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‘ARTE CONTEMPORANEA FEMININA’ REÚNE 5 MOSTRAS INDIVIDUAIS DE 5 MULHERES EM 5 SALAS AO MESMO TEMPO

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Projeto inédito da Tartaglia Arte apresenta trabalhos de 5 artistas plásticas no Centro Cultural Correios Rio 

exposição ‘Arte Contemporânea Feminina’ é um projeto inédito, que apresenta 5 mostras individuais simultâneas, de 5 artistas mulheres, em 5 salas do Centro Cultural Correios (Centro, RJ), todas  com a curadoria da Tartaglia Arte de Roma, Itália, de Regina Nobrez e Riccardo Tartaglia.

Trata-se de uma mostra que destaca o papel da mulher artista, em suas diferentes poéticas, linguagens e faturas. Até pouco tempo atrás, as mulheres, quando se destacavam nas artes, atuavam em segundo plano, excercendo a atividade como modelos. Certamente  tivemos – e temos – grandes artistas mulheres, que, rompendo com as barreiras do preconceito e da misoginia, conseguiram  levar seu acervo ao mundo – Frida Kahlo, Louise Bourgeois, Lygia Clark, Ligia Pape, Adriana Varejão, Rosalina Paulino, entre outras.

Antes retratadas nas pinturas de artistas predominantemente masculinos, hoje as mulheres estão à frente da produção artística, com mais autonomia e liberdade, ocupando cada vez mais espaço, expressando todas as suas múltiplas potencialidades e permitindo que suas emoções fluam de maneira profunda.



A mostra ‘Arte Contemporânea Feminina” traz, portanto, olhares múltiplos sobre o fazer artístico. As artistas BeatrizBasso, Ilca Barcellos, Mary Dutra, Flavia Fernandes e Isabella Pedreschi estarão, a partir do dia 31 de março até 16 de maio de 2021, estabelecendo um diálogo polifônico entre as salas do Centro Cultural Correios (CCC-RJ) e interagindo por meio de suas obras, instalações, sons, vozes e personalidades.

ARTISTAS
BEATRIZ BASSO – “Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória” (Sala C – 2° andar)
As obras de Beatriz Basso, artista abstrata, são caracterizadas por gestos, cores e texturas, em diversas técnicas pictóricas, através das quais explora e transmite a emoção colocada dentro de cada pincelada. Sua arte mostra, na força e na leveza da mulher, uma força da natureza, surpreendendo as sensações do novo, do desconhecido e do imaginário.

“Quero mostrar a força e a energia que uma obra de arte pode trazer para uma pessoa, quanta emoção uma pintura pode externar e as sensações que, transmitidas, ajudam a superar qualquer situação. Tenho como missão levar cor e beleza onde é preciso.”

Beatriz Basso é carioca, filha de pais italiano e teve sua inicialização artística com a mãe, Carla Basso, desenhista e pintora. Formada em Administração de Empresas e Analista de Informática, começou sua formaçao artística profissional primeiramente no Brasil, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, tendo aulas com o artista Orlando Mollica e no Studio49 RJ, orientada pelo artista Edgar Fonseca, onde descobriu novos aspectos da pintura. Mudou-se para a terra natal de seus pais, na cidade de Turim, Itália, para aprofundar-se e dedicar-se integralmente à arte. Formada pela Accademia Albertina di Belle Arti di Torino em 2018, desenvolveu seu trabalho, inicialmente, sob a influência do expressionismo abstrato e do Color Field dos anos cinquenta-sessenta, para finalmente seguir a sua sensível materialidade gestual. Beatriz Basso é uma artista abstrata gestual, que faz pinturas usando múltiplios suportes.
Suas séries de pinturas trazem sempre uma reflexão em defesa do meio ambiente, herança das praias sem fim, matas densas e imensas, águas transparentes e cachoeiras poderosas, vivenciadas na infância de forma cativante, com uma identidade visual cheia de cores, que se conectam aos aspectos da vida contemporânea através de contrastes e conceitos que nutrem seu trabalho.

Desde 2013, Beatriz tem trabalhos em exposições, instalações e performances. Algumas obras estão em coleções particulares de Turim, Savona, Rio de Janeiro.

