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Espaço de Arte e Design Boho abre a exposição de Pat Freire, com óleos sobre tela em grandes formatos e aquarelas

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Espaço de Arte e Design Boho abre a exposição de Pat Freire, com óleos sobre tela em grandes formatos e aquarelas, expressando seu imaginário a partir de um olhar criativo sobre a natureza.
 
 
 
A mostra também traz joias especialmente desenhadas por Ana Grynberg para compor a diversidade das artes, com organização da Boho Ourivesaria e Um Olhar Escritório de Arte
 
 
 


Espaço de Arte e Design Boho abre a exposição da artista plástica Pat Freire, com óleos sobre tela em grandes formatos e aquarelas, expressando seu imaginário a partir de um olhar criativo sobre a natureza. Nessa mostra, as pinturas se misturam com joias criadas e assinadas por Ana Grynberg, numa alquimia para os sentidos. São obras de arte para serem olhadas, usadas, sentidas, numa experiência de cores e formas, tintas e gemas, pela qual o espectador poderá se identificar e se conectar com a liberdade de expressão de suas criadoras.

Espaço de Arte e Design Boho busca promover através da diversidade artística, estilos plásticos, visuais e digitais que valorizam e divulgam nossa cultura.  A exposição será aberta no dia 17 de agosto às 16h.


 

“A pintura surge, entre outras coisas, de uma imagem mental. Uma imagem vultosa e ambígua, que às vezes pode sugerir uma montanha, mas que pode evocar também o mar. Na verdade, se trata de uma imagem que não é uma montanha nem o mar, mas um conjunto de forças. Esse tipo de imagem permeia meu imaginário e muito me interessa. São visões que sugerem diferentes experiências de observação da natureza, que possibilitam percepções que transcendem mesmo suas formas e forças originais. Ou seja, não estamos falando de mar ou de montanha, mas daquilo que habita em essência qualquer elemento da natureza. São essas percepções que circulam em meu imaginário”, explica Pat Freire.

“Um sopro de pintura” – Patrícia Freire

Busca-se na pintura fluir como em um gesto único. O tempo parece em suspensão para que, em um suspiro, o espírito se manifeste como em um sopro através da própria pintura. Os significados surgem pela memória da imagem que, ao mesmo tempo, são capazes de trazer outras memórias e outras imagens impregnadas de experiências acessadas em outro tempo, sugerindo, portanto, um movimento contínuo. O movimento do gesto se une à percepção do imprevisto e ao impulso de tornar em realidade aquela ideia em fluxo. Quando essa dinâmica atinge sua maior intensidade, a imagem realizada na tela se torna potente ao ponto de se transmutar diante do observador. Deixa de ser uma imagem singular e fixa para se tornar um fluxo vivo e plural em sinergia com a mente do outro. Nesse momento se estabelece a verdadeira conexão entre pintura e aquele que a vê, sendo isso o que, de fato, importa. (“Um sopro de pintura” – Patrícia Freire)

 
 

Texto Crítico

“O reencontro com a pintura nas telas de Patrícia Freire”


A arte de Patrícia Freire é a conquista diária da própria pintura nas técnicas tradicionais do óleo sobre tela. Sua base está no que Kandinsky chamou de Princípio da necessidade interior. Impossível não sentirmos a cor, não experimentarmos a alegria íntima da sua fruição, conscientes da emoção que ela nos provoca.
Suas composições procuram a horizontalidade, com colorido muito particular em que, numa vertente, somos provocados por certas harmonias de contrastes e, na outra, pelo descanso das monocromias. Suas obras não são figurativas, mas possuem o resíduo icônico. É como se Patrícia recortasse um pedaço da natureza que nos envolve e o levasse ao microscópio da sua sensibilidade para nos fazer observar cada lâmina. Nos
defrontamos com “céus”, “ventos”, “areias”, “mares”, “espaços cósmicos”, tudo isto para percebermos que estamos reencontrando a pintura. Aqui reside o seu segredo. A técnica aliada a uma temporalidade que não conhece a pressa a superficialidade do mundo contemporâneo. Sua modernidade não se dá pela ironia, pelo choque ou pela contestação. Antes se dá pela anulação do espaço e do tempo diante da eternidade.
Seria o concentrar a atenção no instante que passa, retendo todas as sugestões de eternidade que nele estão contidas, conforme Baudelaire já nos ensinou. Contudo, o que mais me entusiasma na obra de Patrícia, é que ela faz “pintura”, efetivamente. Percebe-se o sentido da matéria pictórica no espaço bidimensional. Há transparências, luzes, sombras. Há o trabalho da mão na pincelada sensível e rica. Há uma diversidade de faturas e cores e aqui, mais uma vez, é impossível deixar de pensar em Kandinsky, quando o grande mestre da cor afirmava que se podia falar na “sonoridade das cores”, aproximando a voz do soprano com a laca vermelha-escura… A pintura de Patrícia é ar, água, fogo e terra, em movimento ou repouso. Ela é constitutiva de nossos próprios elementos. É corpo e alma, matéria e espírito.

