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6 dicas de audiobooks narrados por famosos

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6 dicas de audiobooks narrados por famosos

Milton Gonçalves, Paulo Betti e Antonio Nobrega são alguns dos nomes que garantem ainda mais emoção a clássicos e novidades do mundo literário

O que fazer quando as suas mãos estão ocupadas, mas a sua mente está livre? Essa é uma das principais vantagens dos audiobooks, que transformam momentos entediantes em ócios criativos! Para que esse momento seja ainda mais especial, nada como contar com o talento de verdadeiros contadores de histórias. Por isso, a Auti Books selecionou dicas de obras narradas por grandes nomes da arte nacional.

Quanto mais drama, melhor. Assim são as obras do genial Nelson Rodrigues, autor de “A vida como ela é”, que chega à versão audiobook na voz do experiente ator Milton Gonçalves. Outra novidade é o “Auto da compadecida”, um clássico de Ariano Suassuna, narrado pelo também pernambucano, Antonio Nobrega, premiado artista e um dos ícones da cultura popular brasileira. Já Paulo Betti empresta a sua versatilidade e carisma para “O selvagem da ópera”, de Rubem Fonseca.

A lista de dicas da Auti Books ainda inclui audiobooks narrados por Taumaturgo Ferreira, Antonio Grassi e Cecil Thiré. Saiba mais sobre as obras e escolha quem será a sua companhia.

A vida como ela é – narrado por Milton Gonçalves

Em 1950, quando começou a publicar diariamente a coluna “A vida como ela é…” no periódico Última Hora, Nelson Rodrigues já havia passado pela redação dos jornais A Manhã, Crítica, Jornal dos Sports e O Globo. Também já havia deixado sua marca na história do teatro nacional, com a revolucionária montagem de Vestido de noiva, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1943.

Encomendada por Samuel Wainer para seu jornal, a coluna estreou em 12 de junho de 1951 e tornou-se um grande sucesso em poucas semanas. Seus contos recriam alguns dos temas caros ao escritor: a fidelidade, o ciúme, a dualidade entre amor e sexo e a distância moral entre as antigas famílias do subúrbio do Rio de Janeiro e a nascente população de classe média e alta de Copacabana e arredores.

Em 1961, “A vida como ela é…” deixou as páginas do Última Hora e passou a ser publicada no Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, no qual Nelson permaneceu por um curto período antes de retornar para O Globo, em 1962, dessa vez assinando a seção de esportes.

Autor: Nelson Rodrigues
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Milton Gonçalves
Duração: 02:02:01

Link: https://www.autibooks.com/a-vida-como-ela-e-nova-fronteira/p

Auto da compadecida – narrado por Antonio Nobrega

O Auto da compadecida consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas. Apresenta na escrita traços de linguagem oral [demonstrando, na fala do personagem, sua classe social] e apresenta também regionalismos relativos ao Nordeste. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.

Autor: Ariano Suassuna
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Antonio Nobrega
Duração: 02:45:28

Link: https://www.autibooks.com/auto-da-compadecida-nova-fronteira/p

O selvagem da ópera – narrado por Paulo Betti

Romance, biografia, argumento cinematográfico, ‘O selvagem da ópera’ tem como protagonista o compositor Antônio Carlos Gomes, autor de O Guarani e de outras óperas hoje esquecidas, como a Fosca, Salvator Rosa, Maria Tudor e Lo Schiavo. Acompanhando sua trajetória em capítulos breves, Rubem Fonseca leva o leitor à segunda metade do século XIX, revelando desde os bastidores da Corte no Rio de Janeiro, na qual o jovem e talentoso músico ganha os favores do imperador-mecenas e de sua amante, a condessa de Barral, até sua conquista do mundo operístico italiano.

Autor: Rubem Fonseca
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Paulo Betti
Duração: 10:35:34

Link: https://www.autibooks.com/o-selvagem-da-opera-nova-fronteira

As melhores histórias de Andersen – narrado por Antonio Grassi

Quase 150 anos após sua morte, Hans Christian Andersen continua a encantar leitores de todas as idades. Com um estilo próprio, que foge muitas vezes das estruturas tradicionais dos contos de fadas e traz às narrativas um divertido tom de ironia, o escritor inspirou-se em casos contados pelo pai, durante a infância miserável na Dinamarca, e também naqueles ouvidos ao longo da vida.

