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Rionegro e Solimões surpreendem fãs com novo projeto

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Primeira parte de Só Lembranças Acústico chega ao mercado digital neste dia 30 e dupla mais amada do Brasil mostra seus grandes sucessos em formato acústico e intimista.

Baixar fotos em alta Rionegro e Solimões: Créditos Lello Teófilo

Rionegro e Solimões não deixam a peteca cair e, neste fim de ano, preparam um presente especial para seus fãs. Nesta sexta-feira, dia 30, podem estalar as latinhas de cerveja e espocar as rolhas de vinho porque vem aí o EP1 – Só Lembranças Acústico. O projeto compreende o lançamento de cinco grandes sucessos da dupla escolhidos a dedo. As faixas sairão nos aplicativos de música e ganharão clipes no canal oficial da dupla.

Após atravessarem com maestria o período de distanciamento social e apostarem nas transmissões ao vivo para não deixarem os fãs órfãos de conteúdo, Rionegro e Solimões agora colhem os frutos desta nova frente de trabalho. O projeto Só Lembrança Acústico compreende um apanhadão dos melhores modões executados na primeira live, gravada em Franca (SP) – e que serão lançados em pequenos espaços de tempo. Nesta sexta, a dupla dá o pontapé inicial do projeto, lançando o EP 1.

A dupla mais amada do Brasil preparou com carinho essa primeira fatia do projeto. “Brigas”, “A gente se entrega”, “Como Esquecer um Amor”, “O Cowboy Vai Te Pegar” e “Esperando na Janela” completam o set-list do EP 1. “Vem aí, o lançamento do nosso EP 1: “Só lembranças – Acústico”. O EP estará disponível às 00:00 em todos os apps de música e às 11:00 videoclipes no Youtube. Ao todo serão 5 modas regravadas!”, anuncia Rionegro.

Recentemente, Rionegro e Solimões voltou aos palcos com uma mega-apresentação juntamente com Guilherme e Santiago. O show aconteceu em Franca (SP), no Villa Eventos e todo o contexto foi milimetricamente preparado para atender todas as normas da Organização Mundial de Saúde e não colocar em risco equipe, staff, artistas e, principalmente, o público. O espetáculo foi impactante. As duas duplas se apresentaram em um palco 360° com direito a duetos inesquecíveis de memoráveis clássicos sertanejos.

Sobre Rionegro e Solimões

Rionegro e Solimões completou no dia 1 de Abril, 31 anos de carreira levando nas costas o lema “Bote um sorriso na cara e mande embora a solidão”, Rionegro e Solimões chegam a essa marca sendo uma das duplas mais respeitadas do Brasil, colecionando números extremamente satisfatórios. Entre coletâneas e registros de sucesso, eles somam mais de 300 músicas gravadas, 19 CDs e 4 DVDs.  Nestes anos, já subiram no palco mais de 7.000 vezes, venderam mais de 13 milhões de cópias e bateram recorde de público em festas de peão. Como reconhecimento, receberam dezenas de discos de ouro, prata, platina e platina dupla. Em tempo: eles foram os segundos artistas nacionais a gravarem um DVD no Brasil. O primeiro foi Caetano Veloso. Alguns de seus sucessos fizeram parte da trilha sonora das novelas Laços de Família (“Peão Apaixonado”, 2000), Cabocla (“Floresce”, 2004), América (“Na Sola da Bota”, 2005) e A Favorita (“Vida Louca, 2008).

Contatos:

Shows: Mega Produções Artísticas: 062 -3639.7002 / RenatoTanger 016 99223-2106.
Site – http://rionegroesolimoes.com.br/
Canal Oficial do YouTube – https://www.youtube.com/user/rnegroesolimoes
Facebook – https://www.facebook.com/rionegroesolimoesoficial Twitter – @rionegroesolimoes  
Instagram Dupla – @rionegroesolimoes 
Instagram Rionegro – @rionegrocantor   
Instagram Solimões – @solimoescantor

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VANESSA JACCOUD – POR QUE DOENÇAS DE CAUSA EMOCIONAIS CRESCERAM NA PANDEMIA E GERAM PRECONCEITO?