Ângela Âncora da Luz
Professora de História e Teoria da Arte. Crítica de Arte. Pesquisadora do Programa de
Pós Graduação em Artes Visuais da EBA/ UFRJ.

 
 
Sobre Patrícia Freire
 

Artista Plástica com bacharelado em pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com trabalhos expostos em diversas galerias e instituições de arte no Brasil e no exterior entre as quais: Museu Nacional de Belas Artes/RJ, Galeria Cândido Mendes/RJ, Sesc Copacabana/Rio de Janeiro; Galeria de Arte UFF/Niterói; Blackheath Gallery/Londres; Galeria Aritza/Bilbao; leilão Néret-Minet/Paris. Recebeu Bolsa-residência no International Landscape Workshop- Blanca/ Espanha. Mestre pelo Programa Estudos Contemporâneos das Artes na Universidade Federal Fluminense (UFF), com uma pesquisa de título “Olhar em Transe: Da Natureza da Pintura como Reconexão com o Mundo”, o foco dessa pesquisa é sobre a nossa conexão com a natureza e nossa capacidade de observar e perceber suas influências em nosso comportamento. A pintura como meio de visualização desse processo que mistura o fazer artístico e as relações com o meio ambiente.

Individuais


2013 – “Luz,cor e acasos”- Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Niterói – RJ
2008 – Aritza Gallery – Bilbao – Spain
2004 – Rota das Artes – Niterói – RJ – Brasil
2003 – Centro Cultural Carioca – RJ – Brasil
2001 – Centro Cultural Cândido Mendes – RJ – Brasil
1989 – Sala José Cândido de Carvalho – Niterói – RJ – Brasil 1989 – Galeria EBA 7 –
UFRJ – RJ – Brasil

Coletivas


2021 – Tempo – Galeria Zagut – RJ
2021 – Lumi Festival 2021 – Nova Friburgo – RJ
2020 – ” Take Me To The River”- Motion to Recover – Online Exhibition Platform –
Goethe Institut & Prince Claus Fund – Germany
2020 –Coletiva Eixo 2020 – EixoArte Galeria Virtual – RJ
2020 – “Residência Artística – Laboratório Aberto de Artes – Territórios Sensíveis” –
Galeria Z42 – RJ
2019 – “A Caminho da Babel” – Cúpula Caminho Niemeyer – Niterói – RJ
2017 – “Das Utopias Como Paisagens Possíveis” – Galeria de Arte UFF – RJ
2016 – “EBA 200 Anos” – Museu Nacional de Belas Artes – RJ
2016 – FLORENSE – EIXO Arte – Niterói – RJ
2013 – “40 Aniversario” – Galeria Aritza – Bilbao – Spain
2011 – “Mujeres Pintoras de Galeria Aritza” – Galeria Aritza- Bilbao – Spain
2009 – “Arte Para Navidad” – Galeria Aritza – Bilbao – Spain
2009 – “Retrospetive Period 2008/2009 – Galeria Aritza – Bilbao – Spain
2009 – “Promise to Travel”- Galeria Aritza – Bilbao – Spain
2009 – Néret-Minet & Tessier – Paris – ( auction at 16 may) – France
2009 – “New Year Show” – Blackheath Gallery – London – UK
2008 – Aritza Gallery – Bilbao – Spain
2008 – “Christmas Show “– Blackheath Gallery – London – UK
2008 – “New Year Show” – Blackheath Gallery – London – UK
2007 – Neret-Minet Paris – (auction at 24/11) – France
2007 – The Brownston Gallery – Modbury – South Hams – UK
2007 – Plymouth Arts Trail – Plymouth Arts Centre – UK
2007 – Shortlisted to Open 07 Exhibition at Sherbone House – UK
2007 – Galerie Stand’art – Paris – France
2007 – Lighthouse Visual Arts Centre – Brixham – UK
2007 – Art and Soul Gallery – Plymouth – UK
2006 – Art-Go – Brewhouse Gallery – Plymouth – UK
2005 – Rota das Artes – Niterói – RJ – Brasil
2004 – “Entrecaos” – Espaço das artes – Niterói – RJ – Brasil
2003 – “Feminino” – Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Niterói – RJ – Brasil
2003 – “Campo Ambiental” – Galeria Arte UFF – Niterói – RJ – Brasil
2002 – “Dimensões Paralelas” – Espaço das Artes – Niterói – RJ – Brasil
2002 – “Niterói Arte Hoje” – MAC – Museu de Arte Contemporânea – Niterói – Brasil
1999 – SESC Poemas Visitados /preto & branco – Copacabana – RJ – Brasil
1999 – “Outras Paisagens” – SESC Copacabana – RJ – Brasil
1990 – Centro C. Paschoal Carlos Magno – Niterói – RJ – Brasil
1988 – Centro Administrativo São Sebastião – RJ – Brasil