“Acredito na mudança que a arte traz para o Universo, acredito nessa energia que nos move e foi na arte que pude expandí-la”, finaliza Beatriz Basso.Site: www.beatrizbasso.it

ILCA BARCELLOS – “Squatters”(Sala Filatélica – Térreo)
O termo “Squatt” significa, em inglês,, o ato de ocupar espaços sem uso por pessoas que não tem moradia – os ” Squatters” (posseiros) – e, também, por aqueles que os utilizam em suas manifestações artísticas. A artista Ilca Barcellos faz exatamente isso: apropria-se do espaço da Sala Filatélica com sua instalação “SQUATTERS”. Trata-se de um conjunto de seres fictícios – esculturas em cerâmica e espuma expansiva – mimetizados e camuflados entre elementos da flora natural. Exposta previamente na Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba de 2019, nesta instalação seres naturais e ficcionais se aproximam, pela forma, pelas cores e/ou pela textura. A poética da vida e do mutável ocupa o espaço museológico, previsível e fixo.  

Para além desta instalação, a mostra apresenta também colagens digitais (nomeadas crossing-over). Recuperando o conceito do geneticista Thomas Morgan, as colagens recombinam fragmentos de desenhos realizados entre 2017 e 2020, e fotografias da exposição Squatting realizada em 2011, na qual as esculturas cerâmicas de Ilca Barcellos ocuparam o jardim do Museu Histórico de Santa Catarina. Os crossing-overs são, portanto, um conjunto de meta-trabalhos elaborados pelo entrelaçamento de obras realizadas entre 2010 e 2020.

Os trabalhos expostos revelam-se como uma intersecção de obras realizadas ao longo de uma década em faturas diversas – esculturas, instalações, desenhos e fotografias. Construídos por meio do diálogo entre arte e ciência, o natural e o artificial, o controle e o acaso, sintentizam em seu conjunto o próprio percurso artístico de Ilca Barcellos: “Iniciei na arte pelo tridimensional e pela cerâmica, aos poucos fui explorando outras faturas e linguagens: instalações, desenhos, esculturas, colagens e pinturas”. Indagada sobre quais as palavras representam a exposição “squatters”, Ilca Barcellos responde: “pulsar e transgredir”!

Ilca Barcellos é natural de Pelotas/RS, mas vive e trabalha entre Florianópolis/SC e Belo Horizonte/MG. Artista visual, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Biologia Vegetal pela Universite Pierre et Marie Curie, Paris VI, combina arte e ciênica para expressar seu duplo percurso.
Site: www.ilcabarcellos.com

MARY DUTRA – “Se foi, tempo”(Sala Bistrô – Térreo)A apresentação dessa mostra é do historiador e crítico de arte Ricardo Muniz de Ruiz.

