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De coxinha a batom: conheça cinco franquias que apostam em produtos veganos

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O consumo de produtos sem origem ou testes em animais está em alta e as empresas que atuam no segmento do franchising estão antenadas a constante evolução do mercado

Recentes pesquisas revelam que os consumidores de produtos veganos, em sua maioria, não são necessariamente veganos. Não à toa, o mercado agora tem focado nesse público e as redes de franquias passaram a repensar seus cardápios não só de alimento, mas também de produtos, trazendo opções completamente livres de origem ou testes em animais. Agora, mais do que acompanhar a tendência, implementar opções veganas tem sido fundamental nas estratégias das redes, que veem com bons olhos esse crescimento, e apostam nele para se sobressair nos dias de hoje. Conheça cinco delas!

Açougue Vegano é a primeira rede de franquias veganas genuinamente brasileira e criada com a proposta de atender ao público que foca neste estilo de vida. Fundada no Rio de Janeiro em 2016, a rede oferece produtos como a coxinha de jaca, o hot vegan -versão do tradicional cachorro quente porém com salsicha a base de grão de bico- e o cheddar vegano, cujo ingrediente básico é a cenoura defumada. De lá para cá, o negócio prosperou muito mais do que o planejado: a loja virtual se transformou em franquia e adentrou às redes de supermercados; e mais: os R$ 35 mil investidos na primeira unidade física, recuperados em um único fim de semana, deverá se transformar em R$ 10 milhões em faturamento neste ano de 2021.

Já a Pizza Prime, maior rede de pizzarias 100% brasileira, oferece, além de suas pizzas tradicionais, sete opções veganas no cardápio. Entre as mais pedidas estão a Al Fungui, com recheio de shitake, shimeji, champignon, gergelim branco, requeijão vegano e pimenta biquinho. A rede conta com mais de 60 lojas espalhadas pelo Brasil e, em apoio a campanha “Segunda sem Carne”, que incentiva as pessoas a não comerem carne nas segundas-feiras, concede um desconto de 15% em todo cardápio de pizzas veganas e vegetarianas. A promoção é válida apenas neste dia da semana e só para pedidos realizados pelo aplicativo e site da rede, não sendo cumulativa com cupons de descontos. Site: deliverypizzaprime.com.br

O Mr. Fit já nasceu com o comprometimento em promover e auxiliar pessoas na manutenção de um estilo de vida saudável e cada vez mais consciente e, por isso, também oferece opções de pratos veganos, como o estrogonofe de palmito, fricassê de carne de jaca com requeijão vegano, feijoada vegana com legumes grelhados,  moqueca de banana da terra, além de lanches como o Burguer Fit Vegan, feito com hambúrguer vegano de soja, molho de mostarda, cebola roxa, rúcula e tomate seco, no pão integral com gergelim. A rede, criada em 2013, conta com mais de 500 franquias em 24 estados brasileiros e desde o início da pandemia cresceu 200%,  pretendendo agora encerrar o ano com um faturamento na casa dos R$90 mi.

Espetto Carioca, rede de bares e restaurantes, é reconhecido pelo extenso e variado cardápio, mas como o próprio nome sugere, a especialidade da casa são mesmo os espetos. Entre os destinados aos vegetarianos e veganos estão os de abobrinha, berinjela, mussarela de búfala com tomate seco, brócolis, palmito com tomate seco e rúcula, além do misto com carne e linguiça 100% vegetal. A rede hoje conta com mais de 30 unidades espalhadas pelo Brasil.

Mas não é só o segmento de alimentação que está fazendo sucesso, empresas de cosméticos também acompanham esse movimento. É o caso da Yes! Cosmetics, com mais de 20 anos de atuação, que possui mais de 50% dos produtos com fórmula livre de componentes de origem animal, parabenos e triclosan e que não são testados em animais, isto é, são cruelty free. A Yes! caminha para se tornar 100% vegana, com a substituição gradativa dos produtos, alinhando-se às principais tendências mundiais. E não é à toa este movimento da empresa, já que mercado global de cosméticos veganos faturou US$ 15,1 bilhões em 2020 e esse número deve chegar a US$21,4 até 2027, segundo um relatório divulgado pela consultoria americana ReportLink, que revelou também que os valores dos produtos, seja vegano ou tradicionais, estão se tornando equivalentes.

 

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A nova era da mineração já é realidade

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Minery aposta na inovação do mercado

As mudanças estão acontecendo disparadamente e práticas de inovação não param de surgir. Na mineração não é diferente. Startups dessa área estão criando aplicativos, passaportes digitais, programas de segurança e rastreabilidade para modernizar e inovar as negociações entre mineradoras e compradores de todas as partes do mundo.