Premiações

2008 – Scholarship – International Landscape Workshop – Blanca – Spain
1988 – Painting contest – CCS – UFRJ – Brasil
 
 
Sobre a Boho
 
Pensadas para serem usadas a qualquer hora do dia, as jóias da Boho Ourivesaria têm inspiração no bohemian lifestyle. São peças contemporâneas, de ar étnico e retrô, em ouro 18 quilates, em prata, ou em prata com banho de ouro de vários tons, que se destacam pela abundância de pedras. Com um mix harmonioso entre o sofisticado e o despojado, as jóias traduzem a elegância despretensiosa da mulher carioca e são a cara da proprietária da marca, Ana Regina Grynberg Zimmerman, que inaugurou a joalheria em 2012. 
 
Serviço
 
Exposição: Pinturas
Artista: Patrícia Freire
Site: www.patfreire.art
Organização: Boho Ourivesaria e Um Olhar Escritório de Arte
Local: Espaço de Arte e Design Boho
Rua Rainha Guilhermina, 294 – sala 201 – Leblon – RJ
Abertura: 17 de agosto de 2022, das 16h às 21h
Visitação: 17 de agosto a 17 de novembro de 2022
Dias e horários: de segunda  a sexta, das 13h às 17h
Assessoria de imprensa: Paula Ramagem
Entrada franca
Censura livre
Instagram: @patfreire.art  @bohojoias   @umolharnet.real

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Eventos

Feira do Bom Retiro vai combinar K-Pop com música venezuelana neste fim de semana

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Cantora Fran Castelar vai interpretar canções tradicionais da Venezuela e grupos de K-Pop farão apresentações especiais

No próximo sábado, dia 01 de outubro, a Feira do Bom Retiro terá uma programação diferente, combinando apresentações de K-Pop covers com o show da cantora Fran Castelar que irá subir ao palco para apresentar um repertório baseado nos cantos de trabalho da Venezuela, que são as canções interpretadas tradicionalmente sem acompanhamento musical, ronde a cantora revela a potência do próprio canto como uma forma de se reafirmar e de se manter conectada às suas origens é a sua riqueza cultural.

No universo do K-Pop os grupos Stagebreaker e War farão apresentações especiais durante o evento que também terá sessões de Random Play Dance, de Circuito Internacional e Circuitos de K-Pop.

Além de curtir as apresentações o público poderá vestir Hanbok , as tradicionais roupas coreanas, e levar para casa seus nomes escritos em caligrafia tradicional. As barracas também oferecem souvenirs com imagens dos ídolos de K-Pop e de atores de K-drama, além de peças de artesanato.

Para quem quiser fazer uma imersão gastronômica tem desde pratos típicos  coreanos como Topoki, Kimbap, Kimchi, Bulgogui, Bibimbap, Cachorro Quente no Palito, Batata Furacão e Frango Apimentado até outras opções como Churrasco, Yakissoba, Tempura, Guioza, Saltenãs bolivianas, Arepas Venezuelanas e Doces Paraguaios, acompanhados de bebidas e drinks super coloridos.