Para esta coletânea, a escritora Luciana Sandroni selecionou algumas histórias: O patinho feio, O soldadinho de chumbo, O rouxinol e o imperador da China, A roupa nova do imperador e outros.

Autor: Hans Christian Andersen
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Antonio Grassi
Duração: 01:31:54

Link: https://www.autibooks.com/as-melhores-historias-de-andersen-nova-fronteira/p

Auti Books
6 dicas de audiobooks narrados por famosos

Milton Gonçalves, Paulo Betti e Antonio Nobrega são alguns dos nomes que garantem ainda mais emoção a clássicos e novidades do mundo literário

O que fazer quando as suas mãos estão ocupadas, mas a sua mente está livre? Essa é uma das principais vantagens dos audiobooks, que transformam momentos entediantes em ócios criativos! Para que esse momento seja ainda mais especial, nada como contar com o talento de verdadeiros contadores de histórias. Por isso, a Auti Books selecionou dicas de obras narradas por grandes nomes da arte nacional.

Quanto mais drama, melhor. Assim são as obras do genial Nelson Rodrigues, autor de “A vida como ela é”, que chega à versão audiobook na voz do experiente ator Milton Gonçalves. Outra novidade é o “Auto da compadecida”, um clássico de Ariano Suassuna, narrado pelo também pernambucano, Antonio Nobrega, premiado artista e um dos ícones da cultura popular brasileira. Já Paulo Betti empresta a sua versatilidade e carisma para “O selvagem da ópera”, de Rubem Fonseca.

A lista de dicas da Auti Books ainda inclui audiobooks narrados por Taumaturgo Ferreira, Antonio Grassi e Cecil Thiré. Saiba mais sobre as obras e escolha quem será a sua companhia.

A vida como ela é – narrado por Milton Gonçalves

Em 1950, quando começou a publicar diariamente a coluna “A vida como ela é…” no periódico Última Hora, Nelson Rodrigues já havia passado pela redação dos jornais A Manhã, Crítica, Jornal dos Sports e O Globo. Também já havia deixado sua marca na história do teatro nacional, com a revolucionária montagem de Vestido de noiva, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1943.

Encomendada por Samuel Wainer para seu jornal, a coluna estreou em 12 de junho de 1951 e tornou-se um grande sucesso em poucas semanas. Seus contos recriam alguns dos temas caros ao escritor: a fidelidade, o ciúme, a dualidade entre amor e sexo e a distância moral entre as antigas famílias do subúrbio do Rio de Janeiro e a nascente população de classe média e alta de Copacabana e arredores.

Em 1961, “A vida como ela é…” deixou as páginas do Última Hora e passou a ser publicada no Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, no qual Nelson permaneceu por um curto período antes de retornar para O Globo, em 1962, dessa vez assinando a seção de esportes.

Autor: Nelson Rodrigues
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Milton Gonçalves
Duração: 02:02:01

Link: https://www.autibooks.com/a-vida-como-ela-e-nova-fronteira/p

Auto da compadecida – narrado por Antonio Nobrega

O Auto da compadecida consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas. Apresenta na escrita traços de linguagem oral [demonstrando, na fala do personagem, sua classe social] e apresenta também regionalismos relativos ao Nordeste. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.

Autor: Ariano Suassuna
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Antonio Nobrega
Duração: 02:45:28

Link: https://www.autibooks.com/auto-da-compadecida-nova-fronteira/p

O selvagem da ópera – narrado por Paulo Betti

Romance, biografia, argumento cinematográfico, ‘O selvagem da ópera’ tem como protagonista o compositor Antônio Carlos Gomes, autor de O Guarani e de outras óperas hoje esquecidas, como a Fosca, Salvator Rosa, Maria Tudor e Lo Schiavo. Acompanhando sua trajetória em capítulos breves, Rubem Fonseca leva o leitor à segunda metade do século XIX, revelando desde os bastidores da Corte no Rio de Janeiro, na qual o jovem e talentoso músico ganha os favores do imperador-mecenas e de sua amante, a condessa de Barral, até sua conquista do mundo operístico italiano.

