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Com que frequência você lava a roupa de cama?

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Com que frequência você lava a roupa de cama?

Especialista em limpeza explica como e de quanto em quanto tempo os lençóis, travesseiros e cobertores precisam ser lavados

Quando foi a última vez que você trocou os lençóis e colocou a roupa de cama para lavar? Se você não lembra ou se isso faz muito tempo, está na hora de rever essa organização de lavagem. E os cobertores, são lavados de quanto em quanto tempo? São muitas dúvidas que rodeiam o cuidado com as roupas de cama e, para cada uma, há uma explicação.

O ideal é que os lençóis e fronhas sejam lavados, no mínimo, uma vez por semana, ensina Ricardo Monteiro, especialista em higienização da Quality Lavanderia. Ele comenta que, como as roupas de cama estão em contato frequente e direto com o corpo, devido ao suor e oleosidade que o nosso corpo exala, é importante que a roupa de cama seja lavada toda semana, assim não há risco de acúmulo e proliferação de bactérias, fungos e ácaros.

“Para as pessoas que possuem pets em casa, como cães e gatos, que possivelmente têm contato com a cama, essa exigência é ainda maior. Antes de colocar o lençol ou a fronha para lavar é aconselhável sacudir um pouco antes, assim retira-se o excesso dos pelos dos animais”, explica Monteiro.

O processo de lavagem requer atenção. Primeiro porque se deve ler as instruções da etiqueta e seguir as orientações do fabricante. Há roupas de cama, por exemplo, que não podem ficar de molho ou secar expostas ao sol. “Outro detalhe também está na separação das peças, lençóis ou fronhas na cor branca não podem ser lavados com outras peças coloridas, pois há risco de manchar”, avisa Monteiro.

Opte sempre por usar sabão alcalino que é o detergente mais adequado para remoção de manchas de origem orgânica e cuidado para não colocar excesso de sabão no processo de lavagem, respeite a instrução da máquina e da confecção. Realize pelo menos dois enxagues para ter certeza que todo o produto foi retirado, e um terceiro enxague utilizando o amaciante de sua preferência. O especialista explica que o resíduo de sabão em contato com a pele pode ser prejudicial, por isso é importante que ele seja retirado por completo na lavagem.

Como cuidar dos travesseiros?

Já o travesseiro deve ser lavado a cada seis meses. Monteiro comenta que a lavagem do travesseiro para que tenha uma higienização correta, o ideal é que seja lavado por profissionais, pois é mais difícil de realizar em casa, além de correr mais risco de mofar e ficar com odores, caso não seja completamente seco.

De quanto em quanto tempo deve-se lavar os cobertores e edredons?

Com cobertores e edredons, a frequência e os cuidados com a lavagem também são fatores importantes, opte sempre por lavar antes de usar, principalmente se o edredom ficou guardado por muito tempo, com isso removem-se os ácaros e o possível odor de mofo, mantendo a peça mais apropriada para uso. “Estando em uso, o ideal é lavar a cada dois meses ou antes de guardar, para ser utilizado em outra estação. Outra dica importante é o cuidado com o uso do amaciante, quanto menos perfume tiver, menor a chance de provocar alergias” conclui o especialista.

Quality Lavanderia

Modelo de lavanderia consolidado há mais de 20 anos no mercado, a Quality é uma marca premiada, recebeu 13 Selos de Excelência da ABF. As lojas possuem equipamentos de alta tecnologia, performance e produtividade, trabalha com produtos e soluções que preservam o meio ambiente. É uma lavanderia completa, com qualidade diferenciada de atendimento e de serviços prestados. A Quality é especialista na limpeza de roupas e itens da casa e tem “prazer em cuidar bem” dos clientes, de suas roupas e do meio ambiente. “Dê mais Quality para a sua vida” e tenha mais praticidade, economia e conforto na hora de lavar roupas, pois qualidade de vida é ter mais tempo livre no dia a dia. Saiba mais: www.qualitylav.com.br

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Instituto Gourmet cria campanha de Dia das Mães com a mãe de Gil do Vigor

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Dona Jacira Santana está conquistando cada vez mais seguidores em suas redes sociais e foi convidada a ser aluna da rede

Carismática, engraçada e autentica, essas são algumas características de dona Jacira Santana, mãe de Gil do Vigor. Fazendo sucesso com sua espontaneidade nas redes sociais, ela viu sua vida mudar com a participação de seu filho no maior reality show do país.

