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Claudia Leite desabafa sobre depressão e ansiedade

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Claudia Leite desabafa sobre depressão e ansiedade e alerta aos fãs.

” E quando a gente quer explicar um sentimento bom ou ruim, muitas vezes a gente não consegue explicar o que sente . E falar sobre outros assuntos como depressão e ansiedade é mais difícil ainda “, diz Claudia Leitte

 
Cantora conversou com fãs sobre o Setembro Amarelo
Vídeo que ela publicou https://www.instagram.com/tv/CTpW_vxlXeY/?utm_medium=copy_link  e foto em anexo 

A cantora Claudia Leitte surgiu em todas as redes sociais, nesta semana , para falar com os fãs sobre a campanha de Setembro Amarelo, que ela apoia. “Pensem aqui comigo, vocês já tentaram explicar pra alguém a sensação que o som ou uma música provoca na sua mente e no seu corpo ? É difícil  né! E quando a gente quer explicar um sentimento bom ou ruim, muitas vezes a gente não consegue explicar o que sente . E falar sobre outros assuntos como depressão e ansiedade é mais difícil ainda. E esse é um assunto muito sério!!”, escreveu Claudia nas redes sociais.

Muitos fãs começaram a conversar com a artista sobre suas experiências e a agradeceram por tocar no assunto. ” Fico muito feliz com a sua menção sobre esse assunto importantíssimo”, escreveu um fã. Claudia Leitte citou a ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) que a convidou para abraçar a Campanha Setembro Amarelo – “Bem Me Quer, Bem Me Quero: O diálogo sobre depressão e ansiedade pode salvar vidas”. “A campanha estimula o diálogo , a escutar sem julgar , e a acolher quem precisa de ajuda . É muito importante a gente se conscientizar sobre as aflições daqueles que convivem com essas doenças. Afinal, somos milhões de pessoas tentando ter suas emoções e sentimentos compreendidos e como diz a canção “Pra que todo mundo seja livre pra poder sorrir e buscar seu lugar ao sol” . Eu convido você para abraçar esse movimento também Bem Me Quer, Bem Me Quero” , completou a cantora.

Sobre a Campanha

Campanha reforça importância da rede de apoio e coloca o paciente como protagonista no cuidado com a saúde mental

  • Com o mote Bem Me Quer, Bem Me Quero, iniciativa faz alerta sobre depressão e ansiedade, abordando a necessidade do autocuidado, de se querer bem e da importância da escuta ativa e sem julgamentos.

  • Durante o mês de prevenção ao suicídio, arte exclusiva sobre papel da rede de apoio será exposta em três estações do Metrô de SP.

Com o objetivo de conscientizar a população sobre depressão, ansiedade e prevenção ao suicídio por meio da valorização do autocuidado e do papel fundamental da rede de apoio, a ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) e a Viatris, empresa global de saúde, lançam a campanha “Bem Me Quer, Bem Me Quero: O diálogo sobre depressão e ansiedade pode salvar vidas”, a ser realizada durante o Setembro Amarelo – mês de prevenção ao suicídio.

A iniciativa é um convite ao acolhimento e à reflexão sobre a importância de fazer parte de uma rede de apoio e ajudar quem precisa, bem como estimular as pessoas a procurar e aceitar ajuda, se tornar protagonista da sua saúde e se querer bem.

Depressão e ansiedade são problemas de saúde bastante conhecidos no Brasil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)¹, o país lidera o ranking de casos de depressão na América Latina – mais de 11,5 milhões de brasileiros sofrem com a doença – e ocupa o topo do mais ansioso do mundo – cerca de 19 milhões de pessoas têm transtorno de ansiedade no país¹.

Segundo a OMS, a pandemia vem agravando ainda mais esse cenário que já era preocupante – mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofriam de depressão antes da crise sanitária². Os motivos vão desde o medo de contágio até o sentimento de perda e luto, além do estresse causado pelos efeitos do confinamento. A preocupação com o aumento significativo no número de casos dessas doenças no mundo nos últimos 18 meses fez com que a entidade lançasse recentemente um alerta às autoridades de saúde³.

De acordo com a psiquiatra e membro do Conselho Científico da ABRATA, Alexandrina Meleiro, no Brasil, quase todos os casos de suicídio têm relação com trantornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias4.