A exposição “Se foi, tempo”, de Mary Dutra, traz intensos questionamentos sobre o tempo. Dividida em três momentos – observação do tempo, passagem e existência – a base da exposição é uma trama de textos escritos em máquina de escrever, com seu aspecto físico lento e sonoro alto, que permite um tempo sólido do pensar. Os textos começaram em 2020, junto com a pandemia, onde as pessoas se viram isoladas em casa com seus próprios tempos. Textos que mergulham no subconsciente disperso e confuso de perguntas sem resposta, que trazem à tona a forma única com que cada pessoa lida com seu  tempo. As pinturas, instalações, objetos, palavras, sons e vídeos são a expressão visual desse tempo.
“A exposição fala sobre o tempo que se foi. Se pudesse guardar seu tempo, onde guardaria? As diferentes abordagens trazem a reflexão de como tratamos ou desperdiçamos nosso próprio tempo”, explica a artista plástica Mary Dutra.
Mary Dutra começou nas artes plásticas há 18 anos, com cursos em Florença, Itália e no Parque Lage, onde dedicou sua expressão à pintura. Mas só em 2017, depois de suas exposições em Nova York, que  direcionou o viés do seu trabalho totalmente para as artes. Buscando novas linguagens e superfícies, encontrou na expressão abstrata uma renovação de possibilidades pictóricas. Pinturas, palavras, superfícies, digital. As obras de Mary Dutra tratam da luz e do tempo. Da captação de lentes estáticas, do movimento de vídeos e de cores impressas que confundem com tintas.
Seus quadros estão em 16 cidades, em 8 países, de 4 continentes. Seu estúdio fica no Rio de Janeiro, mas usa sua bagagem empreendedora para montar projetos artísticos e levar seu trabalho para diferentes países e culturas. Mary Dutra se vê num papel de estímulo a outras artistas e jovens empreendedoras, mostrando caminhos possíveis, encorajando a ação, e mostrando que a realização é possível. Quanto à exposição, acha importante essa união e força de cinco mulheres, onde cada vez mais as mulheres serão referência de grandes projetos e feitos.Site: www.abstratoazul.com.br
FLÁVIA FERNANDES – “Táctil”(Sala B – 2° andar)
A exposição “Táctil” traz uma instalação com objetos inflados, colunas transparentes e coloridas que convidam ao toque pela maciez do material;  duas pinturas-objeto em fibra de vidro e resina, com cores e forma que lembram a natureza;  e algumas pinturas de acrílico sobre tela que, apesar de abstratas, foram baseadas na mata nativa próxima ao atelier, com seus galhos e folhas que se entrelaçam, criando formas e cor. O espectador sente-se convidado a passear neste jardim de cores e texturas criados e cultivados pela artista.
Flávia Fernandes, artista, fez Escola Brasil, é Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e formada em Artes Plásticas pela FAAP/ SP. Está radicada em Florianópolis, onde sua arte está voltada para pintura, gravura, instalações, intervenções e vídeos. Desde 2001 vem realizando intervenções artísticas na paisagem natural e urbana, em vários lugares públicos, como o Largo Victor Meirelles em Florianópolis, Largo São Bento em São Paulo, Bayenale Sao Francisco/USA, Universidade de Edinburgo, Alberoni, Veneza e Costão da Joaquina, Florianópolis. Participou da Expo Transfronteira da Arte Contemporanea da 39ª Bienal Internacional de Sao Paulo e da Área 10 da London Biennale, em Londres. Ministra aulas de arte e faz algumas curadorias como a dos seis Festivais de Artes Plásticas de Governador Celso Ramos/SC, e a do Grupposinestetico – Sinesteticamente ad ognii costo, no MIS Florianopolis/SC.  Expõe desde 1975 no Brasil e no exterior, e possui obras em várias coleções públicas. 
“Espero que as pessoas que visitem “Táctil” se emocionem e se encantem. Afinal, a obra de arte deve provocar encantamento”, finaliza Flávia FernandesSite: www.flaviafernandes.com

ISABELLA PEDRESCHI – “Reverbério”(Sala Galeria de Arte – Térreo)A apresentação dessa mostra é do historiador e crítico de arte Ricardo Muniz de Ruiz.
Reverbério. Aquilo que reverbera. O que nos atinge como sequela. O olhar para o espelho que apropria-se da imagem e a joga de volta. No ano em que o isolamento é obrigatório, olhar para dentro é uma opção viável.  Carros parados, lojas fechadas, portas trancadas e ruas desertas. A figura feminina se despe do uniforme e retoma o eu primitivo. Para onde vão os pensamentos quando não se tem horário a cumprir?A mostra de Isabella Pedreschi retrata a mulher e o peso do novo cotidiano, consequência do cenário pandêmico caótico, com detalhes que provocam reflexão e um mundo de significados.
Designer autodidata, encontrou nas artes visuais e no design gráfico o caminho para expressar seu ponto de vista cultural. Mas sentia que ainda faltava alguma coisa, a necessidade de romper as barreiras do computador e ser livre. De sentir o cheiro da tinta. Fez vários cursos de pintura, oficinas e aulas, tanto de história da arte como de teoria das cores do mestre José Maria Dias Cruz, além de ter participado de várias exposições, que lhe permitiram expressar seu ponto de vista e sua arte (Fonte: Manuela Titoto, autora do livro “Matéria-prima”)
“Acho muito bom estar entre mulheres, acredito ser importante este reconhecimento e ter este espaço que, por muito tempo, nos foi dificultado, muitas vezes por nós mesmas. Este posicionamento está mudando paradigmas e quebrando arquétipos. Situações e pensamentos que por muito tempo foram tolerados e praticados, hoje têm outro sentido, outra visão. (…) Através da arte conseguimos nos conectar com nossa verdadeira essência”, diz Isabella Pedreschi.Site: www.bellapedreschi.com
SOBRE A TARTAGLIA ARTE
A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo. O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez, o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa. Site: tartagliaarte.orgSERVIÇO:


Título da exposição: ARTE CONTEMPORÂNEA FEMININA

 Artistas – Mostras individuais
. BEATRIZ BASSO – “Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória” (Sala C – 2° andar)ILCA BARCELLOS – “Squatters”(Sala Filatélica – Térreo). MARY DUTRA – “Se foi, tempo”
(Sala Bistrô – Térreo). FLÁVIA FERNANDES – “Táctil”(Sala B – 2° andar). ISABELLA PEDRESCHI – “Reverbério”(Sala Galeria de Arte – Térreo)
CuradoriaRiccardo Tartaglia e Regina Nobrez – Tartaglia Arte
Crítico de ArteRicardo Muniz de Ruiz ( nas mostras de Mary Dutra e Isabella Pedreschi, é historiador e poeta, doutor em História Social pela UFRJ e professor de História e Sociologia).
Abertura: 31 de março de 2021, às 19h 
Período:  de 31 de março a 16 de maio de 2021 Local: Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro – Rua Visconde de Itaborai, 20 centro RJ Dias e horário: terça a sábado, das 12h às 19hEntrada francaCensura livreConcebido e organizado por Tartaglia Arte – www.tartagliaarte.org Assessoria de imprensa: Paula Ramagem Apoio: Centro Cultural Correios – RJ, Circulo Italo Brasileiro – SC, Consolato Onorario Italiano – Florianópolis/SC, Ministério das Comunicações – Governo Federal

OBS: O Centro Cultural Correios e as artistas seguem as regras de não aglomeração, com número reduzido de visitantes. Obrigatório o uso de máscaras e álcool em gel.
Site: tartagliaarte.orgRiccardo Tartaglia (21) 96588-2653Regina Nobrez (48) 98463-5707
Instagram  @tartagliaarte @riccardotartaglia @reginanobrez Instagram: @bbellaarte (Bella Pedreschi)                 @art_marydutra (Mary Dutra)                 @ilcabarcellos (Ilca Barcellos)                 @beatrizbasso.decora (Beatriz Basso)                 @flaviafernandes.art (Flávia Fernandes)

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A PARTIR DO DIA 20 DE MAIO EM ASILOS PÚBLICOS E CASAS DE ACOLHIMENTO PELA LEI ALDIR BLANC

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Sônia de Paulo e Nica Bomfim interpretam obras de Cora Coralina e Adélia Prado

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam Cora e Adélia – Receita de Poesia em um Dedo de Prosa.

Ao longo dos meses de maio e junho, o sarau será apresentado em casas de acolhimento e asilos públicos do município do Rio de Janeiro.

Em cena, duas atrizes, contam como foi o encontro das duas até chegarem nas obras das poetisas Cora Coralina Adélia Prado e resolvem fazer um sarau literário para juntar as duas. Lembram passagens românticas, comoventes, alegres e divertidas. O real encontro das obras se dá por meio dos textos: uma completa o pensamento da outra, com continuidade e trazendo respostas.

Cora Coralina, goiana, mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Adélia Prado, mineira, reúne em sua prosa e em sua poesia temas recorrentes da vida de província, a moça que arruma a cozinha, a missa, um certo cheiro do mato, vizinhos, a gente de lá.

Ao promover o encontro de duas vidas similares, de mulheres à frente de seu tempo, o espetáculo também presta seu tributo às mulheres que superaram dificuldades e preconceitos para expor sua arte, mostrando ao mundo como observavam a vida que as rodeava.

Trajetória

Após passar por São Paulo, Juiz de Fora, Fortaleza, Brasília e Orlândia (SP) o sarau literário Cora e Adélia, Receita de Poesia em Um Dedo de Prosa,que estreou em 2014, realizou tournée nacional com apresentações em cinco academias literárias do nordeste em 2018. As sessões, que contarão com a musicista Cecilia Beraba, acontecem nas datas e horários abaixo. Os ingressos serão gratuitos e disponibilizados em cada academia no dia da apresentação com uma hora de antecedência. Em 2020 o sarau foi gravado em vídeo, cada atriz em sua casa.

Em publicação no site G1, o total de idosos em abrigos públicos subiu 33% ao longo dos últimos cinco anos. Durante a pandemia, as visitas foram suspensas e o resultado é que eles começaram a se sentir muito solitários.

Como atriz e produtora do sarau, Sônia se sentiu sensibilizada com esta situação, e levará um pouco de cuidado, arte, inspiração e afeto para essas pessoas. Como já temos o sarau gravado, vamos beneficiar as instituições de longa permanência, que não têm condições de oferecer atrações culturais para os moradores.