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psicóloga e psicossomatista Vanessa Jaccoud aponta que a relação entre doenças físicas e emocionais é bastante comum, mas que a pandemia agravou esse quadro. Uma pesquisa feita em maio pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) mostrou o agravamento de quadros de saúde mental dos pacientes com a pandemia. Mas por que ainda existe preconceito contra doenças que têm causas emocionais e não físicas?
O significado literal de preconceituar, preconceber é adotar opinião induzida por preconceito ou sem o conhecimento adequado do assunto. Doença é doença, seja ela emocional ou física. 
‘Creio que embora estejamos cada vez mais compreendendo o ser humano de uma forma total e holística, ainda hoje exista uma pequena parte de pessoas e cientistas que insistem em reduzir o ser humano somente ao ambiente físico’, diz a psicóloga Vanessa Jaccoud.
A própria Psicossomática ilumina a ideia do ser humano composto por sistemas distintos, porém integrados na grande composição do que somos, bem como do que adotamos como padrão/crenças, seja na saúde quanto na doença. As pessoas anseiam por razões simples que possam explicar as complexidades do humano. 

É real o processo de comunicação mente-corpo, existe um percurso natural que elenca tudo o que é próprio do humano e nos sujeita a um funcionamento psicofísico conjunto. Não somos somente corpo, nem tão pouco só uma mente, somos a soma de tudo o que nos sustenta, de tudo o que nos envolve de forma bio, psico, sócio, cultural e espiritual. 
Somos o todo e não somente as partes. A afetação mental, psicoemocional pode e deve ser encarada como uma demanda de cuidados e não como estigma de loucura, como alguns ainda pensam. Buscar tratamento com um profissional da saúde mental para um mal estar psicológico, emocional ou até mesmo prevenir nossa dimensão psicológica de danos futuros é beneficiar não somente um, mas todos os outros sistemas que nos constituem enquanto humanos que somos.
Por que chamamos de dor ou fraqueza o que é emoção?
As emoções são uma expressão biológica e tem menor duração do que os nossos sentimentos, por exemplo, embora as emoções sejam mais intensas. A demonstração de uma emoção  não necessariamente significa ser fraco frente a uma determinada situação, significa que somos humanos e detectamos algo no ambiente interno que necessita ser comunicado. Algo importante a ser pensado a respeito das nossas emoções é que não é “o que” detectamos que irá nos gerar má interpretação, mas “como” externalizamos esta comunicação.

Por que o corpo apresenta sintomas de uma doença que não tem?
Corpo e mente são sistemas integrados e utilizam uma comunicação entre si para compreensão dos distintos aspectos psicofísicos que nos compõem. Sintomas são queixas subjetivas e, mesmo na ausência de evidências clínicas que justifiquem, digo, sinais, jamais devem ser ignorados. 
Após uma investigação clínica, caso não existam evidências adicionais que justifiquem tais sintomas, podemos considerar outras alternativas, como afetações psicológicas e/ou emocionais. Muitas vezes a percepção do indivíduo sobre si mesmo e sua saúde pode estar alterada por fatores internos, emocionais, psíquicos desconhecidos até por ele próprio, talvez até fatores inconscientes. 


Dra. Vanessa C Jaccoud
Psico-Oncologista, Psicossomatista e Psicóloga Clínica. Psicologia da Saúde.
Especialista em Psico-Oncologia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG);
Pós Graduada em Psico-Oncologia pelo CEPPS-SP;
Especialista em Psicossomática (1º ambulatório com atendimento multiprofissional do mundo em Psicossomática) pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo;
Formação em Dor Crônica pela University of Minnesota (USA);
Formação em Neurologia clínica (Introductory) pela University of California-San Francisco (USA);
Formação em Primeiros Socorros Psicológicos pela Johns Hopkins University (USA);
Formação em Saúde por todo o espectro de gênero pela Stanford University (USA).
Membro Titulada pela SBPO (Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia);
Membro Certificada pela WPATH (World Profissional Association for Transgender Health);uma das primeiras mulheres brasileiras a fazer parte da Associação.
Membro da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática-SP.Autora do livro “Transgeneridade: um caso espiritual” (a ser lançado)Fundadora da Associação TRANquilaMENTE para a saúde de transgêneros (a partir de julho 2021, no Recreio dos Bandeirantes/RJ).