Autor: Rubem Fonseca
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Paulo Betti
Duração: 10:35:34

Link: https://www.autibooks.com/o-selvagem-da-opera-nova-fronteira

As melhores histórias de Andersen – narrado por Antonio Grassi

Quase 150 anos após sua morte, Hans Christian Andersen continua a encantar leitores de todas as idades. Com um estilo próprio, que foge muitas vezes das estruturas tradicionais dos contos de fadas e traz às narrativas um divertido tom de ironia, o escritor inspirou-se em casos contados pelo pai, durante a infância miserável na Dinamarca, e também naqueles ouvidos ao longo da vida.

Para esta coletânea, a escritora Luciana Sandroni selecionou algumas histórias: O patinho feio, O soldadinho de chumbo, O rouxinol e o imperador da China, A roupa nova do imperador e outros.

Autor: Hans Christian Andersen
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Antonio Grassi
Duração: 01:31:54

Link: https://www.autibooks.com/as-melhores-historias-de-andersen-nova-fronteira/p

O Príncipe – narrado por Taumaturgo Ferreira

Sob a atmosfera agitada da Renascença e dominado pela ideia da unidade italiana, Nicolau Maquiavel escreveu “O príncipe”.

Na obra, que está entre as mais lidas da nossa literatura desde o século XVI, o autor tenta definir o poder, as formas de governo, as virtudes do soberano e uma nova ética do fazer político.

Refletindo as condições da época, o combate às tradições medievais e uma abordagem livre de fatos históricos, esta obra é parte preponderante no legado essencial que Maquiavel deixou para a ciência política.

Autor: Nicolau Maquiavel
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Taumaturgo Ferreira
Duração: 04:03:02

Link: https://www.autibooks.com/o-principe-nova-fronteira/p

O doente de Molière – narrado por Cecil Thiré

Cortesãs, nobres, artistas, padres e médicos, decadentes ou influentes, ninguém era poupado pela verve satírica de Molière, dramaturgo que Rubem Fonseca transforma em personagem neste romance. Autor de comédias clássicas como Escola de mulheres, Tartufo, D. Juan e O avarento, Molière morreu em 1673, logo após uma apresentação de O doente imaginário, sua última peça. A partir desse acontecimento real, Rubem Fonseca cria um personagem fictício, o marquês que escreve anonimamente O doente Molière. Amigo do grande autor e ele mesmo dramaturgo frustrado, o marquês utiliza seu conhecimento da corte do rei Luís XIV e dos salões da França do século XVII – em que convivia com Racine, Corneille, La Rochefoucauld e La Fontaine – para investigar a causa verdadeira da morte de Molière. Enquanto acompanhamos sua investigação, sua pena afiada descreve as intrigas, as traições e os crimes que serviram de inspiração para o grande autor e que seriam a causa de sua morte.

Autor: Rubem Fonseca
Editora: Nova Fronteira
Narrador: Cecil Thiré
Duração: 02:48:53

Link: https://www.autibooks.com/o-doente-moliere-nova-fronteira/p
Sobre a Auti Books

Nascida da ideia de que cada vez mais os conteúdos, e principalmente os livros, podem ser consumidos em formatos diversos, além do papel, a Auti Books permite aos usuários “saborear” aventuras, mistérios, romances e muitos outros temas por meio do som, com audiobooks. Dessa forma, é possível ter acesso a cultura, sonhos, viagens e muito mais, não só nos momentos tradicionais de leitura, mas também durante um deslocamento, seja no transporte público ou particular, executando tarefas do dia a dia, fazendo esportes ou mesmo durante a utilização de redes sociais. A Auti Books disponibiliza títulos de todos os gêneros, incluindo grandes sucessos de venda, visando levar entretenimento e aprendizado para toda a população brasileira. Dê ouvidos à sua imaginação: #escutelivros

Site – http://www.autibooks.com

LinkedIn – https://www.linkedin.com/company/auti-books/

Instagram – https://www.instagram.com/autibooks/

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15 de maio marca o Dia Internacional de Conscientização das Mucopolissacaridoses.

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Estima-se que 13 milhões de brasileiros sofram com alguma doença rara; destas, apenas 4% possuem tratamento

Existem entre 6 e 8 mil doenças raras no mundo, entre elas as Mucopolissacaridoses (MPS).

O 15 de maio marca o Dia Internacional de Conscientização das Mucopolissacaridoses.