A mais nova influenciadora digital está conquistando o coração das marcas que se identificam com ela. Como no caso do Instituto Gourmet, maior rede de franquias de ensino profissionalizante em gastronomia. A rede criou uma ação especial no dia das mães inspirada na “mãe mais vigorosa do Brasil”.

“Nos encantamos com a história de Gil no reality e pesquisando um pouco sobre ele, descobrimos que sua mãe é apaixonada por gastronomia, ou seja, tudo a ver com a rede”, comenta Robson Fejoli, sócio diretor da marca.

Focando na transformação de vida de seus alunos, a rede presenteou Dona Jacira com um curso à sua escolha, para que ela possa aprender e empreender na gastronomia. “Também vamos presenteá-la com um almoço especial no próximo dia 09. Escolhemos o prato favorito de Gil, baião de dois”, comenta.

A ação acontecerá no Instagram da rede e de Dona Jacira, reforçando como a educação profissional pode transformar vidas. “Estamos muito felizes com a participação de Dona Jacira nessa campanha tão especial para nós”, finaliza Fejoli.

Sobre o Instituto Gourmet

O Instituto Gourmet é a maior rede nacional de franquia especializada em cursos profissionalizantes na área da gastronomia. Criado para quem deseja ingressar no mercado gastronômico e obter formação profissional da área, o Instituto oferece opções de cursos de curta ou longa duração, com flexibilidade nos horários e foco na interação do aluno. Criada em 2014, a rede ingressou no franchising em 2017 e já conta com mais de 100 unidades comercializadas em todo país.

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VANESSA JACCOUD CRIA ASSOCIAÇÃO TRANquilaMENTE PARA TRANSGÊNEROS

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Transgeneridade não é doença, é identidade de gênero.
psicóloga Vanessa Jaccoud criou a Associação TRANquilaMENTE, para atender indivíduos transgêneros e suas famílias, com uma equipe formada por psicólogos, psiquiatra, endocrinologista, fonoaudiólogo, cirurgião e todos os profissionais necessários ao melhor atendimento de cada caso. Localizada no Recreio dos Bandeirantes, RJ, terá valor popular e deve começar o atendimento em junho, ao final das obras. 
Depois de se aprofundar sobre o assunto durante a pandemia, de vivenciar em pacientes os desafios enfrentados, Vanessa decidiu mudar o foco do atendimento que realizava no Terreirão e se dedicar aos transgêneros, cuidando de sua saúde mental e física. Futuramente, espera agregar parceiros que possam promover a manutenção da Associação, bem como capacitação, workshops e cursos.

De acordo com a Dra. Vanessa Jaccoud, a condição de ser “trans” é muito mais complexa, tanto na teoria quanto na prática. Além de outros impactos ligados à questão da transgeneridade, existem problemas e estigmas mais evidentes como a não aceitação na sociedade, dificuldades na hora de conseguir um emprego, conquistar a redesignação sexual, mudança para o nome social, além de tanta discriminação e preconceitos, os quais não faltam desde o início do percurso de transição até a fase de maturação da transição em si. Existem ainda outros obstáculos mais graves, que influenciam o fator psicológico. Tudo é delicado e complexo nesta área do humano.

O processo de percepção da própria transgeneridade se dá, através de alguns indicadores no próprio desenvolvimento humano, tal como a incongruência de gênero, que provoca intensa inquietude e incômodo ao indivíduo trans, por entender que o seu corpo não reflete o que este realmente é. Esta falta de identificação acaba ocasionando outros problemas, como ansiedade, angústia, depressão, e até mesmo questões mais graves, como ideações e tentativas de suicídio, pois, de forma perturbadora, pode transformar tanto os sentimentos da pessoa, quanto ocasionar problemas familiares e profissionais.
Existe muita confusão com relação às diferenças de orientação sexual e identidade de gênero, mas a Dra. Vanessa Jaccoud explica: “a orientação sexual faz com que uma pessoa busque relacionamentos afetivo-sexual com pessoas do mesmo sexo (homo), sexo oposto (hétero) e ambos (bi), isso se ela não for um indivíduo assexual (não tem interesse na atividade sexual) ou pan (atração por pessoas, independente de seu sexo ou identidade de gênero). Já na identidade de gênero a questão é o sentir-se, perceber-se e identificar-se como mulher, homem ou ter uma identificação fluida entre os dois”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mudou esse entendimento em seu guia que serve de referência para estatísticas e diagnósticos médicos: ser transgênero – em geral, ter uma identidade de gênero que não corresponde ao seu sexo atribuído ao nascer – não é doença.
Transgêneros são pessoas que não se identificam com seu sexo biológico designado ao nascer. Pode ser um homem que se enxerga como mulher, uma mulher que entende como homem ou ainda alguém que acredita não se encaixar perfeitamente em nenhuma destas possibilidades. A nova definição da OMS acaba na prática com a noção que se tinha a respeito de pessoas transgênero. É preciso sempre ter respeito e informação.