Organizada pela Associação de Desenvolvimento K-Town Bom Retiro, a Feira do Bom Retiro acontece semanalmente, aos sábados, das 11h às 17h e tem entrada gratuita.

 

FEIRA DO BOM RETIRO

Programação: 01/10

11h40 – Show com a cantora venezuelana Fran Castellar

12h00 – Random Play Dance

12h:30 – Circuito Internacional

13h30 – Apresentação especial STAGEBREAKER

13h40 – Random Play Dance

14h00 – Apresentação especial W.A.R

14h10 – Circuito K- Pop

15h00 – Random Play Dance

15h30 – STAGEBREAKER

15h40 – Circuito K-Pop 2

16h30 – Random Play Dance

17:00 – Apresentação especial W.A.R

17:05 – Finalização

 

SOBRE O BOM RETIRO

Localizado no Centro de São Paulo, próximo a Estação da Luz, o bairro do Bom Retiro se destaca por ser um polo nacional de confecção com mais de 300 lojas, além de cafés e restaurantes, oferecendo infraestrutura completa para lojistas e mais de 120 mil pessoas que circulam por suas ruas diariamente.

Em paralelo à sua vocação comercial, o bairro também possui uma importante herança patrimonial e cultural e tem espaços que fazem parte da história da cidade como o Centro Comercial do Bom Retiro.

Com entradas pelas ruas José Paulino e Ribeiro de Lima, o Centro Comercial. inaugurado em 1960, reúne lojas, escritórios e restaurantes em torno de ruas de paralelepípedos cheias de história e muito charme.

 

FEIRA DO BOM RETIRO

DATA: 01/10/2022

HORÁRIO: 11h às 17h

LOCAL: Centro Comercial Bom Retiro – entradas pelas ruas José Paulino, 226 e Ribeiro de Lima, 453 – Bom Retiro

EVENTO GRATUITO

@feiradobomretiro

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Museu da Língua Portuguesa promove música de concerto, sarau, visita mediada na Primavera dos Museus e contação de histórias

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Gratuitos, eventos como o Plataforma Conexões, Sarau Língua Afiada, Primavera dos Museus e Na Ponta da Língua vão acontecer entre os dias 21 e 30 de setembro

Museu da Língua Portuguesa prepara uma intensa e diversificada programação entre os dias 21 e 30 de setembro. As atividades, todas elas gratuitas, envolvem música de concerto, sarau de poesia, visita mediada dentro do projeto Primavera dos Museus, jogos sobre nosso idioma e até mesmo alongamento e aula de step.

As ações têm início no dia 21 de setembro, quarta-feira, quando ocorrem mais um encontro do projeto Com Viver – Ocupação UBS Bom Retiro e outra edição do Plataforma Conexões. Neste dia, as duas atividades vão ser realizadas no mesmo horário, a partir das 14h, no Saguão B do Museu da Língua Portuguesa. Enquanto profissionais da UBS Bom Retiro vão oferecer alongamento e introdução à dança circular, os pianistas Emilly Alberto, Ingrid Uemura e Lucca Verdi apresentam o espetáculo CPTMúsica: Conversas, Piano, Travessias e Música, no qual interpretam músicas de concerto, como “O Trenzinho do Caipira”, de Heitor Villa-Lobos.

CPTMúsica é a quinta atração do projeto Plataforma Conexões, que selecionou oito trabalhos nas áreas de teatro, música, dança, contação de histórias e literatura, que têm como fio condutor o tema Travessias pela Cidade, de artistas ou grupos iniciantes. Os escolhidos entraram para a programação cultural de 2022 do Museu.

No dia 28 de setembro, acontece outro encontro do projeto Com Viver – Ocupação UBS Bom Retiro, desta vez oferecendo aula de step, exercício aeróbico realizado com o uso de uma pequena plataforma, e novamente alongamento.

Já no fim de semana dos dias 24 e 25 de setembro, o Museu da Língua Portuguesa organiza mais uma edição do Sarau Língua Afiada, realiza visitas mediadas dentro da programação da Primavera dos Museus e estreia o projeto Domingo no Museu.

Na sétima edição do Sarau Língua Afiada, sempre sob o comando do ativista cultural Sérgio Vaz, os convidados serão a turma do Sarau Asas Abertas e o DJ Zeca, responsável pelo som. O evento vai acontecer no dia 24, sábado, no Pátio B do Museu, das 12h às 14h, com o microfone aberto para quem quiser dividir a sua poesia com o público presente.