“Praticamente todos aqueles que tentam ou cometem esse ato têm alguma doença psiquiátrica e as estatísticas mostram que mais da metade deles estava em acompanhamento médico até uma semana antes do episódio. É importante ressaltar que quem pensa em suicídio quase sempre dá sinais, mas a maioria das pessoas não está preparada para identificá-los. Daí a importância do Setembro Amarelo, para ajudar a esclarecer e conscientizar a população sobre o tema”, acrescenta a médica.

O atentado à própria vida é a segunda causa de morte entre jovens de 15 e 29 anos no mundo5. No entanto, não é exclusivo dos adolescentes. Alexandrina explica que idosos e populações vulneráveis, como os indígenas, LGBTQIA+, médicos, policiais e membros das forças armadas também são grupos que demonstram alta incidência no Brasil.

Arte exposta no Metrô de SP retrata a importância da rede de apoio

A campanha adotou o girassol como o símbolo da vida, que, assim como os seres humanos, precisa do apoio de todo o ecossistema para se manter firme, mesmo em dias nublados. Essa é a inspiração da iniciativa, que vai reunir diversas ações, com o objetivo de valorizar o paciente como protagonista de sua própria vida e abordando a necessidade do autocuidado, de se querer bem e da importância da escuta ativa da rede de apoio, sem julgamentos.

A expressão de sentimentos por meio da arte foi um dos caminhos escolhidos pela campanha para chamar a atenção e engajar o público com a causa. O artista visual Apolo Torres, pintor e muralista paulistano, que já exibiu seus trabalhos em diversos países, foi convidado para desenvolver uma arte exclusiva, que retrata a importância do autocuidado e do suporte da rede de apoio na qual o paciente está inserido.

A arte será exposta nas estações de Metrô de São Paulo – Sé, Luz e Consolação – durante o mês de setembro, em uma parceria com o Metrô Social e o Governo do Estado de São Paulo, com o objetivo de sensibilizar para a causa da campanha as milhares de pessoas que passam diariamente por esses locais.

O personagem principal figura no centro da obra, reforçando o protagonismo que o paciente com depressão e ansiedade deve buscar assumir para estar no controle do tratamento e da sua vida. A mulher ao lado ocupa o lugar da rede de apoio, fundamental para quem sofre com esses transtornos, empunhando o girassol e oferecendo o suporte necessário. A flor, símbolo da campanha, representa uma fonte de luz e também proteção, ajudando o personagem a tentar ver o mundo de outra maneira.

“A predominância do roxo e do amarelo conversa diretamente com as cores das peças da campanha. Optei pela combinação de tons mais quentes com mais escuros e saturados em um cenário ensolarado e, ao mesmo tempo, chuvoso para representar a mistura de sentimentos pelos quais esses pacientes costumam passar ao longo do processo dessas doenças”, detalha Apolo.

O público também poderá apreciar e fazer download gratuito da arte no hotsite da campanha (www.bemmequerbemmequero.com). A página traz diversas informações sobre depressão, ansiedade e suicídio, concentrando todos os conteúdos divulgados, perguntas frequentes sobre os temas, entre muitos outros materiais que podem ajudar quem está passando pelo problema e também a fomentar a discussão desses assuntos na sociedade.

Além disso, durante o mês de setembro, a campanha vai desafiar o público, por meio das redes sociais da ABRATA e do artista, a manifestar seus sentimentos por meio de expressões artísticas como música, poesia, dança, arte gráfica, etc. Quem quiser participar poderá postar a arte nas suas redes com a hashtag #BemMeQuero.

“Como uma empresa global de saúde, temos consciência do nosso papel junto à sociedade. Sabemos que depressão e ansiedade estão entre as doenças que mais crescem no mundo. Por isso, entendemos que é fundamental promover ações que estimulem o debate sem preconceitos, reforcem a necessidade de o paciente buscar ajuda e incentivem a população a cuidar de si e do outro”, lembra a neurologista e diretora médica da Viatris, Elizabeth Bilevicius.

Assumindo o protagonismo e construindo uma rede de apoio eficaz

A depressão não tem cura, mas pode ser tratada e seus sintomas controlados. Para isso, é fundamental que o paciente assuma o papel de protagonista da sua vida e busque ajuda profissional e com as pessoas com as quais convive e confia.

“O primeiro passo é admitir que se está doente, que precisa de ajuda. É muito comum a negação do problema nesses casos. A partir daí, é importante se abrir com pessoas da sua confiança e estabelecer um diálogo limpo e construtivo, uma vez que a rede de apoio é um complemento fundamental à abordagem clínica. Sabemos que quem conta com esse suporte costuma ter mais adesão ao tratamento”, reforça a presidente da ABRATA, Marta Axthelm.