As MPS representam um grupo de doenças ultrarraras cujo diagnóstico em geral tarda muitos anos.

A Casa Hunter promove ações de conscientização e lança games para explicar a jornada do paciente.

São Paulo, 11 de maio de 2021 – Imagine que você tem um filho pequeno e que, à medida em que ele cresce, começam a ser observadas algumas diferenças no desenvolvimento em comparação com outras crianças. Você passa em médicos especialistas, faz uma série de exames, mas o diagnóstico final demora de 4 a 5 anos e, ainda assim, os desafios são inúmeros. Essa é, em geral, a jornada dos pacientes com doenças raras.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem de 6 a 8 mil doenças raras no mundo; destas, apenas 4% contam com algum tipo de tratamento e 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade. No Brasil, estima-se que 13 milhões de pessoas tenham alguma doença rara¹.

Um exemplo são as Mucopolissacaridoses (MPS), doenças genéticas que fazem parte do grupo dos erros inatos do metabolismo. Nas MPS, a produção de enzimas responsáveis pela degradação de alguns compostos é afetada e o acúmulo destes no organismo do paciente, de forma progressiva, provoca diversas manifestações.

Entre as consequências das MPS, podem estar: limitações articulares, perda auditiva, problemas respiratórios e cardíacos, aumento do fígado e baço e déficit neurológico.

A incidência das Mucopolissacaridoses é de cerca de 1 para cada 20 mil nascidos vivos². De acordo com a enzima que se encontra deficiente, a Mucopolissacaridose pode ser classificada em 11 tipos diferentes de MPS3.

No Brasil, o tipo II, conhecido como Síndrome de Hunter, é o mais prevalente – são 0,48 para cada 100.000 nascidos vivos², com uma média de 13 novos casos ao ano. Ocorrendo quase exclusivamente pessoas do sexo masculino, a MPS II, sem o tratamento adequado, pode causar a morte do paciente já na segunda década de vida.

De acordo com dados da Rede MPS, entre os anos 1982 e 2019, foram diagnosticados 493 pacientes com a MPS tipo II, e essa doença pode ganhar um novo aliado no diagnóstico com a aprovação do Projeto de Lei que visa a ampliar as doenças que devem fazer parte do Teste do Pezinho realizado no âmbito do SUS.

Diagnóstico – Assim como nas demais doenças raras, as MPS são de difícil diagnóstico, uma vez que há múltiplos sintomas e muitos são comuns a outras patologias. O diagnóstico correto e precoce das MPS é fundamental para propiciar uma melhor qualidade de vida aos pacientes. Um teste do pezinho ampliado poderia detectar mais de 50 doenças, permitindo seu tratamento precoce e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes.

Tratamento – A MPS não tem cura, mas com tratamento adequado é possível controlar a doença e aumentar a expectativa de vida do paciente. Segundo o geneticista e professor do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dr Roberto Giugliani, a Terapia de Reposição Enzimática (TRE) foi um importante avanço no tratamento das MPS, embora tenha algumas limitações, como o fato de não penetrar no sistema nervoso.

“Novas enzimas capazes de cruzar a barreira sangue-cérebro permitem tratar as manifestações neurológicas a partir de uma enzima administrada na veia. A combinação dessas novas tecnologias de tratamento com o diagnóstico precoce, idealmente através do teste do pezinho, trará um ganho significativo na qualidade de vida dos pacientes com MPS”, explica Dr. Roberto Giugliani.

Casa Hunter promove ações de conscientização e lança games para explicar a jornada do paciente

O dia 15 de maio é marcado pelo Dia Internacional de Conscientização das Mucopolissacaridoses e a data tem como objetivo dar mais visibilidade à doença e disseminar informações para familiares, cuidadores, sociedade em geral e para a comunidade médica.

No Brasil, a Casa Hunter, ONG dedicada a apoiar pacientes que possuem doenças raras, em especial a MPS Tipo II, realizará a MPS Week, uma semana temática, com eventos online e ações de conscientização para aumentar o conhecimento sobre essa enfermidade.

“Nosso objetivo é aumentar o conhecimento a respeito da patologia, facilitando o diagnóstico e o tratamento dos pacientes. Somente dando visibilidade ao tema temos a oportunidade de advogar em favor dos pacientes”, explica Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras, a Febrararas.

