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22 a 25/01 – Feriado de aniversário de SP com música ao vivo e caipirinha em dobro no Pátio SP

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Fim de semana tem ainda rodízio de petiscos, Open Chope e double moscow mule

(Caipirinha de limão – crédito: Cris Cartacho/ Caso precise, temos a foto em alta resolução)

No próximo dia 25 de janeiro – a cidade de São Paulo completará 467 anos. Para brindar a data, o Pátio SP – bar de música brasileira localizado na boêmia Vila Madalena – abrirá excepcionalmente na segunda das 12h às 22h, terá música ao vivo com cantor Blá e double de caipirinha.

Quem pedir uma caipirinha de cachaça ganha outra. O valor da com limão é de R$ 25; com lima, abacaxi, morango, maracujá, tangerina, caju, kiwi, lichia ou frutas vermelhas, R$ 30.

Mas, a animação já começa amanhã (22) com música ao vivo do Blá; sábado (23) e domingo (24/01) quem sobe ao palco é Juninho FPA com mix musical.

Para o happy hour das  sextas, das 16h às 20h, cinco tipos de drinques – entre tradicionais e especialidades da casa – estão com preço especialR$ 19,90 cada. Alguns chegam a ter o preço reduzido em 40%. Entre os clássicos, Gim tônica – Gim Gordon´s, água tônica e limão (preço normal R$30) e Mó Agito (como foi batizado o Mojito) – Rum, folhas de hortelã, suco de limão, xarope de açúcar e água gaseificada (preço normal R$ 28). Os que levam a assinatura do bar, estão o Cardeal Arcoverde – Gim Gordon´s com água tônica aromatizada com angostura, twist de limão siciliano, limão taiti e canela em pau (preço normal R$ 32), Pátio do Colégio – vodca Absolut com infusão de amoras, purê de morangos, lichia, aipo e bitter de laranja (preço normal R$ 28) e caipirinha Morena – Cachaça Leblon, limão taiti, suco de limão siciliano e rapadura (preço normal R$ 25).

Aos sábados tem a deliciosa feijoada, a R$ 50 por pessoa, que também pode ser saboreada em casa ao pedir pelo iFood ou pelo whatsapp (11 – 9.6180.5650) e retirar; ambos, das 12h às 17h. Disponível para duas pessoas (R$ 81,60) ou em porção individual (R$ 55,25), a feijoada vai acompanhada de arroz, torresmo crocante, farofa, couve, banana à milanesa, mandioca, laranja, vinagrete e molho de feijão com pimenta. Quem for retirar, paga um pouco menos: R$ 75 e R$ 55, respectivamente.

Aos domingos tem Double Moscow Mule – vodca Smirnoff, limão, xarope de açúcar, espuma de gengibre – (R$ 30). Até às 19 horas, pediu um, ganha outro.

Além disso, nas sextas e domingos, das 16h às 20h, o bar também tem Open Chope, a R$ 44,90 por pessoa, e rodízio de petiscos no sistema, “coma à vontade”, por R$ 24,90 por pessoa: batata rústica, polenta frita, pastel (carne queijo), coxinha de frango e sanduba de carne louca.  

Vale lembrar que o bar segue os protocolos como por exemplo distanciamento entre as mesas, além de proibir a entrada sem máscara, disponibiliza álcool em gel em todas as mesas e QR Code para visualização do cardápio. Atualmente, devido a pandemia, o funcionamento é apenas de sexta das 16h às 22h e sábado e domingo, das 12h às 22h.

Pátio SP     

A esquina das ruas Mourato Coelho com a Wisard já virou point na boêmia Vila Madalena. Sextas, sábados e domingos, animados, marcam o ponto privilegiado do bairro, que atrai a frequência de moradores de outros lugares da cidade. Pelas grandes portas envidraçadas que separam a calçada do bar, é possível ver a galera entusiasmada que procura o local para curtir as atrações musicais, os bons drinks e petiscos servidos na casa.

Para Christian Caballero, sócio da casa, o Pátio SP conseguiu conquistar o público que gosta de frequentar um ambiente bonito, que tem jardim vertical, grafite na parede, teto retrátil e mobiliário feito de pallets reciclados; com boa comida e bebida e música ao vivo eclética e de qualidade. “O bar é a cara de São Paulo, que prima pelo atendimento e onde o paulistano se sente em casa e o turista vai conseguir entender um pouco da cidade”, diz Caballero.