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Lucas Ávilla – O sertanejo urbano e sem medo de misturar ritmos

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Com o single “Namorada Made In China”, o cantor e compositor paulista surge com um estilo próprio, bem-humorado e ligado ao romantismo

“Namorada Made In China” é o cartão de visitas sonoro de um novo cantor e compositor paulista que tem tudo para dar o que falar. Lucas Ávilla é mais uma prova de que a música sertaneja se expandiu a ponto de criar novos talentos até em grandes metrópoles onde este gênero musical demorou um pouco mais para se firmar.

Nascido na Zona Leste de São Paulo e radicado desde os 9 anos de idade em Itaquaquecetuba, município situado na região metropolitana de SP, Lucas surge com um single que traz o aval de nomes nobres.

A gravação foi feita no estúdio de Luiz Carlos Maluly, produtor de nomes consagrados como Bruno & Marrone, RPM e inúmeros outros, e com arranjo assinado por Marcos “Caixote” Pontes, com currículo repleto de grandes trabalhos ao lado de craques da música sertaneja.

O resultado é uma música dançante, com ágil alternância de ritmos, interpretação personalizada e uma letra que associa a inconstância de uma namorada ao suposto prazo curto de validade de alguns produtos chineses daqueles mais baratinhos.

“Quem me deu a ideia foi a minha irmã Lorena, brincando sobre um produto que veio com defeito e tem essa origem, e aí eu associei a um romance no qual a namorada não dá a devida atenção ao parceiro, pois só quer saber de ir a baladas, de não atender o celular etc”.

Biografia

Lucas Ávilla é o nome artístico de Demétrios Araújo Pereira, que nasceu no dia 29 de abril de 1998. Sua paixão pela música veio de pequeno, principalmente graças aos pais, Luciana e José Carlos, que ouviam de tudo. Isso também proporcionou a ele, desde cedo, não se limitar a ouvir apenas um estilo musical, sendo eclético.

Apaixonado por estudar, ele mergulhou no mundo da informática já aos 10 anos de idade, e logo fez diversos cursos na área. Resultado: aos 13 anos, já dava aulas nesse setor. Em seguida, aprendeu inglês e espanhol, e também virou professor dessas duas línguas.

Fazendo amigos e amigas e sempre buscando ampliar seus horizontes profissionais, ele também criou um pequeno escritório de marketing, montando sites e fazendo trabalhos de divulgação. Além disso, estudou francês e atuou em uma empresa de logística.

Aos 19 anos, realizou um sonho e foi conhecer Londres com um amigo, ficando por lá 12 dias, em 2018. Pouco tempo depois, começou a trabalhar em uma grande rede social, e também iniciou os cursos de Gestão de Tecnologia da Informação, na Fatec de Itaquaquecetuba (cidade onde mora desde os 9 anos de idade) e de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, na UniNove de Vila Prudente, nos quais viria a se formar posteriormente.

E a música, perguntariam vocês? Ela corria de forma paralela, com ele aprendendo violão inicialmente em escola e depois por conta própria. Aos 18 anos, lançou sua 1ª música, com boa repercussão. Um produtor musical de Alphaville o aconselhou a adotar um novo nome artístico, e aí Demétrios (por sinal, nome de um grande cantor brasileiro dos anos 1960, de hits como “Ritmo da Chuva”) virou Lucas Ávilla.

Graças à amiga cantora Cristoilma, o agora Lucas conheceu uma de suas duplas favoritas, Gian & Giovanni, acompanhando uma live dos irmãos. “Eles foram muito simpáticos e me deram bons conselhos, entre os quais que eu buscasse uma identidade própria, não imitando ninguém”, relembra o cantor e compositor.

