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Barracão Teatro se transporta da sala do teatro para a sala da sua casa com o “Zabobrim, o Rei Vagabundo”

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Elenco se reinventa e lança peça consagrada do repertório para às telinhas podendo ser vista em qualquer lugar do Brasil ou do mundo

Como transpor para os limites da tela um espetáculo concebido para dialogar com o público? Com o desafio lançado, o Barracão Teatro – importante centro de investigação e pesquisa das artes da cena, localizado em Campinas (SP) – apresenta a adaptação de “Zabobrim, O Rei Vagabundo” (um dos clássicos do repertório do grupo) para os formatos digitais.

Filmado e formatado para a realização de uma série de seis apresentações on-line, gratuitas, nas plataformas sociodigitais do Barracão Teatro, “Zabobrim, O Rei Vagabundo Online” tem sua estreia nesta sexta-feira, 16 de abril, às 20h. A temporada, contemplada pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC), com recursos da Lei Aldir Blanc, se estende nos dias 17, 18, 23, 24 e 25 de abril.

A temporada on-line terá uma novidade: o grupo receberá o público,, às 19h40, em uma antessala da plataforma Zoom, para conversar com os participantes. O link de acesso para a noite de estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro.

Sob nova perspectiva
O espetáculo “Zabobrim, O Rei Vagabundo”, foi concebido, na sua origem, para ser uma obra volátil que dialogasse diretamente com público. Para a adaptação do espetáculo aos formatos digitais, o Barracão Teatro contou com a parceria da produtora de vídeo Mapache Filmes – fundada e dirigida pelo videomaker e cineasta Levi Munhoz.

“Entendemos que essa ressignificação não foi simplesmente o ato de filmar um espetáculo teatral já concebido, mas criar uma adaptação da obra feita exclusivamente para ser vinculada e apresentada nas redes a fim de possibilitar um diálogo presente com o espectador que assiste do outro lado da tela”, destaca a diretora Tiche Vianna.

Transpor uma linguagem para outra sem querer ter perdas é uma tarefa árdua e seria uma “prepotência dizermos que conseguimos fazer isso”, reforça Tiche. Em “Zabobrim, o Rei Vagabundo Online”, a equipe teve, acima de tudo, a possibilidade de estudar, revisitar, desmontar e remontar um espetáculo teatral sob uma nova perspectiva.

Zabobrim, o Rei Vagabundo
Paula Poltronix

Quais os desafios? “A primeira coisa que perderíamos seria a relação interativa com o público e por conta disso, seria necessário modificar a narrativa. Isso diminuiu consideravelmente o tempo de realização das cenas o que favoreceu muito a apresentação através da tela”, afirma.

Segundo ela, “é diferente gravar um espetáculo teatral e reinventar a teatralidade no ‘teatro audiovisual’. Como a câmera se aproxima e às vezes entra na cena, atrizes e atores tiveram que condicionar corpos habituados ao exagero, a não caminhar as distâncias cênicas e recriar seus movimentos: tanto da máscara em si, que pressupõe sutilezas do rosto (coisa que não vemos no teatro por causa da distância), quanto da coluna e transferência de peso, redesenhando seus gestos. Tudo ganhou outra dimensão e é por meio do retorno, que poderemos ter através do público, após as apresentações, que saberemos com mais profundidade como operar essa outra perspectiva de trabalho, que parece ser o que nos moverá nos próximos meses”, reflete.

Zabobrim, o Rei Vagabundo
Foto Paula_Poltronieri



Do outro lado da tela
Desde sua estreia, em 2015, o espetáculo circulou por diversas cidades, apresentando em festivais, mostras e temporadas. Em cada lugar, e diante de cada público diferente, a peça, na improvisação direta com a plateia, ia se reconfigurando na atualização de piadas, interações e comentários (tudo isso a partir dos acontecimentos atuais e do retorno do espectador).

Agora, sob a nova perspectiva virtual, a diretora é enfática: “Longe de termos uma câmera que captura imagens fiéis ao realismo, temos uma câmera que vasculha alguns ângulos distintos da cena, na busca de uma intimidade que só a presença cênica é capaz de revelar. Ainda temos muito a aprender e o desafio é esse. Quanto mais caminho pela frente, maior a vontade de realizar a possibilidade do agora”, conclui Tiche Vianna com muitas ideias na cabeça e, definitivamente, uma câmera na mão.

Ficha técnica

Dramaturgia
Tiche Vianna – Esio Magalhães

Direção
Tiche Vianna

Atuação
Cintia Birocchi
Esio Magalhães
Fernando Fubá
Kara Ariza
Raissa Guimarães
Rodrigo Nasser
Ulisses Junior

Direção Musical
Marcelo Onofri

Direção de arte (figurinos)
Antonio Apolinário

Designer Gráfico
Ana Muriel

Técnico de Iluminação
Erico Damineli

Produtora Executiva
Cau Vianna

Assistente de Produção
Thomas do Anjos

Sinopse do espetáculo
Na peça, Zabobrim, o palhaço vagabundo remexe o lixo e encontra uma lâmpada mágica. Um gênio lhe concede três pedidos e ele pede para se tornar rei. Seu desejo é realizado e Zabobrim retorna ao passado, quando o fim da monarquia se anuncia e os reis estão perdendo suas cabeças.