No cardápio há o resgate de itens como sandubinha de carne-louca, pavê de chocolate e pudim de leite, que faz lembrar comida de vó e das boas festas de família. Ao mesmo tempo, serve petiscos que não podem faltar na mesa de um bom bar, como espeto de carne com farofa e vinagrete, croquete de costela, dadinhos de tapioca e calabresa acebolada.

Na parte de coquetelaria, a ideia é oferecer bebidas e drinques que passeiam entre os clássicos, autorais e especialidades do Pátio SP. Uma seleção inspirada em pontos turísticos da cidade, como Mourato Coelho e Pátio do Colégio, por exemplo, e em brasilidades, como a rapadura e a caipirinha, fazem sucesso.

Pátio SP Bar –  Rua Mourato Coelho, 1.272, Vila Madalena, São Paulo

Tel.: (11) 9.4571.6510

Facebook: facebook.com/patiosp

Instagram: @patiospbar

www.patiosp.com.br

Horário de funcionamento (temporário): sexta, das 16h às 22h, e sábado e domingo, das 12h às 22h 

Cartão de crédito: Visa, Mastercard, Amex

Cartão de débito: Visa, Mastercard e Amex

Tickets eletrônicos: Não

Aceita cheque: Não

Valet: sim – R$ 25

Capacidade: 285 pessoas (temporariamente reduzida)

Som ambiente: Sim

Música ao vivo: sim

Aceita reserva: Sim

Wi-fi: Sim

Mesas ao ar livre: teto retrátil

Acesso para deficientes: sim

Atividade para crianças: não  

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A PARTIR DO DIA 20 DE MAIO EM ASILOS PÚBLICOS E CASAS DE ACOLHIMENTO PELA LEI ALDIR BLANC

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Sônia de Paulo e Nica Bomfim interpretam obras de Cora Coralina e Adélia Prado

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam Cora e Adélia – Receita de Poesia em um Dedo de Prosa.

Ao longo dos meses de maio e junho, o sarau será apresentado em casas de acolhimento e asilos públicos do município do Rio de Janeiro.

Em cena, duas atrizes, contam como foi o encontro das duas até chegarem nas obras das poetisas Cora Coralina Adélia Prado e resolvem fazer um sarau literário para juntar as duas. Lembram passagens românticas, comoventes, alegres e divertidas. O real encontro das obras se dá por meio dos textos: uma completa o pensamento da outra, com continuidade e trazendo respostas.

Cora Coralina, goiana, mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Adélia Prado, mineira, reúne em sua prosa e em sua poesia temas recorrentes da vida de província, a moça que arruma a cozinha, a missa, um certo cheiro do mato, vizinhos, a gente de lá.

Ao promover o encontro de duas vidas similares, de mulheres à frente de seu tempo, o espetáculo também presta seu tributo às mulheres que superaram dificuldades e preconceitos para expor sua arte, mostrando ao mundo como observavam a vida que as rodeava.

Trajetória

Após passar por São Paulo, Juiz de Fora, Fortaleza, Brasília e Orlândia (SP) o sarau literário Cora e Adélia, Receita de Poesia em Um Dedo de Prosa,que estreou em 2014, realizou tournée nacional com apresentações em cinco academias literárias do nordeste em 2018. As sessões, que contarão com a musicista Cecilia Beraba, acontecem nas datas e horários abaixo. Os ingressos serão gratuitos e disponibilizados em cada academia no dia da apresentação com uma hora de antecedência. Em 2020 o sarau foi gravado em vídeo, cada atriz em sua casa.

Em publicação no site G1, o total de idosos em abrigos públicos subiu 33% ao longo dos últimos cinco anos. Durante a pandemia, as visitas foram suspensas e o resultado é que eles começaram a se sentir muito solitários.

Como atriz e produtora do sarau, Sônia se sentiu sensibilizada com esta situação, e levará um pouco de cuidado, arte, inspiração e afeto para essas pessoas. Como já temos o sarau gravado, vamos beneficiar as instituições de longa permanência, que não têm condições de oferecer atrações culturais para os moradores.