As tendências mais atuais nas áreas da tecnologia, finanças e ESG (Ambiental, Social e Governança) voltadas para o mercado de mineração foram discutidas no evento online Connect.mine. Para gerar as inovações que o mercado precisa, o futuro da área e as práticas internacionalmente reconhecidas como as melhores foram abordados no webnário.

O evento contou com a participação de especialistas: Felipe Stark (CTO na Minespider Especialista), Guillaume Légaré (Head – América do sol, Toronto Stock), Valdir Farias (especialista em finanças para mineração), Patrícia Procópio (Presidente Women in Mining Brasil), Marilia Abrão (fundadora da consultoria GEOMZ), Márcio Remédio (diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM), Manuel Correa (CEO da startup AdamaNT) e Rafael Brant (idealizador e cofundador do JAZIDA.com).

“Grandes nomes da mineração se reuniram para debater o investimento em mineração, melhores práticas e tendências do mercado, inovação e otimização na solução de problemas com tecnologia. Além disso, apresentamos a construção inédita de um banco de inteligências acessível e que se encontra de forma periódica para acelerar mudanças”, conta Eduardo Gama, CEO da Minery, startup voltada para a modernização do mercado de mineração.

A mais nova inovação no mercado da mineração é a rastreabilidade, em que passaportes digitais criados pela Minespider, são usados para a rastreabilidade de matéria prima. Assim, juntamente com as certificações do Certimine, criado pela Minery, agregam informações através da cadeia, desde informações, logísticas, análises e quaisquer outras informações que possam garantir a rastreabilidade do produto até o cliente final.

“A blockchain é usada para registrar transações e rastrear ativos. Assim, o processo é mais seguro, pois temos dados das mineradoras que permitem ver se a empresa tem boa procedência. Temos uma parceria com a Minery, em que colocamos toda a certificação e as transações através do blockchain para trazer segurança a todos”, relata Felipe Stark, CTO na Minespider.

“Temos uma vasta experiência em mineração e queríamos mostrar para as mineradoras brasileiras que é possível atuar com inovação, eficiência, tecnologia e respeito ao meio ambiente. Connect.mine atingiu nosso objetivo e foi incrível. Ano que vem faremos esse evento novamente de forma híbrida, para podermos debater com mais especialistas”, concluiu Raphael Jacob, CMO da Minery.

Sobre a Minery

A Minery é uma startup brasileira que tem o objetivo de facilitar e modernizar as negociações de commodities entre as micro, pequenas e médias mineradoras e os compradores. A plataforma funciona como um marketplace e, por meio da tecnologia, oferece transparência e segurança, incentivando a competitividade justa. O Certimine, certificação criada pela empresa, leva em conta diversos parâmetros com base nos princípios dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU para atestar a confiabilidade das mineradoras que vendem na plataforma. A Minery também presta serviços de consultoria para melhorar os processos das pequenas mineradoras, a fim de que o setor seja cada vez mais sustentável.

www.minery.com.br

Sobre Eduardo Gama

Engenheiro de Mineração pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), tem experiência mundial na indústria de exploração mineral e trade finance e já atuou como analista no mercado de trading de commodities minerais. Atualmente, é CEO da Minery e desenvolve soluções inovadoras para o setor de mineração. Natural de Goiânia/GO, vive em Palmas/TO desde 2000, onde já trabalhou na área de mineração do governo e da iniciativa privada.  Tem o sonho de transformar o mercado de mineração por meio da tecnologia e da sustentabilidade.

Sobre Raphael Jacob

Natural de Brasília/DF, se mudou para Palmas/TO aos sete anos de idade e, por isso, se considera tocantinense. Graduado e pós-graduado na área de comunicação pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), além de comunicador, é um empreendedor nato. CMO da Minery, já atuou como diretor de criação e diretor de marketing e busca melhorar as cadeias produtivas por meio da comunicação assertiva. Acredita na sustentabilidade e na tecnologia como o caminho para melhorar o mercado de mineração no Brasil.

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Mitos que atrapalham a escrita

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Uma das ferramentas mais poderosas e utilizadas na comunicação é a escrita e saber escrever, na realidade, passa por alguns fundamentos importantes. Em primeiro lugar, é preciso ter clareza quanto à abordagem que deve ser usada em cada canal: e-mail, mensagens por aplicativo, relatórios, artigos, textos jornalísticos e cartas, por exemplo, precisam ser escritos de maneiras diferentes para transmitirem a mensagem desejada.

Para além disso, existem três mitos que fundamentalmente rondam a competência de escrever e que mais atrapalham que ajudam. O primeiro é achar que a gramática correta, por si só, garante um bom texto. É claro que conhecer as regras gramaticais é importante, mas isso não é suficiente para que a escrita seja clara e concisa. Há textos que são gramaticalmente corretos mas que não têm clareza e, portanto, não atingem o seu objetivo.