Assim, em 2021, através da Lei Aldir Blanc, o sarau foi selecionado pelo edital #retomadaculturalrj – Produção Cultural, para realizar 20 apresentações em casas de acolhimento e asilos públicos com seus moradores já vacinados. O espetáculo será apresentado em vídeo, com a presença da atriz Sônia de Paula, já vacinada, e mesmo assim haverá máscara, cuidado maior com o afastamento entre as pessoas e limpeza com álcool em gel. Cada asilo receberá 2 apresentações.

Entre os asilos que serão beneficiados estão Doce Morada, Caminho Da Felicidade, Associação Cristã Espirita, Lar Pedro Richard, Central De Recepção De Idosos Pastor Carlos Portela, Unidade Municipal De Reinserção Social Floriano De Lemos, Espaço Taquara, Unidade Municipal De Reinserção Social Maria Vieira Bazani, Unidade Municipal De Reinserção Social Dina Sfat entre outros. O início das atividades está marcado para dia 20 de maio na Unidade Municipal Social Maria Vieira Bazani. No dia 21 será realizado na Unidade Social Floriano de Lemos e no Espaço Taquara. As demais unidades estão listadas na tabela abaixo:

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Há oito anos, Sônia de Paula e o produtor Marcelo Aouila realizam o projeto “Lê Pra Mim?”, voltado para crianças. Com Cora e Adélia, a proposta é estender o incentivo à leitura também para os adultos. “Vamos atingir um público que espera escutar, na voz de duas atrizes, com a entonação correta e movimentos estudados, os textos de duas grandes poetisas”, afirmam. Este é mais um projeto sócio-cultural de incentivo à leitura realizada pela produtora SOMAR IDEIAS.

PerfilSônia de Paula – Atriz e produtora teatral. Na TV, coleciona trabalhos como A Patota (quando estreou, em 1972), Estúpido Cupido, Chega Mais, Meus Filhos Minha Vida, Lua Cheia de Amor, Mulheres de Areia, Explode Coração, Beleza Pura, Caras e Bocas e A Indomada, além dos seriados Procurando Casseta e Planeta e Os Normais e do infantil Sítio do Picapau Amarelo. No cinema, atuou em Embalos Alucinantes, A Noiva da Cidade, O Monstro Trapalhão, Índia – A Filha do Sol e As Meninas, entre outras produções. Há 20 anos vem se dedicado ao teatro infantil, atuando e produzindo montagens como O Casamento de Dona Baratinha, Barrinho o menino de barro e A Cigarra e a Formiga, entre outras. No teatro adulto, atuou em A Secretária do Presidente em 2009.

Nica Bomfim – Começou no teatro com Putz, A Menina Que Buscava O Sol (1979). Depois, atuou em Sandra Na Terra do Antes, A Fábrica dos Sonhos, Carnaval de Sereias e Ventos, entre outras produções. Na TV, estreou em 1988, com O Primo Basílio. Também integrou o elenco de História de Amor, Anjo Mau, Suave Veneno, O Clone, Bang Bang, Eterna Magia, Escrito nas Estrelas e Amor Eterno Amor, além da série A Diarista e do humorístico Zorra Total. No cinema, esteve nos filmes Por Incrível Que Pareça Romance da Empregada, Luar Sobre Parador e Faca de Dois Gumes.

Rafaela Amado – Filha da atriz Camila Amado, começou no teatro, em cena, nos anos 1990. Depois passou à assistência de direção, onde construiu sua carreira durante 20 anos, tem montagens como As Mulheres de Grey Gardens e A Arte e A Maneira de Abordar Seu Chefe Para Pedir Um Aumento. Mais recentemente, passou à direção, co-assinando com Leonardo Neto O Bom Canário e dirigindo o musical Na Bagunça do Teu Coração.  Também dirigiu o infantil A Peça do Gordinho, além de Edukators e Jardim Secreto.

Equipe técnica

Textos de Cora Coralina e Adélia Prado

Elenco: Sônia de Paula e Nica Bomfim

Compilação e Direção: Rafaela Amado

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Texto abertura: Marcelo Aouila

Musicista: Cecília Beraba

Ambientação: Mercelo Aouila

Figurino: Julieta Aouila

Fotos de divulgação: Giúlia Oliveira

Fotos de cena: Rogério Belório

Produção Executiva: Marcelo Aouila

Idealização: Sônia de Paula

Realização: Somar Ideias

Serviço

CORA E ADÉLIA

RECEITA DE POESIA EM UM DEDO DE PROSA

Sarau Literário das obras de Cora Coralina e Adélia Prado.