Assim, em 2021, através da Lei Aldir Blanc, o sarau foi selecionado pelo edital #retomadaculturalrj – Produção Cultural, para realizar 20 apresentações em casas de acolhimento e asilos públicos com seus moradores já vacinados. O espetáculo será apresentado em vídeo, com a presença da atriz Sônia de Paula, já vacinada, e mesmo assim haverá máscara, cuidado maior com o afastamento entre as pessoas e limpeza com álcool em gel. Cada asilo receberá 2 apresentações.

Entre os asilos que serão beneficiados estão Doce Morada, Caminho Da Felicidade, Associação Cristã Espirita, Lar Pedro Richard, Central De Recepção De Idosos Pastor Carlos Portela, Unidade Municipal De Reinserção Social Floriano De Lemos, Espaço Taquara, Unidade Municipal De Reinserção Social Maria Vieira Bazani, Unidade Municipal De Reinserção Social Dina Sfat entre outros. O início das atividades está marcado para dia 20 de maio na Unidade Municipal Social Maria Vieira Bazani. No dia 21 será realizado na Unidade Social Floriano de Lemos e no Espaço Taquara. As demais unidades estão listadas na tabela abaixo:

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Há oito anos, Sônia de Paula e o produtor Marcelo Aouila realizam o projeto “Lê Pra Mim?”, voltado para crianças. Com Cora e Adélia, a proposta é estender o incentivo à leitura também para os adultos. “Vamos atingir um público que espera escutar, na voz de duas atrizes, com a entonação correta e movimentos estudados, os textos de duas grandes poetisas”, afirmam. Este é mais um projeto sócio-cultural de incentivo à leitura realizada pela produtora SOMAR IDEIAS.

PerfilSônia de Paula – Atriz e produtora teatral. Na TV, coleciona trabalhos como A Patota (quando estreou, em 1972), Estúpido Cupido, Chega Mais, Meus Filhos Minha Vida, Lua Cheia de Amor, Mulheres de Areia, Explode Coração, Beleza Pura, Caras e Bocas e A Indomada, além dos seriados Procurando Casseta e Planeta e Os Normais e do infantil Sítio do Picapau Amarelo. No cinema, atuou em Embalos Alucinantes, A Noiva da Cidade, O Monstro Trapalhão, Índia – A Filha do Sol e As Meninas, entre outras produções. Há 20 anos vem se dedicado ao teatro infantil, atuando e produzindo montagens como O Casamento de Dona Baratinha, Barrinho o menino de barro e A Cigarra e a Formiga, entre outras. No teatro adulto, atuou em A Secretária do Presidente em 2009.

Nica Bomfim – Começou no teatro com Putz, A Menina Que Buscava O Sol (1979). Depois, atuou em Sandra Na Terra do Antes, A Fábrica dos Sonhos, Carnaval de Sereias e Ventos, entre outras produções. Na TV, estreou em 1988, com O Primo Basílio. Também integrou o elenco de História de Amor, Anjo Mau, Suave Veneno, O Clone, Bang Bang, Eterna Magia, Escrito nas Estrelas e Amor Eterno Amor, além da série A Diarista e do humorístico Zorra Total. No cinema, esteve nos filmes Por Incrível Que Pareça Romance da Empregada, Luar Sobre Parador e Faca de Dois Gumes.

Rafaela Amado – Filha da atriz Camila Amado, começou no teatro, em cena, nos anos 1990. Depois passou à assistência de direção, onde construiu sua carreira durante 20 anos, tem montagens como As Mulheres de Grey Gardens e A Arte e A Maneira de Abordar Seu Chefe Para Pedir Um Aumento. Mais recentemente, passou à direção, co-assinando com Leonardo Neto O Bom Canário e dirigindo o musical Na Bagunça do Teu Coração.  Também dirigiu o infantil A Peça do Gordinho, além de Edukators e Jardim Secreto.

Equipe técnica

Textos de Cora Coralina e Adélia Prado

Elenco: Sônia de Paula e Nica Bomfim

Compilação e Direção: Rafaela Amado

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Texto abertura: Marcelo Aouila

Musicista: Cecília Beraba

Ambientação: Mercelo Aouila

Figurino: Julieta Aouila

Fotos de divulgação: Giúlia Oliveira

Fotos de cena: Rogério Belório

Produção Executiva: Marcelo Aouila

Idealização: Sônia de Paula

Realização: Somar Ideias

Serviço

CORA E ADÉLIA

RECEITA DE POESIA EM UM DEDO DE PROSA

Sarau Literário das obras de Cora Coralina e Adélia Prado.