O Núcleo Educativo, nos dias 24 e 25, às 10h e às 13h, prepara visitas temáticas dentro da programação da Primavera dos Museus. Com o tema Independência e museus: outros 200, outras histórias, o tour oferecerá um outro olhar sobre o bicentenário da Independência do país por meio do conteúdo encontrado na exposição principal do Museu da Língua Portuguesa. Para participar, não é necessário realizar agendamento; basta comparecer 15 minutos antes em um ponto próximo à bilheteria do pátio A. O visitante deve ficar atento, pois o número de participantes é limitado (15 pessoas por grupo): no sábado, a entrada é gratuita, enquanto no domingo é o valor do ingresso do Museu (R$ 20, a inteira, R$ 10, a meia).

No dia 25, domingo, acontece a estreia do Domingo no Museu, a partir das 11h, no Saguão B. Neste projeto, o Museu da Língua Portuguesa convidará famílias de bairros mais afastados do bairro da Luz, onde está localizado, para assistir a espetáculos artísticos – quem vier ao Museu ou estiver nele também poderá prestigiá-los. Neste dia, a atração é OLHARidade: contos de voz e de ver, do grupo Romarias, um coletivo de surdas e ouvintes que mescla teatro, poesia, narração de histórias e interação com o público por meio de linguagem bilíngue (português e libras).

O projeto É hora de história é a atração do dia 29 de setembro (quinta-feira). Nesta atividade, a atriz Ana Luísa Lacombe apresenta “Contos de Fadas Brasileiros”. Este espetáculo de contação de histórias vai começar às 14h, no Saguão B do Museu da Língua Portuguesa.

Para encerrar o mês, o Núcleo Educativo realiza a atividade Na Ponta da Língua, no dia 30 de setembro (sexta-feira), das 12h às 13h, no Saguão Central da Estação da Luz. Por lá, ele convida os transeuntes a participar de jogos sobre nosso idioma e a cultura popular. Nesta edição da ação, a brincadeira proposta será o Dê a Letra, na qual o participante será, digamos, desafiado a revelar se realmente sabe a letra de famosas canções da música popular brasileira.

 

SERVIÇO 

Projeto Com Viver – Ocupação UBS Bom Retiro 
Dias 21 e 28 de setembro
Das 14h às 15h30
No Saguão B do Museu da Língua Portuguesa
Grátis

 

lataforma Conexões – “CPTMúsica: Conversas, Piano, Travessias e Música”
Dia 21 de setembro
Das 14h às 15h
No Saguão B do Museu da Língua Portuguesa
Grátis

 

7º Sarau Língua Afiada – Com Sarau Asas Abertas e DJ Zeca
Dia 24 de setembro
Das 12h às 14h
No Pátio B do Museu da Língua Portuguesa
Grátis

 

Primavera dos Museus – Visita mediada “Independência e museus: outros 200, outras histórias”
Dias 24 e 25 de setembro
Às 10h e às 13h
No Museu da Língua Portuguesa
Grátis (no sábado) e R$ 20, inteira, e R$ 10, meia (no domingo)
Sem necessidade de inscrição prévia; grupos são formados 15 minutos antes próximo à bilheteria, no pátio A

 

Domingo no Museu – “OLHARidade: contos de voz e de ver”
Dia 25 de setembro
A partir das 11h
No Saguão B do Museu da Língua Portuguesa
Grátis

 

É hora de história – “Contos de Fadas Brasileiros”, com Ana Luísa Lacombe
Dia 29 de setembro
Às 14h
No Saguão B do Museu da Língua Portuguesa
Grátis

 

Na Ponta da Língua – Dê a Letra
Dia 30 de setembro
Das 12h às 13h
No Saguão Central da Estação da Luz
Grátis

 

Exposição principal 
De terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até 18h)
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Grátis para crianças até 7 anos
Grátis aos sábados
Acesso pelo Portão A (em frente à Pinacoteca)
Ingressos na bilheteria ou pela internet:
https://bileto.sympla.com.br/event/68203 

 

 

Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz s/n – Luz – São Paulo
Estacionamento conveniado (Garage K): entrada pela avenida Tiradentes, 248, e pela rua João Teodoro, 78

 

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA
Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa foi concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

 