Serviço
“Zabobrim, o “Rei Vagabundo On-Line”
Quando: 16, 17 e 18 de abril (sexta a domingo); 23, 24 e 25 de abril (sexta a domingo), sempre às 20h.
Ondehttps://www.youtube.com/barracaoteatro 
Recepção do público: plataforma Zoom, às 19h40. Link de acesso para a estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro.
Classificação indicativa: 12 anos.

Projeto: Zabobrim, o Rei Vagabundo Online, contemplado pelo Programa de Apoio Cultural Expresso Lei Aldir Blanc nº36 – Produção e temporada de espetáculo de teatro com apresentação on-line, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

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Kevi Jonny lança “Dane-se”

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Faixa que mistura trap com sertanejo é a nova aposta do artista e chega no dia 14 de maio
 
Passado pouco mais de um ano do DVD gravado em Salvador em março de 2020, Kevi Jonny vem lançando, de tempos em tempos, faixas desse álbum. Além de alguns feats com Pablo, Tierry e Priscila Senna, ele aposta, também, em misturas de gêneros e por isso, no dia 14 de maio, desembarca em todas as plataformas digitais: “Dane-se”. Com trap e sertanejo, com direito a vídeoclipe em 3D, a parceria com Rafinha Rsq, famoso por hits como “Foi pa pum” e “Loka” (Simone e Simaria), “Santinha”(Léo Santana), “Ô bebê”(Kevinho e Kekel), “Apaixonadinha”(Marilia Mendonça e Léo Santana), entre outras, promete levar o cantor a outras dimensões.
“Estou muito feliz com tudo que vem acontecendo em minha carreira. Mesmo na pandemia, sem shows, estamos produzindo bastante para a galera que vem consumindo o meu trabalho, nos streamings. “Dane-se”, é o que acredito muito. Misturas de gêneros, de ritmos e sons pra envolver e conquistar uma legião de pessoas”, afirma Kevi.


A letra fala de uma carência em relacionamento amoroso que terminou, mas que dane-se: “Dane-se que você não tem mais sentimento, eu aceito ser seu love de momento, Dane-se que eu sou seu passatempo, se der conta do recado, eu dou conta do sofrimento”.
Confira, dia 14 de maio: “Dane-se” em todas as dimensões do sucesso.

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Segundo lançamento internacional do cantor Dela Fiori já tem previsão

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“Be on the top” promete trazer uma mensagem sobre temas pertinentes da atualidade

Dela Fiori continua em ritmo frenético em 2021.

Logo após assinar contrato com a Ingrooves no ano passado e lançar seu primeiro hit internacional em janeiro deste ano, o cantor não se permite diminuir o ritmo, e os fãs agradecem.

Os trabalhos não param, e mesmo com a gravação do primeiro clipe internacional já iniciada, Dela tem lançamento novo no gatilho. 

O próximo single, nomeado “Be on the top”, trata de autoconhecimento, aprendizagem e autoconfiança, e promete trazer uma mensagem pessoal e pertinente ao ouvinte.

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Mangaba abre as portas em Moema

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Sob o comando do chef Antônio Albaneze, o restaurante valoriza a combinação e a origem dos mais diversos ingredientes brasileiros com técnicas de alta gastronomia no preparo dos pratos

“Coisa boa de comer” – esse é o significado da palavra mangaba, que deriva do tupi-guarani. Levado a sério pelo chef executivo Antonio Albaneze, o lema do novo restaurante de São Paulo, recém aberto em Moema, se aplica a qualquer pedida de seu menu, cuja proposta é valorizar os mais diferenciados ingredientes de todos os cantos do Brasil. Um lugar para descobrir novos sabores e texturas, explorar os sentidos e expandir o paladar, com pratos que são preparados com técnicas de alta gastronomia, mas apresentados de forma despretensiosa em um ambiente acolhedor e charmoso.

Localizado em frente à entrada arborizada de uma pequena vila fechada, a experiência torna-se ainda mais agradável, sendo ela realizada dentro do salão principal, da sala nos fundos ou ainda da varanda externa. Nela, é possível ficar ainda mais perto do jardim e ainda levar o pet – esses, inclusive, muito bem vindos à casa.

Sabores do Brasil

A origem do chef, na região central do país, sua experiência e sua inventividade na combinação de insumos brasileiros, possibilita que o Mangaba realize esse encontro de sabores e de ingredientes em cada prato. São todas receitas autorais e cheias de afeto, com algumas saídas diretamente do caderninho escrito à mão pela avó de Antônio.