Entre as ações organizadas pela Casa Hunter estão jogos virtuais desenvolvidos para mostrar o dia a dia de um paciente com MPS Tipo II, que de maneira lúdica, trazem informações sobre a doença.

Na “Jornada do Paciente”, o jogador é imerso na história de uma família que busca um diagnóstico para o filho doente. Já os games no estilo “Escape”, os participantes são desafiados a resolver enigmas e encontrar as pistas necessárias para chegar ao diagnóstico do paciente. Os games estão disponíveis nos links https://app.infogo.com.br/264f97 e https://app.infogo.com.br/306a50.

Além disso, durante a MPS Week serão realizados dois webinários com objetivo de auxiliar pacientes, cuidadores e familiares a lidarem com a nova realidade pós-diagnóstico e compartilhar as principais pesquisas em desenvolvimento sobre a MPS no Brasil, ambos no canal da Casa Hunter no YouTube.

No dia 12, a partir de 18h30, especialistas vão se reunir para discutir os principais desafios impostos pela MPS. O webinário “Guia de Manejo – O que vem depois do diagnóstico?” contará com a participação da Dra. Carolina Fischinger (Geneticista do Hospital das Clínicas de Porto Alegre); Miguel Duarte Ferreira (Diretor Executivo e Sócio Fundador da LatM – Life Sciences Consultants); Antoine Daher (Presidente da Casa Hunter e da Febrararas); e a moderadora Ariadne Guimarães Dias (Relações Institucionais da Casa Hunter).

Já no dia 14, também às 18h30, será realizado o webinário “Pesquisas Clínicas no Brasil – Conheça os estudos em desenvolvimento para MPS” para discutir os estudos que estão em desenvolvimento sobre as MPS no Brasil e quais são as expectativas para o tratamento das doenças.

Essa mesa redonda receberá o Dr. Roberto Giugliani (Médico Geneticista da UFRGS e Consultor da OMS); Dra. Ana Maria Martins (Geneticista e Coordenadora do Centro de Referência em Erros Inatos do Metabolismo); Claudiosvam Martins Alves de Sousa (Coordenador de Pesquisa Clínica de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa); Dr. Jorge Venâncio (Coordenador da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa); Antoine Daher (Presidente da Casa Hunter e da Febrararas) e a moderadora Regina Sider (Diretora Científica da Intrials Clinical Research).

Por fim, no dia 15, ainda às 18h30, a Dra. Dafne Horovitz (Coordenadora Clínica do Departamento de Genética Médica e Serviço de Referência em Doenças Raras da Fiocruz), fará uma palestra sobre a MPS, também no canal do YouTube.

Uma outra ação para a divulgação da patologia é a divulgação da campanha de conscientização da MPS nos pontos de ônibus da cidade de São Paulo, em parceria com a “Otima”, empresa de mobiliário urbano que cedeu gratuitamente os espaços.

A MPS Week conta com o patrocínio das empresas JCR do Brasil, Takeda, Biomarin, Regenxbio, Sigilon Therapeutics e Ultragenyx. O evento tem ainda o apoio da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras, a Febrararas.

Sobre a Casa Hunter – A Casa Hunter é uma instituição focada no apoio aos pacientes com doenças raras e seus familiares. Homens, mulheres e crianças lutam por direitos básicos, como o diagnóstico preciso e o acesso a tratamento. Nesta luta que atinge, só no Brasil, 13 milhões de pessoas, a instituição fundada em 2013 presta todo tipo de apoio – acesso a especialistas, aparelhos e exames para os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Há dois anos, a Casa Hunter foi eleita para o NGO Branch, o braço das Nações Unidas para as organizações do Terceiro Setor. Saiba mais: https://casahunter.org.br/

Facebook – https://www.facebook.com/CasaHunterBrasil/
Twitter – https://twitter.com/CasaHunterBR
Instagram – https://www.instagram.com/casa_hunter_oficial
Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCo01hp8QRe0GUD1hlI0FgwQ
Linkedin – https://www.linkedin.com/company/24477404/admin/

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Produção de Cinema e COVID: Médica e especialista em biossegurança de sets de filmagem fala sobre os protocolos. 