PATROCÍNIOS E PARCERIAS
A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Temporada 2022 conta com patrocínio do Grupo Volvo, do Instituto Cultural Vale e do Itaú Unibanco, apoio da Booking.com e do Grupo Ultra e das empresas parceiras Cabot, Marsh McLennan, escritório Mattos Filho, Verde Asset Management, Faber-Castell e Bain&Company. Rádio CBN, Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus parceiros de mídia. A Temporada é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

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Albertina Prates abre a exposição “Oculus”, no showroom da Tartaglia Arte – Galeria 221 de Melinda Garcia

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Albertina Prates abre a exposição itinerante “Oculus”, no showroom da Tartaglia Arte – Galeria 221 de Melinda Garcia, atendendo a pedidos após sucesso da individual de mesmo nome realizada em maio deste ano.
 
 
 
 A artista traz algumas das peças de grandes dimensões, que também ocuparão os corredores do Shopping Cassino Atlântico, com telas que esbanjam sensualidade e questionamentos.
 
 
 

A artista plástica Albertina Prates abre a exposição “Oculus” , atendendo a pedidos após o sucesso da individual de mesmo nome no Centro Cultural Correios RJ (maio/julho 2022), onde apresenta pinturas em grandes dimensões, com  proposta atemporal, pois fala do ser humano – homens, mulheres e crianças, em sua humanidade. Na composição das obras, o nu é o ponto de partida e  a vestimenta indica o tempo, produzindo pensamentos e criando perturbações, levando o espectador a estabelecer uma relação entre a natureza, a vida humana e sua interferência sobre outros seres vivos no planeta. 

A exposição, itinerante, pode ser visitada no showroom da Tartaglia Arte – Galeria 221 de Melinda Garcia e nos corredores do Shopping Cassino Atlântico, com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez,  entre os dias 22 de setembro e 18 de outubro de 2022. “

 
 
“…As imagens de Albertina Prates nos convidam a sair da posição confortável de senhores da visão, levando-nos a situações de vertigens ou de pequenos imprevistos, fazendo-nos atravessar a estrutura da vigília e alcançar a sonoridade de situações silenciadas e indizíveis…” Lígia Czesnat – Professora do Departamento de História -UFSC e Artista Plástica.

SOBRE A EXPOSIÇÃO 

“Albertina Prates apresenta pinturas de dimensões gigantes. Para além de uma produção estética, suas pinturas podem ser consideradas como ato de produzir pensamento, demandar uma perturbação, um ruído, uma fissura. Albertina leva o espectador a estabelecer uma relação entre a natureza, a vida humana e sua interferência sobre os outros seres vivos no planeta.

As figuras de arquétipos mitológicos transitam no campo conceitual. E, antagonicamente, num plano mais contemporâneo, na linguagem que constituI o humano, reverberando as pesquisas de manipulação genética que se oferecem como um fio condutor ao estranhamento … a de que os seres humanos se estimulam a serem CO-CRIADORES com DEUS.. E,  nessa travessia,  a artista propõe reflexões às circunstâncias que resguardam os elos entre a terra e o homem – o homem, o céu e seu Deus. Sua poética se dá da obra para o planeta com sua fauna e flora, e a referência é o fazer HUMANO, onde se reconhece sua solidão indômita, sua força atávica, sua fragilidade e sua necessidade nata de conexão com o DIVINO.”