Sobre a Drª Vanessa Jaccoud  (CRP 05/47172)

Psico-Oncologista, Psicossomatista, Psicóloga clínica com diversas especialidades também em Psicossomática, Dor crônica, Residente no Ambulatório de Psicossomática da Santa Casa de SP.Membro Titulada de importantes Sociedades nacionais e internacionais de saúde (ABMP-SP, SBPO e WPATH), a Dra. Vanessa Jaccoud atende pacientes nos 3 consultórios do Rio e na Santa Casa de São Paulo, além de 8 países – USA (New Orleans, New York, Florida, Massachusetts, Connecticut), Bélgica, França, Portugal, Líbano, Tailândia, Inglaterra e Holanda. Primeira mulher do Brasil a fazer parte da WPATH (World Professional Association for Transgender Health).
* Atualmente com certificação mundial em cuidados aos pacientes Transgêneros* Autora do livro “Transgeneridade: um caso espiritual”, a ser lançado em breve.
Associação TRANquilaMENTE (21)97353-2922          
Instagram: @dravanessajaccoud

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BELEZA/COMPORTAMENTO – BIOMÉDICA JULIANA SIRUFFO FALA SOBRE AUMENTO NA PROCURA POR BIOESTIMULADORES

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BIOMÉDICA JULIANA SIRUFFO FALA SOBRE  AUMENTO NA PROCURA POR  BIOESTIMULADORES
Pele, maior órgão do corpo humano, deve ser tratada para manter saúde física e mental.

Autoestima. Saúde mental. Corpo saudável. Reinvenção. São palavras que têm marcado a pandemia e a forma como as pessoas lidaram com o home office, o lockdown, a impossibilidade de sair para cuidar de si ou do outro.  

Essa nova visão da realidade impactou os cuidados com a saúde, levando à busca por tratamentos estéticos que não valorizassem apenas a beleza, mas principalmente a qualidade de vida e o bem estar. Além disso, a parte financeira influenciou na busca por tratamentos  com resultados mais rápidos, indolores e minimamente invasivos, como os bioestimuladores de colágeno.
 A função dessa classe de procedimento é repor os nutrientes perdidos(como colágeno e elastina) com a idade e induzir o organismo a produzir mais e ao produzir você sente o viço, a hidratação e sustenção a em resposta  essa produção.

Ao lado da boa forma física e da tonicidade muscular, o colágeno é uma das principais proteínas estruturais da pele, e a sua presença na composição corporal é sinal de jovialidade. Seu objetivo é proporcionar uma pele mais viscosa e com menos rugas. A pele é o maior órgão do corpo humano e precisa sempre estar bem cuidada para evitar doenças e outros problemas. Isso é possível graças à aplicação de substâncias que ativam a produção de colágeno da pele, restaurando o volume e o contorno da face – os bioestimuladores.

Segundo a Dra. Juliana Siruffo, a grande vantagem é a facilidade e rapidez com que podem ser aplicados, no próprio consultório, sem anestesias injetáveis, permitindo que o paciente volte às atividades normais em poucas horas.

Juliana Siruffo é Biomédica, apaixonada por ciência. Mestranda em Genética na UFRJ e pós graduanda em biologia molecular.  

Instagram: @drajulianosiruffo 
Endereços:Centro Capilar Sheila Belloti Av. das Américas, 17.150 – prédio A5 – sala 349 – Recreio Rua Dalcídio Jurandir, 255 – sala 247 – Island Personal Office – Barra

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