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“O cinema e a publicidade não pararam e nem podem parar”, afirma médica especialista em protocolos de segurança contra a covid-19 em produções audiovisuais A médica, professora e influencer Alicya Scavello presta consultoria sobre biossegurança para produtoras e afirma que a Covid-19 impôs rotina de cuidados que deverá continuar mesmo após a pandemia A indústria do audiovisual, que não parou durante a pandemia, teve que se adaptar ao “novo normal”.  Inicialmente, diversas gravações ao redor do mundo foram paralisadas com a pandemia do novo coronavírus, entretanto, após um longo período de pandemia, as produtoras se viram obrigadas a retomar os trabalhos. Isso ocorreu nas gravações de novelas, filmes, séries e nas campanhas publicitárias, afinal, nunca se passou tanto tempo em casa e ,consequentemente, em frente às telas, o que gerou crescimento da demanda para estes produtos. “O cinema e toda a indústria audiovisual apresentaram um ‘Boom’ durante a pandemia, com todos em casa a demanda por consumo visual cresceu bastante, desta forma a indústria teve que se adequar à nova realidade, ao ‘novo normal’.

O que mudou foram os processos e cuidados durante as filmagens, que se tornaram mais rígidos, seguindo um protocolo”, afirma a médica Alicya Scavello, que oferece consultoria sobre protocolos de segurança contra a Covid-19 para estaindústria. Ela já trabalhou em produções da Netflix, de grandes marcas como PicPay, O Boticário e de artistas como Ana Vitória e Manu Gavassi. Alicya entrou neste segmento por ser, além de médica, escritora e ter formação artística pela Casa de Artes e Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Sem contar os motivos pessoais: ela perdeu 4 familiares para a doença e seu pai ficou internado em estado grave por 15 dias. ”Tudo isso só me fez ter mais atenção e comprometimento com a biossegurança de todo o ambiente de trabalho”, afirma e influencer.

Desde que a pandemia começou,  ela vive intensamente e diariamente aCovid-19, como médica e como familiar de pacientes. O elenco e todo o staff precisam realizar testes periódicos, todo material deve ser higienizado, atores que precisam ficar sem máscara por motivos artísticos devem permanecer em áreas delimitadas no SET de filmagem, bem como é feito o mapeamento de áreas de risco nas zonas de filmagem, conforme o risco de contaminação. As máscaras podem ser retiradas apenas para tomar água e realizar refeições, o que deve ser feito em ambiente destinado a este fim, com distanciamento dos demais integrantes da equipe em locais e horários previamente estabelecidos. A maquiagem é feita de forma individualizada com utensílios separados para cada ator. Estas são algumas das diretrizes estabelecidas pelos sindicatos e entidades ligadas à categoria. No entanto, segundo Alicya, o monitoramento tem que ser constante. “Aqui o próprios indicato do cinema e as autoridades de saúde desenvolveram um protocolo de segurança que tem sido executado pelas produtoras mais sérias, como este vírus é novo, estamos aprendendo a lidar com ele diariamente, por isso os cuidados são constantes”, explica. Ela ajuda as equipes a aplicarem corretamente as regras, a realizarem as testagens e a preencherem os formulários requisitados aos profissionais antes dos trabalhos, nos quais devem constar informações cruciais, como se já tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados da doença. O trabalho é extenso e acontece antes, durante e após cada produção.“Começa já nos encontros para a prova de figurino e na escolha dos locais de filmagem”, explica Alicya. Ela acredita que o cuidado mais básico que veio para ficar é a higienização das mãos. A lavagem constante com água e sabão e o uso de álcool em gel estão entre as mudanças que devem ser incorporadas à rotina do Brasil…

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Por que a morte de famosos mexe tanto com a gente?

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O Dr. Junior Silva, Psicanalista e especialista nesse assunto, conta como superar o luto e o que podemos aprender nessa fase

Estamos vivendo um momento ático em nossas vidas. Por conta da COVID-19 algumas pessoas estão perdendo amigos e familiares, é quase impossível não conhecer alguém que tem uma história para contar sobre essa doença. Na noite da última terça-feira, 4 de maio, o ator e humorista Paulo Gustavo, faleceu, aos 42 anos, vítima de Covid-19. Muitas pessoas, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, ficaram emocionadas e sofreram com a morte dele. Nas redes sociais havia muitas homenagens e mensagens, realmente houve uma comoção nacional.