Outro mito é em relação ao domínio do conteúdo. Muitas pessoas pensam que saber muito sobre o assunto garante uma boa escrita e isso é algo que herdamos dos tempos de escola, em que as aulas de redação são focadas, muitas vezes, no desenvolvimento de temas. Argumentação, fundamentação, dados e informações relevantes são o ponto de partida, mas só dominar o conteúdo não necessariamente garante um texto de qualidade.

O terceiro é pensar que o texto é um produto acabado, que quem escreve bem o faz de primeira e não precisa mexer mais no material. Na verdade, é o contrário: quem domina a escrita faz, reformula, apaga, edita, altera a ordem das palavras e dos parágrafos. Escrever bem, às vezes, é sobre escrever páginas e depois apagar para fazer reformulações com o objetivo de atender às necessidades daquela mensagem.

O texto é um processo, uma atividade verbal. Edições e reformulações são essenciais para que ele fique a contento. Além disso, é importante pensar no que o leitor espera e o que ele não espera ver no texto. Um e-mail, por exemplo, não deve ser prolixo e conter muitas informações, porque é um canal de comunicação rápida. O mesmo acontece com os aplicativos de mensagens, que são mais interativos e, portanto, não devem ser usados para textos longos.

Na linguística, o gênero é muito importante. Trata-se, basicamente, de um termo técnico para falar sobre o que cada texto deve contemplar. Além disso, textos têm movimentos e, para isso, o uso de algumas técnicas é fundamental, como a inserção de pronomes, expressões e conectivos para encadear as informações de forma que elas façam sentido.

De maneira geral, portanto, devemos encarar a comunicação escrita de uma forma mais processual, como uma atividade interativa, que tem uma expectativa em relação a quem vai receber a informação, além de levar em conta as técnicas que têm a ver com os movimentos do texto. É importante encarar dessa maneira e deixar de lado os mitos do texto muito gramatical, muito conteudista ou como produto.

Sobre Vivian Rio Stella

Doutora em linguística pela Unicamp, com pós-doutorado pela PUC-SP, especialista em comunicação e coordenadora do comitê de Comunicação Digital da Aberje. Idealizadora da VRS Academy. Professora da Casa do Saber, da Aberje e da Cásper Líbero. Começou a realizar textos e produzir materiais didáticos e a dar curso sobre redação e e-mails. Por anos corrigiu redações da Unicamp. Do mundo acadêmico queria migrar para o mundo corporativo e depois de anos como consultora montou a VRS, que completa em 2021 oito anos, para ministrar seus próprios cursos e empreender com liberdade.

 

Sobre a VRS Academy

Consultoria de ensino corporativo há 7 anos no mercado. A partir de palestras, rodas de conversas, jornadas e workshops customizados para as empresas, a VRS trabalha com o conceito de Lifelong Learning – aprender é para toda a vida. Com a convergência de mídias, a consultoria realiza diversas ações que estimulam a interação efetiva dos participantes, saindo do piloto automático e construindo as competências necessárias. A VRS conta com uma rede de facilitadores que têm experiências tanto no universo acadêmico quanto no corporativo. As ações da consultoria são integradas, utilizando técnicas didáticas, inovadoras e criativas.

www.vrsacademy.com.br/

www.instagram.com/vrs_academy/

contato@vrsacademy.com.br

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No mês da Consciência Negra, Elisa Fernandes questiona racismo da sociedade brasileira em novo single

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No mês da Consciência Negra, Elisa Fernandes questiona racismo da sociedade brasileira em novo single “Você não sabe o que é ser preto”

A faixa chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (12) e integrará o próximo EP da artista com lançamento previsto para 2022

A cantora e compositora carioca, Elisa Fernandes lança nesta sexta-feira (12) a faixa “Você não sabe o que é ser preto”. Com discurso contundente, a letra toca – sob a ótica da pessoa negra – na ferida aberta e exposta do racismo na sociedade brasileira. A música chega acompanhada de um clipe no canal do YouTube da artista.

 

Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=m0gu0-IQa3g

“A cada manchete sobre racismo com grande repercussão na mídia e nas redes sociais é um gatilho na gente, é o trauma do colonialismo batendo forte na nossa cara, batendo pra matar. A cada ato racista que eu me deparo no meu dia a dia, cresce por dentro um sentimento de que o racismo mata a gente de muitas maneiras”, revela a cantora.

 

Em trechos como “Enquanto tu passeia pelo shopping / Tão matando outro preto. Outro preto… / Não é uma questão de opinião, não / Guarde pra você teu preconceito / E lave a tua boca pra falar / Você não sabe o que é ser preto”, a artista alerta sobre o fato de que enquanto muitos usufruem da sua liberdade de ir e vir, negros estão morrendo e sendo vítimas de racismo.