SOBRE ALBERTINA PRATES

Nascida em Criciúma, trabalha e mora em Florianópolis/SC desde 1975. “Na composição de minhas obras, o nu é o ponto de partida – a vestimenta indica o tempo e a minha proposta é o ATEMPORAL,  pois falo do ‘SER – HUMANO’ : homens, mulheres, crianças e sua HUMANIDADE”, explica a artista.  Admira  William Blake, Lucian Freud e Francis Bacon.
Formou-se em Artes plásticas – UDESC. Pós-graduada em Gerontologia – UFSC e em Artes Visuais Contemporâneas – UDESC.
Foi apresentadora do VARIEDADES Jornal do Almoço – TV RBS.  Atuou no cinema e no teatro como atriz, cantora, figurinista e direção artística.
Nas escolas de samba, como Carnavalesca, criando enredos, figurinos, carros e alegorias. Ilustrou livros de Odir Nascimento e Vilson Francisco de Farias. Criou o selo de emissão especial “Área de proteção Ambiental da Baleia Franca”. Criou cartões telefônicos – Brasil Telecom – Edição Colecionador.
Participou de Salões de Artes Contemporânea em Blumenau e Itajaí/SC. Criou grandes painéis em mosaico e em pintura acrílica em importantes obras públicas de SC. Tem pinturas espalhadas pelo Brasil e Europa em coleções particulares. Participa de exposições coletivas e individuais desde 1973.
A obra “BEEMOT” recebeu prêmio de reconhecimento em Belgrado (medalha de prata) – Serbia – Museum Night 2013
A obra “CASULO” recebeu prêmio de reconhecimento em Budapeste (medalha de ouro) – Nádor Galéria – e participou de uma exposição coletiva itinerante por Viena, Madri e Berlim (2013).
A obra “CHEIRO DE JARDIM” está catalogada no livro do Salon SNBA – Carrousel Du Louvre – Paris (2013).
A obra ¨CHEIRO DE JARDIM III¨ recebeu prêmio (medalha de prata) no SALÃO INTERNACIONAL DE ARTE – Araras/SP (2013).
Integra, como artista plástica, o livro ANTOLOGIA – 10 anos – ACALI – Academia Catarinense do livro (2013).
Seu nome consta do livro de Artes “INDICADOR CATARINENSE” – MASC.
Participa do Catálogo de Arte e do Anuário de Arte – ARTE ATUAL – Salvador/BA (2014)
Recebeu prêmio (medalha de bronze) SBBA – Rio International Exhibition – Rio de Janeiro (2014)
Participou da II BIENAL Internacional de Arte Contemporânea – Argentina (2014)
Participa do livro “ARTE BRASILEIRA NA CONTEMPORANEIDADE” – São Paulo e Nova York – Ed. Ornitorrinco (2016)
Participou da Bienal de Curitiba – Filme da Cineasta Mara Salla – Curta vídeo-Arte – “A ARTE QUE ME HABITA” (2017 e 2018).

Principais exposições individuais

“SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA”- Espaço Cultural – UFSC (1992)
“TANGENDO PÚRPURA”- Casa da Cultura ESTÁCIO DE SÁ (2003)
“MULHERES DO NOSSO TEMPO” – Espaço Cultural do Centro de Eventos- São José (2006)
“VANITAS” – MASC/CIC (2009)
“PONTO FORA DA CURVA” – Espaço Cultural Lindolf Bell/CIC (2015)
“A PELE” – MASC/CIC (2017)
“HABITACULUNS” – Fundação Cultural BADESC (2017/18)
“ALBERTINA PRATES 1980-2019 – TARTAGLIA ARTE/Roma (2019). Espaço Cultural CORREIOS/Porto Alegre.
“OCULUS” – Centro Cultural Correios RJ 2022

Últimas Exposições Coletivas



“156 Anos de Cruz e Souza” – “DIZER E VER CRUZ E SOUZA” – MHSC – Florianópolis (2017)
“EPPUR SI MUOVE – MESC/BADESC” – Florianópolis (2018)
“CARTOGRAFIAS DO CAMINHAR” – Fundação Assis e MHSJ – Florianópolis (2018)
“OGNUNO IL SUO STILE” – Tartaglia Arte Roma e Centro Cultural Correios – Rio de Janeiro e Brasília (2018/19)
“DIALÉTICAS DO ENTORNO” – MHSC – Florianópolis (2019)
“ARTENDA” – ACAP – Maratona Cultural/Floripa Conecta – Florianópolis (2019)
“RESISTÊNCIA – ATO POÉTICO EM COR E FORMA” – Espaço Cultural Lindolf Bell/CIC – Florianópolis (2019).
  
 
SOBRE A TARTAGLIA ARTE

A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.


O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.
Site: tartagliaarte.org
 


SERVIÇO

 
Exposição: “Oculus”
Artista: Albertina Prates @albertinaprates
Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez
Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia
 
Data de abertura: 22 de setembro de 2022
Visitação: 22 de setembro a 18 de outubro de 2022
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Realização: Tartaglia Arte
 
Local: Showroom Tartaglia Arte – Galeria 221 Melinda Garcia
Shopping Cassino Atlântico
Av. Atlântica, 4.240 – 2º piso – Posto 6 – Copacabana – RJ
De segunda a sábado, das 12h às 19h
Entrada: gratuita
Classificação: livre

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