Conversamos com o Dr. Junior Silva, Psicanalista, Hipnólogo e Coach, para entender mais o motivo pelo qual a morte de celebridades mexe tanto com as pessoas. Ele também explicou mais sobre o luto e deu algumas dicas valiosas de como passar por esse período.

– O que é o luto?

Dr. Junior Silva: O luto é um conjunto de sentimentos de uma perda significativa, que pode ser gerada por uma morte ou qualquer situação que temos a certeza é irreversível, ou seja, não temos mais o que fazer ou viver com aquela pessoa ou situação.

– Por que o luto é importante?

Dr. Junior Silva: Viver o luto é organizar nossos sentimentos, é encerrar uma etapa da vida e recomeçar com outra que não podemos mudar. Quando reprimimos corremos o risco de trazer consequências emocionais lá na frente, pois o que não é resolvido um dia nossa mente vai cobrar.

Eu atendo uma paciente dos Estado Unidos que não conseguiu viver o luto da perda da mãe, houve negação e devido a distância não conseguiu chegar a tempo para se despedir e vivenciar aquele encerramento de ciclo.

Essa negação do luto trouxe consequências físicas nela, ou seja, tinha dores psicossomáticas que tinham raiz emocional, onde a maioria dos sintomas era o que a mãe tinha na luta pelo câncer. Quando ela vivenciou o luto e se reconciliou com seus sentimentos e a perda, suas dores desapareceram.

– Por que a morte de pessoas famosas mexe com a gente? Por que ficamos tristes e abalados com a perda de uma pessoa que não conhecemos pessoalmente?

Dr. Junior Silva: Quando perdemos um familiar, perdemos alguém que gerou diferentes sentimentos, como, por exemplo, felicidade, mágoas, tristezas, alegrias. É um conjunto de sentimentos e ações que fomos convivendo ao longo da vida. O que não acontece quando perdemos uma celebridade.

A celebridade nos inspira, nos transmite alegria, fé e momentos divertidos. Ao perder uma pessoa famosa que admiramos, perdemos alguém que fala o que não falamos, faz o que não conseguimos, devolve o riso, a inspiração, devolve a esperança que não vemos em nós.

O Paulo Gustavo foi um pessoal incrível e um profissional maravilhoso. Ele transmitia fé e esperança não só nos seus papéis, mas também na sua essência. Nunca estamos preparados para as perdas, e principalmente a morte de pessoas nos inspira a ser melhor, nos diverte e nos dá esperança de uma vida melhor e mais leve.

– Por que não estamos preparados para a morte?

Dr. Junior Silva: Porque não fomos ensinados a perder, não gostamos da perda e muito cultural.

Por exemplo, um país pequeno chamado Butão é considerado o país mais feliz do mundo e como eles lidam com a morte? Eles não veem a morte como fim, mas como uma passagem para uma nova vida onde a pessoa tem o direito de viver o novo. Eles fazem algumas reuniões pós morte para relembrar o legado, o bom que esta pessoa construiu, tendo consciência que se fez o melhor sem dívida um com outro.

– Como podemos passar pelo luto com mais facilidade?

Dr. Junior Silva: A dificuldade de viver o luto acontece muito quando nos sentimos em dívida com quem nos deixou. Por exemplo, não fiz isso, não disse aquilo e agora não posso mais. Vivenciar com mais facilidade é reconhecer o quanto foi importante o outro em nossa vida e que tudo que vivenciamos de positivo ou negativo se tornará daqui para frente um legado de vida e não de destruição.

Dependendo das dívidas que temos e como lidamos, precisamos às vezes de um auxílio profissional.

– O que podemos aprender com o luto?

Podemos aprender com luto que tudo tem o fim e que precisamos vivenciar o hoje como se fosse o último dia! O luto bem vivido nos traz o reconhecimento da importância e o que outro deixou de especial, pois o que perdemos pode não estar mais presente no dia a dia, mas estará no coração para o resto da vida.

“Uma coisa muito importante, o luto não é o fim, mas o começo de um novo tempo de alguém ou de algo que nos ajudou a ser o que somos hoje! Como Padre Marcelo Rossi sempre diz: Saudade sim, tristeza não”, concluí Dr. Junior.

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