| O disco já está disponível em todas as plataformas digitais e reúne 14 faixas cantadas integralmente em português, explorando temas como conflitos humanos, distorções sociais, alienação tecnológica e os impactos das escolhas coletivas no presente e no futuro da sociedade.Com identidade forte e caráter autoral, o trabalho transita entre a agressividade do thrash metal e elementos do death e do heavy metal tradicional, construindo uma sonoridade direta, visceral e carregada de consciência crítica.Acreditamos que este lançamento dialoga diretamente com veículos e audiências que valorizam música pesada com identidade, conteúdo e posicionamento artístico. Será uma honra contar com seu apoio na divulgação do Grinder, um projeto que chega com força e relevância criativa ao metal brasileiro.Haveria a possibilidade de incluir esta PAUTA e uma RESENHA do álbum na sua programação editorial?Contamos com o apoio de sua equipe para fortalecer o rock/metal brasileiro, mantendo o gênero em evidência e apoiando artistas que investem em produção autoral e criativa. Toda colaboração é essencial para que essas vozes cheguem a mais ouvintes.Agradecemos desde já pela atenção e parceria.Atenciosamente,Johnny Z.JZ Press“Sua arte em evidência”E-mail: jzpress@metalnalata.com.brWhatsApp: +55 11 96319-5946 |
| Grinder transforma fúria, crítica social e inquietação humana em manifesto sonoro no álbum de estreia “O Ódio Ainda Queima” |
| O cenário do metal brasileiro ganha um novo e contundente capítulo com o lançamento de O Ódio Ainda Queima, álbum de estreia do Grinder, projeto paulista de thrash metal que surge com força, identidade própria e um discurso direto, visceral e profundamente conectado à realidade contemporânea. O trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e reúne 14 faixas cantadas integralmente em português, reafirmando a potência expressiva do idioma dentro do metal extremo.O Grinder nasceu como desdobramento criativo do vocalista Rodrigo ‘Grinder’ Ortiz, da banda Attack Force, de Atibaia (SP). Com as atividades do grupo em pausa por tempo indeterminado, a necessidade de continuar criando e se expressando artisticamente impulsionou a construção de um projeto que mantém a essência do thrash metal, mas amplia suas possibilidades sonoras com elementos do death metal e passagens que dialogam com o heavy metal tradicional.O Ódio Ainda Queima é um trabalho de identidade forte e caráter profundamente autoral. Todas as letras e arranjos são assinados pelo próprio idealizador do projeto, refletindo inquietações pessoais, observações sociais e reflexões sobre o comportamento humano em suas dimensões mais sombrias e complexas. Porcos no Comando Altares Profanos Insanidade Ratos de Guerra Pânico Correntes Quebradas Muralhas de Vidro Zumbi Digital Lágrimas de Sangue Ruínas do Tempo Ecos do Vazio Heróis Esquecidos Guerra CibernéticaOuça o álbum completo em todas as plataformas digitais ou acesse:Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5UyZthIGw5EcWAbcAvQPWr YouTube: https://www.youtube.com/@grinderthrash Hear Now: https://grinder.hearnow.comA produção do álbum foi realizada em Atibaia, no estúdio NoQuarto, sob responsabilidade de Karlinhos Velásquez, que também assume guitarras, baixo e backing vocals nas gravações. A bateria ficou a cargo de Edson Ferreira. A arte da capa foi criada por Eliseu Velásquez, que também participa com backing vocals, reforçando o caráter colaborativo e familiar que envolve a construção do disco.Mais do que uma coleção de músicas, O Ódio Ainda Queima apresenta um retrato crítico e emocional do mundo contemporâneo. As composições transitam entre conflitos individuais e tensões sociais, abordando temas como distorções psicológicas, relações abusivas, luto, desigualdade, violência e polarização ideológica. O álbum também reflete sobre alienação tecnológica, manipulação da informação e os possíveis rumos da humanidade diante de escolhas coletivas cada vez mais complexas. Entre denúncia, introspecção e questionamento existencial, o trabalho constrói uma narrativa intensa que dialoga diretamente com as inquietações do presente.A identidade musical do trabalho está profundamente conectada à tradição do metal extremo brasileiro, evocando a agressividade sonora e a postura crítica de nomes como Dorsal Atlântica, Korzus, Sepultura e Ratos de Porão, elementos que atravessam o álbum com intensidade e espírito contestador.Assim, O Ódio Ainda Queima marca a chegada do Grinder ao cenário do metal nacional com uma obra intensa, consciente e artisticamente consistente — um manifesto sonoro poderoso, alinhado às tensões e inquietações do nosso tempo.GRINDER nas redes: @grinderthrashAssessoria de Imprensa: JZ PRESS (@jzpressassessoria) |