Para fazer parte da rede de apoio eficaz, o primeiro passo é querer participar, ter empatia, disponibilidade de tempo, compreender que se trata de uma doença e escutar sem julgar. A rede de apoio vai bem além da família, são todos aqueles que fazem parte do círculo social mais próximo do paciente e que estejam dispostos a ajudá-lo.

Desinformação, preconceito, banalização e tabus são os maiores inimigos da depressão. É comum confundir a doença com tristeza, que é algo que todas as pessoas vivenciam em algum momento da vida e é passageiro. A depressão costuma vir acompanhada de indisposição generalizada, desinteresse em estar com a família e amigos, pelo estudo e trabalho, baixa autoestima, irritabilidade, agressividade, sentimento de inutilidade e sensação de ser um fardo para as pessoas em volta.

O mesmo vale para a ansiedade, que é natural ao comportamento humano e que pode até ajudar na preparação para algo que está por acontecer, como uma entrevista de emprego. “O problema é quando a ansiedade atinge um nível muito alto e passa a atrapalhar a concentração, a atenção, os relacionamentos e as atividades do dia a dia”, esclarece Alexandrina.

SOBRE A ABRATA

A Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos é uma entidade civil sem fins lucrativos voltada à necessidade de atender pessoas portadoras de transtornos do humor, como depressão e transtorno bipolar, assim como seus familiares e amigos. Com sede em São Paulo, a associação reúne representantes de diversas universidades e desenvolve múltiplas atividades com o objetivo de levar conhecimento e informação à sociedade sobre a natureza dos transtornos do humor, além de apoiar psicossocialmente os portadores de depressão, transtorno bipolar, seus familiares e amigos. Mais informações: https://www.abrata.org.br/

Redes sociais: Instagram; Facebook e YouTube

SOBRE A VIATRIS

VIATRIS™ é uma nova empresa farmacêutica, que capacita pessoas em todo o mundo a viver com mais saúde em todas as fases da vida. Fornece acesso a medicamentos, avança em operações sustentáveis, desenvolve soluções inovadoras e alavanca experiência coletiva para conectar mais pessoas a mais produtos e serviços. O portfólio global da Viatris compreende mais de 1.400 moléculas aprovadas em uma ampla gama de áreas terapêuticas, abrangendo doenças não transmissíveis e infecciosas, incluindo marcas mundialmente reconhecidas, medicamentos genéricos e de marca, um portfólio crescente de biossimilares e uma variedade de medicamentos isentos de prescrição médica. Com uma força de trabalho global de aproximadamente 40 mil colaboradores, a Viatris está sediada nos Estados Unidos, com centros globais em Pittsburgh (EUA), Xangai (China) e Hyderabad (Índia). Saiba mais em www.viatris.com/pt-br/lm/brazil.

SOBRE O ARTISTA

Formado em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie (SP) e em Pintura pela School of Visual Arts (NY), Apolo Torres cria trabalhos que passeiam pela pintura clássica, street art e arte contemporânea. Além de exposições individuais no Brasil, Itália e Estados Unidos, o artista visual também conta em seu currículo com participações em festivais e exposições coletivas em diversos países.

Rede social: Instagram

REFERÊNCIAS

  1. Organização Mundial da Saúde. Disponível em https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/254610/W?sequence=1. Acesso em 06/07/2021 às 13h42

  2. Organização Pan-americana de Saúde. Disponível em https://www.paho.org/pt/topicos/depressao. Acesso em 09/07/2021 às 11h23

  3. Organização Pan-americana de Saúde. Disponível em https://www.paho.org/pt/topicos/suicidio. Acesso em 06/07/2021 às 14h12

  4. Biblioteca Virtual Ministério da Saúde. Disponível em  https://bvsms.saude.gov.br/10-9-dia-mundial-de-prevencao-do-suicidio. Acesso em 09/07/2021 às 10h38.

Organização Mundial da Saúde. Disponível em https://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0008/507833/Declaration-IMHC-Athens-eng.pd. Acesso em 06/07/2021 às 14h05.

