa : é um mantra. Um convite para se reinventar todos os dias, com um toque de açúcar e ousadia.
Palestrante, comunicadora e empresária, Izabela ajuda empreendedores e líderes a criarem negócios autênticos. Agora, a também escritora lança ‘Segredos para Mexer o Doce’.

 

Ficha técnica

Título: ‘Segredos para Mexer o Doce’

Autor: Izabela Toledo

ISBN 978-65-01-76656-0

64 páginas

1ª edição, Rio de Janeiro

Editora: da Autora, 2025

1. Autoajuda 2. Crescimento pessoal 3. Desenvolvimento humano 4. Inteligência emocional 5. Pensamentos 6. Reflexões

Onde comprar: contato@izabelatoledo.com.br

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Sofia Brasil comemora sucesso da música “Casa, beija ou mata” nas plataformas digitais

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Com menos de um mês de lançamento em todas as principais plataformas de distribuição digital, a música “Casa, beija ou mata”, da cantora e compositora Sofia Brasil, já coleciona números impressionantes na internet. A faixa ultrapassou 100 mil plays no spotify, 300 mil plays nas plataformas digitais e 300 mil visualizações no lyric vídeo no Youtube. No TikTok, dezenas de vídeos viralizaram com alguns ultrapassando a marca de um e três milhões de views.

Casa, beija ou mata (Lyric vídeo):

Plataformas digitais:
https://sndo.ffm.to/qvz3yee

O single, que faz parte do segundo projeto da artista, “Sô Frágil”, mistura vários ritmos populares em um som dançante que revela, por trás da batida, a intensidade de quem ama demais. Mostrando sua versatilidade, Sofia Brasil reafirma seu lugar como uma das vozes mais promissoras da nova cena popular brasileira.

“Eu tô muito feliz com tudo que tá acontecendo. Ver tanta gente ouvindo, comentando e fazendo vídeos com a música é muito especial pra mim. O áudio até entrou em alta no Instagram, e eu realmente acompanho tudo — cada play e cada mensagem significam muito”, conta a artista.

“Também é uma realização poder mostrar um pouco das minhas referências do Norte, que fazem parte da minha história e da minha família. É bonito ver que essa energia e esse sentimento estão chegando nas pessoas do jeito que eu senti quando criei. Quem nunca sentiu essa letra em um relacionamento?”, pergunta Sofia.

SOFIA BRASIL
A jornada de Sofia Brasil na música começou cedo. Com apenas oito anos de idade, sua voz já encantava quem a ouvia. Nascida e crescida em São Paulo, capital paulista, local onde vem grande parte de sua inspiração, tem raízes tanto no interior quanto na região Norte do Brasil.

Sofia Brasil sempre se espelhou muito na diversidade cultural que o Brasil oferece para suas composições e interpretações. Desde pequena é fascinada pelas pessoas e seus estilos. Entre apresentações em barzinhos, pequenos shows e até casamentos, ela transformava cada momento em uma experiência inesquecível.

Na pré adolescência, com 12 anos, um momento marcante destacou ainda mais sua paixão pela música: Sofia Brasil teve a honra de dividir o palco com o renomado cantor Seu Jorge, um dos maiores nomes da música brasileira e uma grande inspiração para a cantora. Essa experiência não apenas validou seu talento, mas também mostrou ao mundo que Sofia Brasil estava destinada a brilhar.

Em sua caminhada em um centro cultural como São Paulo, Sofia Brasil teve contato com pessoas e lugares das mais diversas regiões do Brasil. Imagine caminhar pelas ruas de São Paulo… de uma casa você escuta um MPB. Nos bares, é pagode ou um sambinha. No fone do vizinho, rap. Na festa ao lado, sertanejo. Isso é um pouco da sensação de passear em uma cidade tão diversa, agora imagina nascer e crescer na muvuca paulistana? Essa é a realidade da menina mulher, Sofia Brasil, que sempre foi fascinada por essa mistura de culturas, se inspirando em ritmos como brega, mpb, pop, sertanejo e samba. Um estilo batizado de “Brega chique”, por Tierry (cantor e compositor).

Foi assim que nasceu o “Brega chique”: uma mistura autêntica de estilos, com batidas que lembram o sertanejo e o brega, timbres que evocam a popularidade, e uma alma que é única, porque é de Sofia Brasil.

Com o lançamento do EP “Sô Forte”, Sofia Brasil dá o primeiro passo de sua jornada musical profissional. São três músicas que revelam seu lado confiante, ousado e “arisco”. Canções que falam sobre superação, força e a certeza de que, mesmo diante dos desafios, é possível manter a cabeça erguida e o coração aberto.

Todas as três músicas são composições de Sofia Brasil e seu amigo Tierry (cantor e compositor baiano). “Menino” foi a escolhida como a primeira faixa de trabalho. Além de “Terapia”, também faz parte do projeto o single “Perigosa sou eu”.