O couvert traz um composto por Conserva do peixe amazônico Charutinho, a picante flor de jambu, o autêntico patê de fígado de ave, azeitonas marinadas e maxixe em conserva (R$38). As carnes, fornecidas por duas empresas pantaneiras reconhecidas nacionalmente, levam ao Mangaba a inusitada carne de jacaré, presente em várias criações, como os Pastéizinhos de Jacaré com Cream Cheese (R$42 – 6 unidades) ou o Ceviche de Jacaré (R$32), e a carne orgânica pantaneira, de textura tenra mas sabor inigualável, presentes em pratos como o Ancho ao Chutney de Figo (R$68) e o Chorizo com Pirão de Leite de Cabra (R$66). A Isca de Arraia com Molho de Morango (R$34) ou o Bolinho de Arroz Carreteiro com Purê de Banana da Terra (R$8 – 1 unidade) também são opções para começar a experiência. Até as saladas ganham toque especial com o mix de Folhas verdes com Vinagrete de Tangerina e Castanhas Caramelizadas (R$38) ou os Grãos com Abóbora Glaceada em Melado de Cana (R$28). 

Entre os pratos principais, já tem sido o mais pedido o Peixe da época grelhado, em cama de banana da terra e redução de tangerina, finalizado com pimentas de cheiro picadas em fatias fininhas e crocantes e um arroz com brócolis (R$72); seguido também pelo Peixe ao Avium, peixe da época acompanhado pelo avium, menor camarão do mundo que, a despeito do diminuto tamanho, se destaca pela grandiosidade do sabor (R$76); a Moqueca de Jacaré, uma versão exótica e contemporânea da clássica moqueca, onde a carne de jacaré recebe o complemento tropical do caju e a crocância do amendoim (R$76); ou ainda o Rossini Pantaneiro com Piamontese, versão regional e abrasileirada do foie gras, sendo ele feito de filé mignon cozido lentamente em baixa temperatura, extraindo ao máximo toda a potência de sabores da iguaria (R$66).

Para os vegetarianos e veganos, a sugestão é a Moqueca de Banana da Terra. Consistente, o prato apresenta a maciez da banana cozida, a leve acidez do palmito, a suculência da carne do caju e o toque especial do amendoim torrado, acompanhados por arroz e farofa (R$58). Finalizam a experiência sobremesas como o Furrumdum, típica do Pantanal, um mamão verde ralado e cozido em rapadura com queijo coalho grelhado (R$16) ou o Sorvete de Leite de Cabra, feito em parceria com a vizinha Stuppendo, com leite de cabra, goiabada cremosa, trufas negras e pralinè de castanhas (R$28).

Durante a semana, também é possível pedir pelo Menu Executivo no horário do almoço, que oferece entrada, prato principal e sobremesa, por R$65, com opções diferentes a cada dia, informadas pela equipe do salão e pelo próprio chef, que está sempre atento à cada mesa, sugerindo e partilhando, mais do que sua técnica, suas histórias.

Carta de drinks à brasileira

Como não podia deixar de ser, o destaque da carta fica por conta da ampla seleção de cachaças assinada pela Moça Bonita Cachaçaria, todas artesanais e brasileiras, provenientes de pequenos produtores. Drinks clássicos como a caipirinha com combinações de frutas diversas, carta de vinhos e cervejas especiais não ficam de fora.

Experiências exclusivas

O projeto da casa leva a assinatura de Marcela Fazio, que além de sócia, é arquiteta. Suas escolhas trazem uma mistura divertida e elegante de cores para contextualizar a essência discreta do local, ofertando ao sabor do prato o principal chamariz.  

Logo na entrada, um salão amplo e térreo, com o balcão do bar à esquerda, que termina em um salão intimista com teto retrátil em estilo jardim de inverno. Ali é possível reservar o espaço para pequenos grupos de até doze pessoas vivenciarem a “Mesa do Chef”. “Fizemos questão de oferecer essa experiência gastronômica única, onde eu elaboro o menu especialmente para aquele grupo e em conjunto, ouvindo as vontades e desejos de cada um, arquiteto tudo”, conta o chef. “Além disso, eu também finalizo os pratos no mesmo ambiente em que eles estão, para que acompanhem o processo e assim possamos compartilhar histórias, curiosidades de cada receita ou ingrediente e, principalmente nossas vivências”, finaliza Antonio.

Também é nesse espaço que fica o Matula do Mangaba – outra palavra bem brasileira, que traduz as tradicionais bolsinhas de pano improvisadas onde se leva comida -, um pequeno empório para venda de alguns dos produtos que são utilizados no cardápio, desde as carnes exóticas até as geleias especiais e as cachaças brasileiras, algumas encontradas exclusivamente no Mangaba.

Serviço – Mangaba
Endereço:
 Rua Canário, 1301 – Moema – São Paulo – SP
Telefone: (11) 97597-6171
Capacidade: 40 pessoas
Delivery:
 IFood e UberEats
Horários de Funcionamento (sujeitos à alterações durante a pandemia – verificar no perfil do instagram):
– Segunda a domingo: das 12h às 20h
Formas de pagamento: Visa, Master, Amex, Alelo, Sodexo
Instagram: @mangabarestaurante
Site: www.mangabarestaurante.com.br

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