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Ano novo, cara nova: vinhos Felitche ganham outra roupagem em celebração pelos dez anos da marca.

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É inevitável: chega o fim de ano e começamos a pensar nas mudanças necessárias para o novo ano. Tudo bem que a maioria dessas mudanças fica apenas nas promessas, mas que uma repaginada sempre vem a calhar, isso também é verdade.

Perto de completar dez anos de existência, e aproveitando a grande demanda de vinhos que existe no final de ano, os vinhos Felitche ganharam “roupagem nova” e as garrafas agora apresentam novos rótulos que realmente expressam a ideia por trás desse chileno de qualidade: vinho para todos os momentos.

“O nome Felitche remete à felicidade e percebemos que nossas garrafas estavam muito sérias, o que nos levou a projetar um logo mais leve e que remete a momentos de alegria e comunhão que o vinho deve proporcionar”, explica Jonas Martins, sommelier e gerente da MMV Importadora.

O Felitche é produzido na Viña Alto Roble, pertence ao grupo Survalles, um dos maiores exportadores de vinhos do Chile, com várias marcas consagradas e de destaque mundial. Os rótulos Felitche são um projeto conjunto da vinícola com a MMV Importadora – pequenas produções e vinhos de alta qualidade que chegam ao cliente com preço justo e imbatível em suas categorias.

Por esta razão, a nova roupagem é um marco importante desses dez anos. Jonas Martins esclarece que o perfil do consumidor de vinhos no Brasil tem mudado muito nos últimos anos, e que aquela imagem de que vinho é algo apenas para momentos formais já não existe mais. “O mercado tem atraído novos consumidores, com um jeito novo de ser consumido, mais casual, porém, sem perder a particularidade do momento”, diz Martins.

Assim, é preciso atingir esse novo público com novos hábitos de consumo, que gosta de beber um vinho em baladas – inclusive algumas já possuem wine bares anexados – ou mesmo bares mais descontraídos.

Uma das garrafas com nova “cara” é o Felitche Pinot Noir. O rótulo mostra três pessoas dançando em um momento de muita diversão. Produzido 100% com uvas Pinot Noir, esse vinho tem aromas de frutas vermelhas, como morango e framboesa, e toque defumado. Em boca é leve, muito redondo, curto e refrescante, ideal para ser degustado entre amigos e em momentos mais descontraídos.

O Sauvignon Blanc, de cor amarelo-palha e aromas muito expressivos de limão e maracujá, muito refrescante em boca e com acidez marcante, tem na nova garrafa duas mulheres dançando. Já o Felitche Syrah, traz dois rapazes dançando que remetem ao caráter vivaz desse vinho. Com olfato de frutas vermelhas maduras, como framboesas combinadas a morangos e cerejas, é também frutado em boca com equilíbrio e maciez, combinando bem a boa acidez, taninos suaves e agradável final em boca.

Para quem gosta de bons vinhos com preços acessíveis, o Felitche é uma excelente pedida. Como ele é produzido em parceria com a MMV, esse é um produto que traz em si todo o conceito da importadora, que preza por vinícolas de pequeno e médio porte, porém, que produzam produtos de extrema qualidade e muito particulares – produtos que certamente trazem todo o conceito de bem-estar em sua concepção.

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Artista brasiliense apresenta novo single e novo EP

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A artista brasiliense Ariadne Martins acaba de lançar sua mais nova música de trabalho “Senta Você”, gravada em Brasília. A cantora inova no cenário musical no centro oeste do país e já começa a ter a sua musicalidade reconhecida em outras partes do Brasil.

Ariadne, que aposta no funk como carro chefe de sua carreira, vem sendo presença constante nas grandes casas noturnas de Brasília e região, mostrando que de fato o funk rompeu as barreiras do sudeste e conquistou a capital federal – conhecida pela forte produção do rock.

Além da nova música, que já está disponível em todas as plataformas de streaming de áudio, a artista se prepara para iniciar uma nova turnê, baseada no EP recém lançado (no último dia 12.05).

“Estou feliz demais com esse projeto que preparei com muito carinho. Esse ano estou focada 100% em produzir muita coisa boa, tenho certeza que vão adorar”, contou Ariadne. Para acompanhar mais sobre a cantora, basta seguir seu perfil no Instagram (www.instagram.com/ariadneoficiall).

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Dia de Conscientização das Mucopolissacaridoses tem ações para melhorar os cuidados dos pacientes com a doença rara

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  • No Brasil, a MPS tipo II, conhecida como Síndrome de Hunter, é a mais prevalente e impacta 1 caso para cada 200 mil nascidos vivos.

  • Casa Hunter lança Guia de Manejo com informações sobre a jornada do paciente com MPS II, diagnósticos, sintomas, tratamentos, além de aspectos como educação, socialização e a família.