Para ouvir suas músicas e conhecer um pouco mais de Sofia Brasil, acesse as redes sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/sousofiabrasil
Youtube: https://www.youtube.com/@sousofiabrasil
Facebook: https://www.facebook.com/sousofiabrasil
TikTok: https://www.tiktok.com/@sousofiabrasil

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Festival Bom Gourmet estreia em São Paulo com menus completos a preços fixos

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Há 10 anos celebrando o sabor que move o Brasil, o evento desembarca na maior capital gastronômica do país, reunindo

30 restaurantes

Após consolidar-se como uma das principais plataformas gastronômicas do Sul do país, o Festival Bom Gourmet celebra 10 anos de história e chega a São Paulo para realizar sua primeira edição na capital paulista, de 14 de novembro a 7 de dezembro.

RISOTO-DE-MIGNON-E-GORGONZOLA Galpão Padaria Natural

Durante o festival, 30 restaurantes selecionados oferecem menus completos com entrada, prato principal e sobremesa por preços fixos, em quatro faixas de preço fixas (R$ 89,90, R$ 109,90, R$ 129,90  e R$ 149,90,  variando conforme a casa e o período), convidando o público a explorar diferentes estilos de gastronomia, estimulando a conhecer novas casas da cidade.

Há opções no almoço e no jantar, e cada restaurante define seus horários e condições.  O público poderá conhecer endereços consagrados como o Barolo São Paulo, um dos mais tradicionais nomes da gastronomia italiana e participante do Festival desde sua primeira edição em Curitiba, agora expandindo sua presença para a capital paulista com o mesmo padrão de excelência que conquistou gerações de clientes no Sul.

Outro destaque é o Cuscuz da Irina, que chega ao Bom Gourmet com suas duas unidades, da Vila Madalena e de Santa Cecília, levando à mesa a força e a poesia dos sabores nordestinos. A chef Irina Cordeiro, conhecida por sua trajetória em reality shows e pelo trabalho dedicado à valorização da cultura popular e da cozinha afetiva do Nordeste, assina menus que traduzem afeto, memória e identidade brasileira em cada prato.

Além deles, participam desta edição casas que exploram cozinhas do mundo, como o El Carbón, com seu pirarucu defumado; o Empório do Bacalhau, referência em receitas portuguesas; além de sabores da Hungria, Venezuela, Espanha, Alemanha e África, em uma rota gastronômica diversa e vibrante que reforça o espírito cosmopolita da cidade.

Cachupa Guisoud (Cabo Verde). Manden Baobá

A trajetória – Criado em 2015, em Curitiba/PR, o evento – que, além da capital paranaense, já foi realizado também em Florianópolis, Balneário Camboriú, Itajaí, Porto Alegre e Goiânia – tornou-se uma referência nacional ao unir sabor, experiência e oportunidade em torno da boa mesa. E mais do que um roteiro gastronômico, o Festival Bom Gourmet é um movimento que impulsiona toda a cadeia do setor, de restaurantes e fornecedores a marcas parceiras. São mais de 150 mil menus vendidos anualmente e R$ 120 milhões movimentados na última década, números que reforçam o impacto do projeto, que gera negócios, amplia conexões e valoriza o setor gastronômico em todas as suas frentes.

“O Festival Bom Gourmet chega aos dez anos com a força de quem amadureceu e continua inovando. Somos uma plataforma construída para gerar valor, tanto para o público quanto para os negócios que fazem a gastronomia acontecer”, afirma Deise Campos, head do Bom Gourmet.

Na capital paulista, o Festival Bom Gourmet conta com o patrocínio da Frimesa, parceria business da Artesian Móveis, apoio institucional da Abrasel SP (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e do Visite São Paulo.

Todos os menus com fotos, descrições e valores podem ser encontrados no site festivalbomgourmet.com.br ou no aplicativo Festival Bom Gourmet, disponível gratuitamente nas principais lojas de apps. Não é necessário agendamento e nem compra antecipada: basta chegar ao restaurante participante e pedir pelo menu do festival.

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Relação dos participantes: Barolo São Paulo – Casa Dom Bernardo – Cuscuz da Irina (Vila Madalena) – Cuscuz da Irina (Santa Cecilia) – Doca Steak Wine – Due Amici Cantina – El Carbón – Empório do Bacalhau – Galpão Padaria Natural – Irina Restaurant – Kal Cozinha Criativa – Kofi & Co ( Café e Brunch) – Kolping Haus – Le Cordon Bleu – Kofi & Co – Malandrino’s Restaurante – Mammasan – Manden Baoba (Culinária Africana) – Restaurante Maracujá – North Grill – Paellas Pepe – Pasta Nostra – Qué Vino? – Die Oma Santo André – Restaurante Lilló – Nor Sensi – Transamérica Executive Nova Paulista – Villa Solare – Vino! Vila Leopoldina – Viva Kürtős! Culinária Húngara – La Piadina Cucina Italiana

 

Serviço

Festival Bom Gourmet São Paulo 2025
Data:
 De 14 de novembro a 7 de dezembro de 2025
Locais: em  30  restaurantes da capital paulista
O que oferece: Menus completos com entrada, prato principal e sobremesa
Preços fixos: R$ 89,90 | R$ 109,90 | R$ 129,90 | R$ 149,90

@festivalbomgourmet e @gpbomgourmet

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