Incentivado pela amiga, Lucas se inscreveu e conseguiu o apoio financeiro da Lei Aldyr Blanc para gravar três singles, e foi aí que ele conheceu Luiz Carlos Maluly, que gostou tanto do trabalho do novo talento que o convidou para entrar em seu elenco de artistas.

Uma das curiosidades em relação ao trabalho de Lucas Ávilla como compositor é que ele conta com o apoio decisivo da família, sempre mostrando as novas músicas, ouvindo as opiniões de cada um e aperfeiçoando cada nova obra, até conseguir o apoio total.

“Minha irmã Lorena é a criativa, quem me dá ideias. Meu pai (José Carlos) é mais coruja, e a mais rigorosa é a minha mãe (Luciana), brinco que ela é o meu certificado ISO 9000 de qualidade, só diz que está bom quando o trabalho realmente está completo”, comenta.

Confira ” Namorada Made in China”:

http://bit.ly/NamoradaMadeInChina_Clipe

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Stage Pluss celebra tradições juninas com programação especial

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A plataforma terá aula de forró todas as segundas-feiras e shows especiais nos dias 23 e 30
Forró, fogueira, quadrilha. Esse ano, mais uma vez, as tradições juninas vão precisar se adaptar às medidas sanitárias contra a contaminação pela Covid-19. Para te ajudar a celebrar esse São João diferente, a Stage Pluss preparou uma programação especial para o mês de junho. Todas as segundas feiras, os assinantes da versão Premium da plataforma poderão aproveitar as aulas de forró com Dan Forrozim, que foi dançarino da Banda Stakazero e desenvolveu técnicas especiais para auxiliar o processo de ensino da dança.
Cada aula contará com um passo diferente e possibilitará que o assinante possa rever quantas vezes quiser, aprimorando o estilo desse gênero tão brasileiro. Todo o material será gravado e dividido em módulos, ajudando a quem não dispensa um bom ‘bate coxa’.
Nos dias 23 de junho, véspera de São João, e 30 de junho, quando se comemora São Pedro e o encerramento dos festejos juninos, a Plataforma exibirá dois shows ao vivo com os artistas Pecebes Rabelo e Targino Godim. Para quem ainda não conhece, vale dizer que Pecebes é um músico dedicado à sanfona desde os 14 anos. Inspirado em Dominguinhos, ele investe no tradicional Forró Pé de Serra. Godim é conhecido pela canção Esperando na Janela e por ser uma das expressões mais autênticas da música nordestina.
No dia 27 de junho, a Stage fará uma live na página do Instagram juntamente com a mestre em dança Soiane Gomes, que apresentará o e-book : Arromba Chão que anima o salão, Quadrilha de São João. A obra integra o Projeto “Memórias, Danças e Transformações das Quadrilhas Juninas de Salvador” é resultado da dissertação de Soiane, desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
O estudo revela as narrativas das memórias dos quadrilheiros juninos quanto às características que compõem as quadrilhas juninas soteropolitanas, além de apresentar o mapeamento de grupos de Quadrilhas Juninas da Região Metropolitana de Salvador e o histórico de concursos locais, regionais e nacionais, como importantes espaços de transformações. A obra também traz as atuações do Fórum Permanente de Quadrilhas Juninas, ação decorrente da pesquisa, que promove espaços coletivos de reflexão, debates e articulação em busca de políticas públicas para as quadrilhas juninas na Bahia.
O e-book tem o prefácio escrito pela Profª Drª Amélia Conrado, orientadora da pesquisa e professora titular da Escola de Dança da UFBA, e apresentação escrito pela Profª Drª Luciana Chianca, membro da banca examinadora da pesquisa e professora titular da Faculdade de Antropologia da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon, categoria Memória, (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
A Stage também pensou em quem ainda não é assinante e deixará um pacote disponível com o valor de R$5,00 por aula. Para saber mais, acesse: stagepluss.com

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