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A artista plástica Duda Oliveira abre a exposição ‘ENREDADOS’

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A artista plástica Duda Oliveira abre a  exposição ‘ENREDADOS’ no Centro Cultural Correios RJ com curadoria de Carlos Leal
 
Obras com 2 metros de altura, que misturam metal naval e sucata, falam de sustentabilidade e de como tudo se liga em redes na sociedade
 
artista plástica niteroiense Duda Oliveira atravessa a Baía para abrir a Exposição “Enredados” no próximo dia 21 de outubro, no Centro Cultural Correios RJ, onde apresenta 6 esculturas e 6 pinturas, com 2 metros de altura, abstratas, feitas com metal naval e sucata, fazendo conversar entre si o orgânico e o material, a  sustentabilidade e a forma como todos se encontram ligados em rede nos tempos atuais, por livre escolha ou não, principalmente após o isolamento da pandemia. A curadoria é de Carlos Leal e a realização da jornalista e crítica de arte Patrícia Toscano (CRIO.Art).
 
“Enredados” convida o observador a pensar sobre as redes das quais faz parte – social, digital, política, econômica e pessoal – e de que forma se comporta dentro delas, por livre escolha ou imposto. Assim como na pesca, onde se joga a rede e o que é pescado ali está sem escolha. Como na obra principal, que leva o nome da exposição, onde os tons de azul e o metal contrapõem as escolhas.   
 
“A escultura e pintura são a minha fuga, um momento em que fico ligada somente em mim. Mas ainda assim, eu consigo materializar a pesca. A minha principal obra é um pescador jogando  sua rede. A vida sempre me levou para esse lado, em todos seus extremos”, diz Duda.

 
Em um processo experimental, Duda Oliveira mergulha tecido de lona crua na Baía de Guanabara, repleta de derivados de petróleo e dejetos de óleos, cujo aquecimento e alimento orgânico, estimularam  a proliferação de fungos, resultando em um esfumaçado plástico natural, comum em suas pinturas. Nas esculturas, a artista reinventa o metal naval, cimento, vergalhões e a madeira inutilizada, em boa parte das obras. Partindo destes experimentos, Duda convida o público a refletir sobre a potência existencial de vida, transformação e esperança no caos. 


“Meus quadros possuem sempre marcas da ação do tempo, desgastes, arranhões… Minha       linguagem na pintura está ligada à maneira que o tempo faz seu registro em tudo o que é vivo e   resistente. As cores sempre vibram, como se pulsassem vida e quisessem transpor tempo e espaço,   em um constante paradoxo de vida e morte, existir e possuir, buscas do eu existencial”, explica a   artista.

 
Sobre a artista
 
Artista plástica contemporânea, niteroiense, Duda Oliveira estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na PUC RJ. Desde 2018, vem participando de diversas exposições, com destaque para as Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói e outros importantes espaços culturais do Brasil e do exterior. 
A visão literária e poética da pesca levou a escultora  a se aventurar no mundo da Arte e do Direito Ambiental. Filha de um pai pregoeiro de pesca e de mãe bordadeira,  Duda Oliveira exerce o direito ambiental e sua produção artística sofre a influência de pensadores tradicionais e contemporâneos, pelas obras de Jorge Amado, e a arte da pesca na Baía de Guanabara. A proximidade da escultora com o universo da pesca trouxe um forte senso de crítica social e propósitos de defesa dos valores constituídos por esse grupo. 
Há 20 anos ingressou na militância do Direito Ambiental, especializando-se em Sociologia Política, para empreender de forma participativa. Com a luta e o árduo trabalho  na carreira de advogada, veio a necessidade de uma terapia alternativa. Foi assim que a arte entrou em sua vida. 
 
 
Sobre a curadoria
 
Carlos Leal, editor de livros de arte, colecionador de fotografias e curador. Em 2002, fundou a Barléu Edições, voltada exclusivamente para a fotografia e para a arte contemporânea, onde editou cerca de 100 livros de arte, dentre eles Coleção Alberto Chateaubriand e Coleção MAM Internacional. Editou mais de 800 autores de literatura e interesse geral, dentre eles, Antonio Callado, Darcy Ribeiro, Mario Vargas Llosa e Wilson Martins. Depois de quase 10 anos morando entre Europa e Nova York, onde estudou na NYU, volta ao Rio, em 1991, e, em 1993, assume a direção da Editora Francisco Alves, tornando-se seu principal acionista. Começou sua carreira na Livraria Francisco Alves editora, em 1975, como assistente editorial. Foi editor da casa entre 1978 e 1981. 
 