No Brasil, estima-se que 13 milhões de pessoas tenham alguma doença rara. Entre elas, estão as Mucopolissacaridoses (MPS), doenças genéticas progressivas, degenerativas, multissistêmicas, que fazem parte dos erros inatos do metabolismo. Nas MPS, a produção de enzimas responsáveis pela degradação de alguns compostos é afetada e ocorre o acúmulo progressivo destes no organismo do paciente.

Em virtude do Dia Internacional de Conscientização das Mucopolissacaridoses (15 de maio), a Casa Hunter, ONG dedicada a apoiar pacientes que possuem doenças raras e seus familiares, promove a MPS WEEK, uma semana de atividades focadas na disseminação de informações sobre a doença, com apoio das farmacêuticas JCR, Ultragenyx, Sanofi, Sigylon, Regenxbio e BioMarin.

Neste ano, a Casa Hunter lança o Guia do Manejo – MPS Tipo II com o intuito de disseminar informações e esclarecer dúvidas de pacientes, familiares e cuidadores ao longo de toda a jornada. O documento traz informações sobre causas, diagnósticos, sintomas, tratamentos, além de aspectos como educação, socialização e a família.

Guia do Manejo – MPS Tipo II – LInk para baixar : https://casahunter.org.br/wp-content/uploads/2022/05/e_book_guia_manejo-7.pdf

Para o presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), Antoine Daher, o Guia de Manejo é uma forma de contribuir para a melhoria da jornada do paciente e dos cuidadores. “Muitas são as questões que cercam a doença, como os cuidados, as dúvidas e até mesmo os sentimentos, tanto do paciente quanto da família. Queremos, com o Guia do Manejo, aumentar o conhecimento sobre a patologia e acolher toda a rede de apoio”, comenta Daher.

Para apresentar o Guia, será realizada a live “Como lidar com a Síndrome de Hunter”, no dia 10 de maio, às 14h, com a participação de Carolina Fischinger (Geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre); Miguel Ferreira (Diretor-executivo da LatM – Life Sciences Consultants); e Deise Zanin (Pres. Instituto Atlas Biosocial).

Ainda como parte das atividades de conscientização, a Casa Hunter promoverá um segundo debate sobre “Paciente, cuidador e especialista: Construindo pontes para a MPS”, no dia 12 de maio, às 14h. Nesta mesa redonda estarão: Patrick Dorneles (1º parlamentar com doença rara grave no Brasil e Paciente MPS Tipo IV-A); Antoine Daher (Presidente da Casa Hunter, Febrararas e Casa dos Raros) e também a Dra. Ana Maria Martins (Geneticista – Instituto de Erros Inatos do Metabolismo).

Para ampliar o alcance das mensagens e levar informações sobre MPS para mais e mais pessoas, a Casa Hunter, em parceria com a Otima, empresa de mobiliário urbano, promove a campanha de conscientização nos pontos de ônibus da cidade de São Paulo.

Sinais da infância

As mucopolissacaridoses podem ser classificadas em 11 tipos diferentes, de acordo com a deficiência da enzima no organismo. No Brasil, o tipo II, conhecido como Síndrome de Hunter, é o mais prevalente — 1 caso para cada 200 mil nascidos vivos, com uma média de 13 novos casos ao ano. No Brasil, são diagnosticados 1,57 pacientes em cada 100 mil nascidos vivos.1

Os sinais da MPS Tipo II costumam surgir na infância, com quadros clínicos variáveis de pessoa para pessoa, o que dificulta e retarda o diagnóstico.  A doença acomete vias aéreas, ouvidos, abdome, pele, face, ossos e articulações, olhos, fígado, coração e, em alguns casos, o cérebro. É comum ocorrer aumento de órgãos, como fígado e baço.

A MPS II prevalece no sexo masculino e a falta do tratamento adequado pode levar à morte do paciente até os 14 anos de idade. Entre as consequências das MPS podem estar: limitações articulares, perda auditiva, problemas respiratórios e cardíacos, aumento do fígado e do baço, e déficit neurológico.

A condição pode ser diagnosticada ao nascer, através do teste do pezinho ampliado, versão do exame disponível em clínicas particulares. No Brasil, o exame está contemplado na nova Lei 14.154, que entrará em vigor de forma faseada a partir do próximo dia 26 de maio.

O diagnóstico precoce combinado ao tratamento adequado impacta de maneira positiva na vida desses pacientes raros. O tratamento torna possível o controle da doença e o aumento da expectativa e a qualidade de vida do paciente.

Para o médico Roberto Giugliani, geneticista que conduz estudos  sobre MPS I e II no Brasil, fase clínica I, II e iniciando fase III global, primeira terapia de reposição enzimática já aprovada no Japão e em fase de aprovação no Brasil,  que penetra a barreira hematoencefálica (cérebro); um tratamento capaz de agir tanto no corpo quanto no sistema nervoso central, pois ultrapassa a barreira hematoencefálica, por meio de um mecanismo de ação inovador, nunca visto antes nas medicações atuais, que atenda os pacientes com manifestações neurológicas e somáticas da doença vai mudar o curso da patologia no país.  “Mesmo sem cura, o diagnóstico precoce, através do teste do pezinho, e os novos tratamentos abrem perspectivas para o ganho de qualidade de vida dos pacientes com MPS”, explica o Dr. Roberto Giugliani.