 

“A música nasceu carregada de uma indignação que também mata se a gente não botar pra fora. O racismo está na pessoa que me vê dentro de uma loja e me pergunta o preço de alguma coisa porque presume que estou sempre a serviço. Também está quando não sou atendida se estou numa loja porque não tenho o perfil de quem compra. O racismo tá lá quando eu abro a minha porta e a pessoa manda chamar a dona da casa porque eu tô vestida com roupa de ficar em casa e presume que eu não moro aqui… A música fala disso, dessas mortes diárias que quase ninguém vê, mas que estão aí o tempo todo, nos matando”, conclui.

 

O mês da Consciência Negra é uma oportunidade de ampliar os debates acerca do tema, mesmo que a maior parcela da população do Brasil se autodeclara negra, faz parte do cotidiano do brasileiro se deparar com cenas de racismo. Assim como outros artistas, Elisa tem uma função importante nesse contexto.

 

Letra

Enquanto tu carrega cocaína no jatinho

Morre um preto

Enquanto tu se muda pra Miami

Tão matando um outro preto

 

Ninguém é santo, não tô falando de santo

Enquanto tu assiste a tua novela

Tão levando um outro preto

 

Preto na praia?

Não pode praia

Só se empurrando o carrinho pra madame

No baixo, bebê

Aí pode preto

 

Preto viajando é uma abominação

Preto passeando na lagoa com a família

É um caso sério

Um despautério

 

“Tem que cobrar ingresso dessa gente preta

Não pode praia

Não pode preto”

 

Não tem anjo, não tô falando de anjo

Enquanto tu destila teu veneno

Tão levando outro preto

 

Matar o branco?

Não é disso que eu tô falando

Mas penso que seria interessante

Se morresse menos preto

 

Você não acha que seria interessante

Se morresse menos preto?

 

Enquanto tu decora teu discurso de elite

Morre um preto. Olha, outro preto!

Enquanto tu assiste aqueles brancos na TV

Morre outro preto, menos um preto

 

Ninguém tá te pedindo um parecer

Enquanto tu passeia pelo shopping

Tão matando outro preto, outro preto

 

Não é uma questão de opinião não

Guarde pra você teu preconceito

E lave a tua boca pra falar

Você não sabe o que é ser preto

 

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

Você não sabe o que é ser preto

 

Ficha técnica

Produzido por Rodrigo Campello

Direção Artística e Vocal: Suely Mesquita

Gravado e Mixado no MiniStereo Studios (RJ) por Rodrigo Campello

Masterizado no Classic Master USA (Miami) por Carlos Freitas

 

Faixa a Faixa

01 Voce n Sabe o q e’Ser Preto (Elisa Fernandes)

Rodrigo Campello: Arranjo, Bateria Eletronica, Sampler, Ganzas, Tamborins, Teclados, (Baixo e

Piano Elétrico) Guitarra, Violão

Elisa Fernandes: Congas, Pandeiro

Suely Mesquita: Teclado (Piano Elétrico), Vocais

 

Sobre a artista

Elisa Fernandes é cantora e compositora carioca que coloca sua música a serviço das lutas por igualdade de gênero, igualdade racial, além de fazer da bandeira LGBTQIAP+ sua causa. Afilhada musical de mestre Monarco, líder da Velha Guarda da Portela, a artista lançou no final de 2020 seu primeiro álbum, “ELISA”, que já ultrapassou a marca de 1 milhão de plays nas plataformas musicais. Em abril deste ano lançou “Saravá, Paz e Bem”, feat com o grupo Casuarina, que está tocando nas principais rádios do gênero no país e integra EP com lançamento previsto para março de 2022. Além de “Saravá, Paz e Bem” e “Você não sabe o que é ser preto”, integram o EP as faixas “Aprendi a Ser Feliz”, samba de autoria de Monarco, Mauro Diniz e Alcino Corrêa, e “Eu vou te aborrecer” (Elisa Fernandes).

 

Selo Peneira Musical

Idealizado pela cantora, compositora e empresária Elisa Fernandes, a Peneira Musical (diverse lab) é um selo musical, subselo da Urban Pop, que conta com a distribuição da ADA (agregadora do grupo Warner). A Peneira Musical (diverse lab) é um laboratório de diversidade. Criado em 2020, tem a missão de potencializar – principalmente – a criatividade de mulheres, pessoas pretas e LGBTQIAP+ que se expressam através da música, com o objetivo de fazer com que esses artistas cada vez mais tenham suas vozes ouvidas e amplificadas, ocupando espaços que lhes foram negados por séculos. A Peneira Musical é Elisa Fernandes, Zerzil, Alexandra Pessoa, Choi, David Alfredo, Ana Sucha, Lienne, Maíra Garrido, Laura Canabrava, Fernando Procópio, Kristal Werner, Vittória Braun e Rafael Lorga, entre outros.

 

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