Com Sônia de Paula e Nica Bomfim.

Direção, pesquisa e seleção dos poemas: Rafaela Amado.

Musicista: Cecília Beraba

Local: Asilos Públicos e Casas de Acolhimento da Prefeitura do Rio

Data: de 20 a 31 de maio de 2021

Ingressos:Gratuito

Capacidade: 100 lugares por apresentação

Acessibilidade: Intérprete de LIBRAS em todos os saraus

Outras Informaçõeshttp://coraeadelia.blogspot.com.br

PELA LEI ALDIR BLANC

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Ex-presidiário, hoje escritor e empresário afirma que o sucesso é uma escolha.

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O escritor e empresário Marcelo Bianchini começou a se exercitar aos 18 anos, ao entrar na prisão. De lá para cá não apenas incluiu o esporte em sua vida, como também adotou um estilo de vida novo que permitiu se reconstruir fora das grades

Aos 18 anos foi condenado a 10 anos de prisão e ingressou no sistema penal. O jovem magro e franzino não gostava de futebol, nem de jogar cartas, bem como não era usuário de drogas. Assim, viu na musculação e nos demais exercícios físicos uma forma de passar o tempo durante os banhos de sol, quando os detentos podem sair das celas. Foi quando começou a rotina de treinos de Marcelo Bianchini, até então mais um jovem ingresso na estrutura penitenciária de São Paulo. “Entrei lá sozinho, não conhecia ninguém, então comecei a treinar e vi que isso me fazia bem. Eu levantava garrafas pet cheias de água amarradas em cabos de vassoura e pulava corda”, lembra o hoje, com 36 anos, o diretor-fundador do Instituto Bianchini, especializado em treinamento comportamental, cursos online e mentoria.

Associadas à rotina de atividades físicas vinham as leituras, que ajudavam a fortalecer a mente. “Eu liberava a minha ansiedade com os exercícios, hoje sei dos benefícios do esporte em relação à produção de endorfina e demais substâncias, mas na época não sabia, apenas via que me sentia bem. Por isso intercalava os exercícios com as leituras, assim equilibrava corpo e mente”. A prática de esportes continuou após ganhar liberdade. Hoje ele continua com a musculação e ainda luta Jiu Jitsu. A modalidade tem a ver com sua filosofia de vida e um dos treinamentos que promove: Atitude de Tigre. “O Tigre vive na selva, no deserto, na neve, ele se adapta a qualquer ambiente, é um animal forte e resiliente. Afirmo que todos nós devemos nos espelhar nele”, afirma Bianchini. Ele afirma que o Jiu Jitsu ajuda a torná-lo mais forte, pois os treinos pesados ensinam a manter-se firme diante das adversidades da vida. “Isso significa sair da zona de conforto, ao sair dela você vê sua força, por isso o Jiu Jitsu faz parte da minha vida, pois ele me ajuda a lidar com as dificuldades, a enfrentar o adversário e saber resistir”.

Marcelo pratica o esporte há quatro anos e treina três vezes por semana. A pandemia precisou adiar o sonho de participar de campeonatos oficiais. Ele estava se preparando para este novo desafio, mas o calendário de competições foi suspenso. O atleta é graduado na segunda faixa, a azul, em 3° grau. Após vencer na vida, ao sair da prisão e nunca mais cometer qualquer delito — além de construir uma carreira de sucesso e uma família — ele espera iniciar uma trajetória nos tatames. “Assim que a vida voltar ao normal quero competir e incluir este desafio na minha vida”, afirma. A recomendação dele é que todos pratiquem alguma modalidade esportiva. “Esse hábito impacta diretamente na vida pessoal e profissional, pois ajuda a ter clareza, controle emocional e mental, a desenvolver autocontrole, disciplina, e a lidar com as adversidades do dia a dia”, aconselha Bianchini.

Quem é Marcelo Bianchini

Marcelo Bianchini é empresário e treinador comportamental, com formações na área de desenvolvimento humano, como hipnoterapia, coaching, programação neurolinguística, análise comportamental e treinamento de inteligência emocional. Já escreveu livros, é palestrante, mentor e diretor-fundador do Instituto Bianchini. Ele desenvolve o treinamento “Atitude de Tigre”, no qual busca desenvolver a resiliência dos participantes. Bianchini usa sua história pessoal para inspirar o público e ajudar as pessoas a vencerem diversas adversidades.