Com Sônia de Paula e Nica Bomfim.

Direção, pesquisa e seleção dos poemas: Rafaela Amado.

Musicista: Cecília Beraba

Local: Asilos Públicos e Casas de Acolhimento da Prefeitura do Rio

Data: de 20 a 31 de maio de 2021

Ingressos:Gratuito

Capacidade: 100 lugares por apresentação

Acessibilidade: Intérprete de LIBRAS em todos os saraus

Outras Informaçõeshttp://coraeadelia.blogspot.com.br

PELA LEI ALDIR BLANC

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Ex-presidiário, hoje escritor e empresário afirma que o sucesso é uma escolha.

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O escritor e empresário Marcelo Bianchini começou a se exercitar aos 18 anos, ao entrar na prisão. De lá para cá não apenas incluiu o esporte em sua vida, como também adotou um estilo de vida novo que permitiu se reconstruir fora das grades

Aos 18 anos foi condenado a 10 anos de prisão e ingressou no sistema penal. O jovem magro e franzino não gostava de futebol, nem de jogar cartas, bem como não era usuário de drogas. Assim, viu na musculação e nos demais exercícios físicos uma forma de passar o tempo durante os banhos de sol, quando os detentos podem sair das celas. Foi quando começou a rotina de treinos de Marcelo Bianchini, até então mais um jovem ingresso na estrutura penitenciária de São Paulo. “Entrei lá sozinho, não conhecia ninguém, então comecei a treinar e vi que isso me fazia bem. Eu levantava garrafas pet cheias de água amarradas em cabos de vassoura e pulava corda”, lembra o hoje, com 36 anos, o diretor-fundador do Instituto Bianchini, especializado em treinamento comportamental, cursos online e mentoria.

Associadas à rotina de atividades físicas vinham as leituras, que ajudavam a fortalecer a mente. “Eu liberava a minha ansiedade com os exercícios, hoje sei dos benefícios do esporte em relação à produção de endorfina e demais substâncias, mas na época não sabia, apenas via que me sentia bem. Por isso intercalava os exercícios com as leituras, assim equilibrava corpo e mente”. A prática de esportes continuou após ganhar liberdade. Hoje ele continua com a musculação e ainda luta Jiu Jitsu. A modalidade tem a ver com sua filosofia de vida e um dos treinamentos que promove: Atitude de Tigre. “O Tigre vive na selva, no deserto, na neve, ele se adapta a qualquer ambiente, é um animal forte e resiliente. Afirmo que todos nós devemos nos espelhar nele”, afirma Bianchini. Ele afirma que o Jiu Jitsu ajuda a torná-lo mais forte, pois os treinos pesados ensinam a manter-se firme diante das adversidades da vida. “Isso significa sair da zona de conforto, ao sair dela você vê sua força, por isso o Jiu Jitsu faz parte da minha vida, pois ele me ajuda a lidar com as dificuldades, a enfrentar o adversário e saber resistir”.

Marcelo pratica o esporte há quatro anos e treina três vezes por semana. A pandemia precisou adiar o sonho de participar de campeonatos oficiais. Ele estava se preparando para este novo desafio, mas o calendário de competições foi suspenso. O atleta é graduado na segunda faixa, a azul, em 3° grau. Após vencer na vida, ao sair da prisão e nunca mais cometer qualquer delito — além de construir uma carreira de sucesso e uma família — ele espera iniciar uma trajetória nos tatames. “Assim que a vida voltar ao normal quero competir e incluir este desafio na minha vida”, afirma. A recomendação dele é que todos pratiquem alguma modalidade esportiva. “Esse hábito impacta diretamente na vida pessoal e profissional, pois ajuda a ter clareza, controle emocional e mental, a desenvolver autocontrole, disciplina, e a lidar com as adversidades do dia a dia”, aconselha Bianchini.

Quem é Marcelo Bianchini

Marcelo Bianchini é empresário e treinador comportamental, com formações na área de desenvolvimento humano, como hipnoterapia, coaching, programação neurolinguística, análise comportamental e treinamento de inteligência emocional. Já escreveu livros, é palestrante, mentor e diretor-fundador do Instituto Bianchini. Ele desenvolve o treinamento “Atitude de Tigre”, no qual busca desenvolver a resiliência dos participantes. Bianchini usa sua história pessoal para inspirar o público e ajudar as pessoas a vencerem diversas adversidades.