Serviço
 
Artista: Duda Oliveira 
Curadoria: Carlos Leal  
Abertura: 21/10 às 17h 
Período: 21/10 a 04/12/2021 
Dias e horários: Terça a sábados, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro  
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Rio de Janeiro  
Contato do local: 21 2253-1580 
Contato sobre a artista, obras e exposição: 21 2018-5570 / 99964-1932 (Te/Cel/WhatsApp)  
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @_paula_r_soares
Gratuito
Censura Livre
Acessibilidade
Instagram: @dudaoliveiraartista 
Realização: CRIO.ART 
Apoio: Ventania Cultural, Centro Cultural Correios, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Governo Federal.  
 
FOTOS : TONI COUTINHO

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Exponeja 2021 terá mais de 150 horas de conteúdo gratuito sobre música

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Com mais de 200 palestrantes, em quase 30 dias de evento e 150 horas de conteúdo sobre música, a Exponeja 2021 será 100% online, ao vivo,  gratuita e aberta também ao público em geral.    

Longe dos palcos há quase dois anos, artistas, empresários, gravadores, plataformas digitais, assessores, influenciadores e profissionais técnicos, se encontram  na Exponeja 2021 no formato online, para falar sobre os impactos da pandemia, o aprendizado, as novidades, tendências e previsões sobre o que vai acontecer na indústria da música. O evento acontecerá de 13 de outubro a 12 de novembro no formato 100% online, em uma plataforma exclusiva do evento, ao vivo, totalmente gratuito e vem com tudo, recheado de grandes atrações altamente qualificadas e conteúdos exclusivos.

A Expoenja é o maior evento no Brasil sobre a indústria da música e sua cadeia produtiva, com palestras e feira ao mesmo tempo, um mix de congresso com conteúdo dinâmico e aprendizado no mais alto nível aplicável no dia a dia dos profissionais e feira aberta à visitação do público em geral, sendo que esse ano ainda por conta das restrições não haverá a feira, apenas o congresso online.

No evento, painéis com especialistas, os principais e maiores experts do momento no mercado. Da lista top 100 dos profissionais da música sertaneja, 80% participará do evento. A Exponeja é o único evento voltado para a música nesse formato. O primeiro evento foi no Centro de Convenções Rebouças em 2018, a segunda edição em 2019 no Anhembi. Já em 2020 aconteceu online bem restrito por conta da pandemia.

Para essa edição, será uma chuva de conteúdo, com mais de 200 convidados especialistas, abordando absolutamente tudo, sobre a cadeia produtiva da música sertaneja. Todos os painéis serão ao vivo, com muita interatividade e oportunidade única de aproximar os criadores da música com o público, além de passar conteúdo para quem deseja entrar no mercado e atualizar as novidades para quem já trabalha.

As inscrições gratuitas e a programação completa estão no site:  www.exponeja.com.br

 

Fonte: Lu Pimentel Comunicação e Assessoria de Imprensa

Foto: Divulgação

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Quais são os caminhos para melhorar a sua imagem pessoal

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Quais são os caminhos para melhorar a sua imagem pessoal? O que o corpo e o rosto têm a ver com seu estilo?

Essas e outras perguntas estão respondidas no novo livro da Umanos Editora, Imagem & Estilo. Considerada a primeira obra da literatura brasileira que reúne 21 especialistas no assunto, ela contempla diversas abordagens importantes sobre moda, vestimenta, rosto e personalidade. Os profissionais fazem questionamentos e dão dicas sobre imagem pessoal, visagismo, comunicação visual, marca pessoal e psicologia da imagem, entre outros temas. Segundo Marcela Fabrício, coordenadora da obra, a obra é indicada para o público geral. “É uma leitura conveniente para quem quer aprender sobre estes temas, para quem trabalha na área e também para quem quer melhorar sua imagem na vida pessoal e profissional”¸ afirma.

Administradora de empresas pós-graduada em Gestão de Empresas e Gerenciamento de Projetos pela FGV, Marcela Fabrício é especialista em Gestão Estratégica de Times e estrategista de imagem pessoal e corporativa. Empresária, professora e mentora, é fundadora da MF Academy e referência na formação de profissionais da área da Imagem.

                A obra foi organizada por Priscila Previato e Vandresso Pretto.


                Capítulos de autoria de Marcela Fabrício:

– Morfopsicologia a serviço da comunicação eficaz

– Imagem Profissional

 

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