Intagram: @marcelobianchinioficial

YouTube: Marcelo Bianchini

Site: marcelobianchini.com.br

Fonte: Bueno & Vivire Comunicação

Fotos: Divulgação

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Ex-presidiário, hoje escritor e empresário afirma que o sucesso é uma escolha.

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O escritor e empresário Marcelo Bianchini começou a se exercitar aos 18 anos, ao entrar na prisão. De lá para cá não apenas incluiu o esporte em sua vida, como também adotou um estilo de vida novo que permitiu se reconstruir fora das grades

Aos 18 anos foi condenado a 10 anos de prisão e ingressou no sistema penal. O jovem magro e franzino não gostava de futebol, nem de jogar cartas, bem como não era usuário de drogas. Assim, viu na musculação e nos demais exercícios físicos uma forma de passar o tempo durante os banhos de sol, quando os detentos podem sair das celas. Foi quando começou a rotina de treinos de Marcelo Bianchini, até então mais um jovem ingresso na estrutura penitenciária de São Paulo. “Entrei lá sozinho, não conhecia ninguém, então comecei a treinar e vi que isso me fazia bem. Eu levantava garrafas pet cheias de água amarradas em cabos de vassoura e pulava corda”, lembra o hoje, com 36 anos, o diretor-fundador do Instituto Bianchini, especializado em treinamento comportamental, cursos online e mentoria.

Associadas à rotina de atividades físicas vinham as leituras, que ajudavam a fortalecer a mente. “Eu liberava a minha ansiedade com os exercícios, hoje sei dos benefícios do esporte em relação à produção de endorfina e demais substâncias, mas na época não sabia, apenas via que me sentia bem. Por isso intercalava os exercícios com as leituras, assim equilibrava corpo e mente”. A prática de esportes continuou após ganhar liberdade. Hoje ele continua com a musculação e ainda luta Jiu Jitsu. A modalidade tem a ver com sua filosofia de vida e um dos treinamentos que promove: Atitude de Tigre. “O Tigre vive na selva, no deserto, na neve, ele se adapta a qualquer ambiente, é um animal forte e resiliente. Afirmo que todos nós devemos nos espelhar nele”, afirma Bianchini. Ele afirma que o Jiu Jitsu ajuda a torná-lo mais forte, pois os treinos pesados ensinam a manter-se firme diante das adversidades da vida. “Isso significa sair da zona de conforto, ao sair dela você vê sua força, por isso o Jiu Jitsu faz parte da minha vida, pois ele me ajuda a lidar com as dificuldades, a enfrentar o adversário e saber resistir”.

Marcelo pratica o esporte há quatro anos e treina três vezes por semana. A pandemia precisou adiar o sonho de participar de campeonatos oficiais. Ele estava se preparando para este novo desafio, mas o calendário de competições foi suspenso. O atleta é graduado na segunda faixa, a azul, em 3° grau. Após vencer na vida, ao sair da prisão e nunca mais cometer qualquer delito — além de construir uma carreira de sucesso e uma família — ele espera iniciar uma trajetória nos tatames. “Assim que a vida voltar ao normal quero competir e incluir este desafio na minha vida”, afirma. A recomendação dele é que todos pratiquem alguma modalidade esportiva. “Esse hábito impacta diretamente na vida pessoal e profissional, pois ajuda a ter clareza, controle emocional e mental, a desenvolver autocontrole, disciplina, e a lidar com as adversidades do dia a dia”, aconselha Bianchini.

Quem é Marcelo Bianchini

Marcelo Bianchini é empresário e treinador comportamental, com formações na área de desenvolvimento humano, como hipnoterapia, coaching, programação neurolinguística, análise comportamental e treinamento de inteligência emocional. Já escreveu livros, é palestrante, mentor e diretor-fundador do Instituto Bianchini. Ele desenvolve o treinamento “Atitude de Tigre”, no qual busca desenvolver a resiliência dos participantes. Bianchini usa sua história pessoal para inspirar o público e ajudar as pessoas a vencerem diversas adversidades.

Intagram: @marcelobianchinioficial

YouTube: Marcelo Bianchini

Site: marcelobianchini.com.br

Fonte: Bueno & Vivire Comunicação

Fotos: Divulgação

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