Intagram: @marcelobianchinioficial

YouTube: Marcelo Bianchini

Site: marcelobianchini.com.br

Fonte: Bueno & Vivire Comunicação

Fotos: Divulgação

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Ex-presidiário, hoje escritor e empresário afirma que o sucesso é uma escolha.

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O escritor e empresário Marcelo Bianchini começou a se exercitar aos 18 anos, ao entrar na prisão. De lá para cá não apenas incluiu o esporte em sua vida, como também adotou um estilo de vida novo que permitiu se reconstruir fora das grades

Aos 18 anos foi condenado a 10 anos de prisão e ingressou no sistema penal. O jovem magro e franzino não gostava de futebol, nem de jogar cartas, bem como não era usuário de drogas. Assim, viu na musculação e nos demais exercícios físicos uma forma de passar o tempo durante os banhos de sol, quando os detentos podem sair das celas. Foi quando começou a rotina de treinos de Marcelo Bianchini, até então mais um jovem ingresso na estrutura penitenciária de São Paulo. “Entrei lá sozinho, não conhecia ninguém, então comecei a treinar e vi que isso me fazia bem. Eu levantava garrafas pet cheias de água amarradas em cabos de vassoura e pulava corda”, lembra o hoje, com 36 anos, o diretor-fundador do Instituto Bianchini, especializado em treinamento comportamental, cursos online e mentoria.

Associadas à rotina de atividades físicas vinham as leituras, que ajudavam a fortalecer a mente. “Eu liberava a minha ansiedade com os exercícios, hoje sei dos benefícios do esporte em relação à produção de endorfina e demais substâncias, mas na época não sabia, apenas via que me sentia bem. Por isso intercalava os exercícios com as leituras, assim equilibrava corpo e mente”. A prática de esportes continuou após ganhar liberdade. Hoje ele continua com a musculação e ainda luta Jiu Jitsu. A modalidade tem a ver com sua filosofia de vida e um dos treinamentos que promove: Atitude de Tigre. “O Tigre vive na selva, no deserto, na neve, ele se adapta a qualquer ambiente, é um animal forte e resiliente. Afirmo que todos nós devemos nos espelhar nele”, afirma Bianchini. Ele afirma que o Jiu Jitsu ajuda a torná-lo mais forte, pois os treinos pesados ensinam a manter-se firme diante das adversidades da vida. “Isso significa sair da zona de conforto, ao sair dela você vê sua força, por isso o Jiu Jitsu faz parte da minha vida, pois ele me ajuda a lidar com as dificuldades, a enfrentar o adversário e saber resistir”.

Marcelo pratica o esporte há quatro anos e treina três vezes por semana. A pandemia precisou adiar o sonho de participar de campeonatos oficiais. Ele estava se preparando para este novo desafio, mas o calendário de competições foi suspenso. O atleta é graduado na segunda faixa, a azul, em 3° grau. Após vencer na vida, ao sair da prisão e nunca mais cometer qualquer delito — além de construir uma carreira de sucesso e uma família — ele espera iniciar uma trajetória nos tatames. “Assim que a vida voltar ao normal quero competir e incluir este desafio na minha vida”, afirma. A recomendação dele é que todos pratiquem alguma modalidade esportiva. “Esse hábito impacta diretamente na vida pessoal e profissional, pois ajuda a ter clareza, controle emocional e mental, a desenvolver autocontrole, disciplina, e a lidar com as adversidades do dia a dia”, aconselha Bianchini.

Quem é Marcelo Bianchini

Marcelo Bianchini é empresário e treinador comportamental, com formações na área de desenvolvimento humano, como hipnoterapia, coaching, programação neurolinguística, análise comportamental e treinamento de inteligência emocional. Já escreveu livros, é palestrante, mentor e diretor-fundador do Instituto Bianchini. Ele desenvolve o treinamento “Atitude de Tigre”, no qual busca desenvolver a resiliência dos participantes. Bianchini usa sua história pessoal para inspirar o público e ajudar as pessoas a vencerem diversas adversidades.

Intagram: @marcelobianchinioficial

YouTube: Marcelo Bianchini

Site: marcelobianchini.com.br

Fonte: Bueno & Vivire Comunicação

Fotos: Divulgação

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