Referência:

1) Estudo ‘Updated birth prevalence and relative frequency of mucopolysaccharidoses across Brazilian regions’. Disponível em https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-47572021000100103&script=sci_arttext

Sobre a Casa Hunter – A Casa Hunter é uma instituição focada no apoio aos pacientes com doenças raras e seus familiares. Homens, mulheres e crianças lutam por direitos básicos, como o diagnóstico preciso e o acesso a tratamento. Nesta luta que atinge, só no Brasil, 13 milhões de pessoas, a instituição fundada em 2013 presta todo tipo de apoio – acesso a especialistas, aparelhos e exames para os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Há dois anos, a Casa Hunter foi eleita para o NGO Branch, o braço das Nações Unidas para as organizações do Terceiro Setor. Saiba mais: https://casahunter.org.br/

 

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Arteterapia ameniza isolamento de pacientes Covid

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Jovem internado no Hospital Espanhol, utilizou o seu dom de desenhar como companhia para os seus dias de isolamento

Lucas dos Santos Nunes ou “o paciente desenhista” tem 30 anos, é morador de Paripe, onde trabalha vendendo cachorro-quente, é diabético e esteve internado no leito 314 da Enfermaria 3C do Hospital Espanhol, por uma semana, entre o fim do último mês de abril e os primeiros dias deste mês de maio. Mas foi tempo suficiente para encantar os profissionais com o seu dom artístico para o desenho.

O Hospital Espanhol, como Centro de Tratamento Covid, sempre priorizou ações de humanização para os seus pacientes em tratamento e isolamento obrigatório pelo protocolo médico desta pandemia. A musicoterapia é o carro-chefe das ações terapêuticas envolvendo arte e o desenho e a pintura também são proporcionados com a utilização de lápis, papéis e cadernos para colorir individualizados para cada paciente, sempre higienizados e com a permanência deste material na unidade.

A dedicação de Lucas ao desenho, durante a sua internação, comoveu a equipe do HE que providenciou lápis de tipos variados, apontador, borracha… e muitos papéis. “Eu nunca tive aula de desenho. Mas desde criança o lápis e o papel são meus companheiros. Eu pegava revistas e copiava as imagens. Fui crescendo e procurando me aperfeiçoar, de forma autodidata. Meus amigos gostam do que eu produzo e me incentivam a aprimorar. Acham que eu devo comercializar” – explica o paciente desenhista, com esforço dobrado, pela respiração ainda dificultosa e pela timidez que dificulta o seu maior entrosamento.

A ansiedade tem visitado Lucas com frequência, desde que adoeceu. Ele reconhece ser tímido e ansioso, e admite que a internação potencializou isso. Mesmo assim, ele transmite paz e tranquilidade quando desenha e conversa, confessando o seu medo do futuro.

O desenho anima e ilumina

Lucas é Adventista do 7° Dia e tem enfrentado problemas para se estabelecer em um emprego fixo. A religião que escolheu seguir, há três anos, e onde tem encontrado conforto espiritual, não permite que seus adeptos trabalhem aos sábados. Por este motivo, ele foi desligado de uma empresa de telemarketing, onde trabalhava. Vender cachorro-quente foi a solução imediata para a sobrevivência financeira. Ele tem o Ensino Médio completo e está estudando para concurso. Estuda nas dependências da Igreja que frequenta, para poder utilizar a Internet que não tem em casa, onde mora somente com o pai e com quem se preocupa muito.

A equipe de enfermagem da Enfermaria 3C quis fazer uma surpresa para a Gerente Operacional do Hospital Espanhol, a enfermeira Claudiana Pereira, e passou uma foto dela para Lucas copiar e fazer o desenho. Feito! E a entrega da surpresa foi cheia de emoção.

“Receber o desenho da minha pessoa, feito com tanto carinho, por um paciente com uma história de vida linda, e feito a pedido da equipe, me fez repensar, mais uma vez, a gratidão que sinto pela minha trajetória nestes dois anos de HE. Relembrar sobre o quanto tenho crescido como ser humano com estas trocas. E no desenho, Lucas utilizou cores que me iluminaram, mesmo sem ele me conhecer. Eu sou uma pessoa iluminada pela oportunidade de exercer minha profissão, cercada por profissionais espetaculares” – externou Claudiana, admirando o desenho que vai ser colocado numa moldura.

“Desenhar aqui no hospital, fez passar o tempo e me trouxe ânimo. Ver o trabalho crescendo, ganhando forma, inspira a continuar. E a motivação que recebo dos profissionais que estão cuidando de mim, fortalece minha autoestima. Só tenho a agradecer!” – disse Lucas, enquanto desenhava o Farol da Barra que logo iria ver de pertinho, quando saísse de alta. Já que o iluminado Farol é quase vizinho do Hospital Espanhol.

 

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